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Jeffrey Aislan De Souza Silva

Biographic Data

ID965686
NAMEJeffrey Aislan De Souza Silva
GIVEN NAMESJeffrey Aislan De Souza
FAMILY NAMESilva
SIGNATURESILVA J A S
AFFILIATIONSUniversidade de Pernambuco
ORCID0000-0002-1702-010X
VERIFIEDYes
TOTAL WORKS6
TOTAL CITATIONS1
AUTHOR COUNT6
EDITOR COUNT0
FIRST PUBLICATION YEAR2020
LATEST PUBLICATION YEAR2025
H-INDEX1
  • Pelos seus “merecimentos e letras”

    Open Access•Jeffrey Aislan De Souza Silva•ARTICLE•Antíteses•2025

    O artigo investiga as trajetórias e os requisitos que levaram à nomeação dos primeiros desembargadores do Tribunal da Relação de Pernambuco. O estudo destaca as estratégias empregadas por esses indivíduos para alcançar tais posições, examinando fatores como realizações acadêmicas, alianças políticas e a influência de suas famílias. Será realizada uma análise das nuances desses caminhos, desde antes da matrícula na Universidade de Coimbra, delinea…

  • O governo de Luís do Rego Barreto e a transição constitucional em Pernambuco (1817-1821)

    Open Access•Jeffrey Aislan De Souza Silva•ARTICLE•História (São Paulo•2024•References: 9

    O artigo analisa aspectos da administração de Luís do Rego Barreto, nomeado para governar a capitania de Pernambuco após a Revolução de 1817. Discutiremos como o governador atuou na administração da localidade, situando suas práticas entre o uso da força e o reforço de sua autoridade e o diálogo com as elites locais. Após o início do movimento constitucional em Portugal, com a intenção de se manter no cargo, o governador estabeleceu práticas polí…

  • Nós, que presidimos a magistratura

    Open Access•Jeffrey Aislan De Souza Silva•ARTICLE•Tempo•2023•References: 4

    A magistratura constituiu um elemento importante na estrutura do império português, sobretudo do ponto de vista político porque, além dos cargos na estrutura judiciária, magistrados ocuparam vários postos em conselhos e outras instituições administrativas. Após a instalação da corte joanina no Rio de Janeiro, o número de postos de magistratura na América portuguesa cresceu exponencialmente. Considerando que os magistrados foram atores importantes…

  • "Instituir um tribunal "em tempos de crise

    Open Access•Jeffrey Aislan De Souza Silva•ARTICLE•Topoi (Rio de Janeiro•2022•Cited by: 1•References: 1

    Este artigo propõe uma análise sobre o processo de criação e instalação do Tribunal da Relação de Pernambuco, entre os anos de 1821-1822. O interesse em estabelecer uma Relação na capitania era manifesto pelas elites locais desde o século XVII. Em 6 de fevereiro de 1821, diante da conjuntura política e social aberta após o início do movimento constitucional português, o rei autorizou a criação do tribunal. Contudo, o processo de instalação foi pa…

  • Para "Remover Os Embaraços Que Possam Retardar […] a Administração Da Justiça"

    Open Access•Jeffrey Aislan De Souza Silva•ARTICLE•Lex Cult Revista do CCJF•2021

    Entre os séculos XVII e XIX, nobreza e povo da capitania de Pernambuco alegaram dificuldades para recorrer de seus pleitos ao Tribunal da Relação da Bahia, e enviaram solicitações aos monarcas, pedindo a instalação de um Tribunal da Relação na capitania. Em 6 de fevereiro de 1821, d. João VI expediu um alvará mandando instalar um Tribunal da Relação na vila do Recife. No alvará, o rei afirmou atender a uma solicitação da câmara de Olinda, devido …

  • “Sobre a necessidade de criar” comarcas

    Open Access•Jeffrey Aislan De Souza Silva•ARTICLE•Sæculum – Revista de História•2020

    Entre 1804 e 1817, a capitania de Pernambuco foi administrada pelo governador Caetano Pinto de Miranda Montenegro. Como bacharel em leis e doutor pela Universidade de Coimbra, Caetano Montenegro foi um dos poucos letrados a assumir a administração de capitanias na América portuguesa. A maior parte de seu governo ocorreu durante a estadia da corte portuguesa no Rio de Janeiro, a partir de 1808. Aliando-se a política desenvolvida pela corte joanina…

