Maria Juliana Gambogi Teixeira
Biographic Data
| ID | 967137 |
|---|---|
| NAME | Maria Juliana Gambogi Teixeira |
| GIVEN NAMES | Maria Juliana Gambogi |
| FAMILY NAME | Teixeira |
| SIGNATURE | TEIXEIRA M J G |
| AFFILIATIONS | Universidade Federal de Minas Gerais |
| ORCID | 0000-0003-2711-9733 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 9 |
| TOTAL CITATIONS | 1 |
| AUTHOR COUNT | 9 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 1999 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2025 |
| H-INDEX | 1 |
Do método e do espírito da revolução historiográfica micheletiana
Na economia da obra historiográfica de Jules Michelet, não há dúvida sobre a relevância de Histoire de la révolution française (1847-1855). Escrita e publicada em sete tomos, sua versão final acumulou vários paratextos, os quais representam espaços de expressão privilegiados da obra micheletiana, especialmente vocacionados a apresentar os fundamentos teórico-metodológicos de cada produção. Se esse caráter autorreflexivo atravessa os quatro prefác…
Entrevista com o professor João Adolfo Hansen (USP/Unifesp)
Andréa Sirihal Werkema, Daniel Lago Monteiro e Maria Juliana Gambogi Teixeira: Professor Hansen, você tem insistido na necessidade de contextualizarmos nossas leituras e estudos para que tenhamos uma compreensão melhor dos fenômenos literários dos séculos XVII e XVIII, evitando o anacronismo e dando a esta textualidade um significado mais próximo das intenções de seu momento de produção. Você acredita que isso é realmente possível, à medida que p…
Discurso sobre o sistema e a vida de Vico, de Jules Michelet
Este documento apresenta uma tradução comentada do "Discurso sobre o sistema e a vida de Vico" e seu Prólogo, ambos escritos por Jules Michelet (1798-1874). Esses textos introduzem e apresentam a obra de Giambatistta Vico (1668-1744), em particular sua Ciência nova, que Michelet traduziu e publicou em 1827 e 1835
Michelet, teórico do romance
O objetivo deste artigo é investigar as bases para o entendimento teórico-crítico do romance dentro da obra de Jules Michelet (1798-1874). A hipótese de fundo é a existência de uma teoria do romance em Michelet, teoria essa que ajudaria a explicar a relação ambivalente que o historiador sempre manteve com o gênero, feita de atração e recusa categórica. Para tanto, o artigo explora, em primeiro lugar, o arcabouço teórico próprio à obra desse histo…
Atualidade da crítica e da teoria das literaturas de expressão francesa
.
Marx, Engels e os escritores românticos
Tradução do artigo "Marx, Engels e os escritores românticos" de Robert Sayre e Michael Löwy, publicado no v. 19 n. 2 de Em Tese. Nesse texto os autores examinam as posições de Karl Marx e Friedrich Engels em relação ao Romantismo a partir da análise das considerações desses a respeito escritores como Balzac, as irmãs Brontë, Byron, Carlyle, Dickens, Shelley e Walter Scott
O pecado do historiador: Para uma leitura d'A Feiticeira, de Jules Michelet
Desde sua publicação, em 1862, a recepção de A Feiticeira foi marcada pela perplexidade diante da maneira como seu autor, Jules Michelet, integrou o mito à narrativa histórica. Esse procedimento, que inspirou uma fortuna crítica disposta a ler tal obra mais sob a ótica literária do que como trabalho de história, tende a distorcer os objetivos e propósitos visados pelo historiador. Este artigo visa apresentar uma interpretação para as heterodoxias…
Arraiais e vilas d'el rei: Espaço e poder nas Minas setecentistas
A afirmação de que Minas Gerais era a capitania mais urbanizada da colônia tornou-se quase um lugar-comum na historiografia brasileira. Poucos pesquisadores, no entanto, colocaram a questão urbana no centro de suas reflexões. Num enfoque interdisciplinar, que associa temas e métodos da história, da geografia e do urbanismo, Cláudia Damasceno Fonseca analisa as relações entre espaço e poder em suas múltiplas escalas e dimensões, revelando novas fa…
Os Impasses De Uma Escrita
Este texto tem o propósito de, introduzindo as obras L'Amour e La Femme de Jules Michelet, compreender como o afeto amoroso irrompe nos textos desse autor de modo a, constituindo-se como impasses lógicos para seu projeto pedagógico, tornarem-se espaços para construções poéticas
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