  • "Instituir um tribunal "em tempos de crise

    Open Access•Jeffrey Aislan De Souza Silva•ARTICLE•Topoi (Rio de Janeiro•2022•Cited by: 1•References: 1

    Este artigo propõe uma análise sobre o processo de criação e instalação do Tribunal da Relação de Pernambuco, entre os anos de 1821-1822. O interesse em estabelecer uma Relação na capitania era manifesto pelas elites locais desde o século XVII. Em 6 de fevereiro de 1821, diante da conjuntura política e social aberta após o início do movimento constitucional português, o rei autorizou a criação do tribunal. Contudo, o processo de instalação foi pa…

  • “Sobre a necessidade de criar” comarcas

    Open Access•Jeffrey Aislan De Souza Silva•ARTICLE•Sæculum – Revista de História•2020

    Entre 1804 e 1817, a capitania de Pernambuco foi administrada pelo governador Caetano Pinto de Miranda Montenegro. Como bacharel em leis e doutor pela Universidade de Coimbra, Caetano Montenegro foi um dos poucos letrados a assumir a administração de capitanias na América portuguesa. A maior parte de seu governo ocorreu durante a estadia da corte portuguesa no Rio de Janeiro, a partir de 1808. Aliando-se a política desenvolvida pela corte joanina…

  • Para "Remover Os Embaraços Que Possam Retardar […] a Administração Da Justiça"

    Open Access•Jeffrey Aislan De Souza Silva•ARTICLE•Lex Cult Revista do CCJF•2021

    Entre os séculos XVII e XIX, nobreza e povo da capitania de Pernambuco alegaram dificuldades para recorrer de seus pleitos ao Tribunal da Relação da Bahia, e enviaram solicitações aos monarcas, pedindo a instalação de um Tribunal da Relação na capitania. Em 6 de fevereiro de 1821, d. João VI expediu um alvará mandando instalar um Tribunal da Relação na vila do Recife. No alvará, o rei afirmou atender a uma solicitação da câmara de Olinda, devido …

  • "Instituir um tribunal "em tempos de crise

    Open Access•Jeffrey Aislan De Souza Silva•ARTICLE•Topoi (Rio de Janeiro•2022•Cited by: 1•References: 1

    Este artigo propõe uma análise sobre o processo de criação e instalação do Tribunal da Relação de Pernambuco, entre os anos de 1821-1822. O interesse em estabelecer uma Relação na capitania era manifesto pelas elites locais desde o século XVII. Em 6 de fevereiro de 1821, diante da conjuntura política e social aberta após o início do movimento constitucional português, o rei autorizou a criação do tribunal. Contudo, o processo de instalação foi pa…

  • Nós, que presidimos a magistratura

    Open Access•Jeffrey Aislan De Souza Silva•ARTICLE•Tempo•2023•References: 4

    A magistratura constituiu um elemento importante na estrutura do império português, sobretudo do ponto de vista político porque, além dos cargos na estrutura judiciária, magistrados ocuparam vários postos em conselhos e outras instituições administrativas. Após a instalação da corte joanina no Rio de Janeiro, o número de postos de magistratura na América portuguesa cresceu exponencialmente. Considerando que os magistrados foram atores importantes…

  • O governo de Luís do Rego Barreto e a transição constitucional em Pernambuco (1817-1821)

    Open Access•Jeffrey Aislan De Souza Silva•ARTICLE•História (São Paulo•2024•References: 9

    O artigo analisa aspectos da administração de Luís do Rego Barreto, nomeado para governar a capitania de Pernambuco após a Revolução de 1817. Discutiremos como o governador atuou na administração da localidade, situando suas práticas entre o uso da força e o reforço de sua autoridade e o diálogo com as elites locais. Após o início do movimento constitucional em Portugal, com a intenção de se manter no cargo, o governador estabeleceu práticas polí…

  • Pelos seus “merecimentos e letras”

    Open Access•Jeffrey Aislan De Souza Silva•ARTICLE•Antíteses•2025

    O artigo investiga as trajetórias e os requisitos que levaram à nomeação dos primeiros desembargadores do Tribunal da Relação de Pernambuco. O estudo destaca as estratégias empregadas por esses indivíduos para alcançar tais posições, examinando fatores como realizações acadêmicas, alianças políticas e a influência de suas famílias. Será realizada uma análise das nuances desses caminhos, desde antes da matrícula na Universidade de Coimbra, delinea…

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