Maria Da Gloria Novak
Biographic Data
| ID | 972379 |
|---|---|
| NAME | Maria Da Gloria Novak |
| GIVEN NAMES | Maria Da Gloria |
| FAMILY NAME | Novak |
| SIGNATURE | NOVAK M G |
| AFFILIATIONS | Universidade de São Paulo |
| VERIFIED | No |
| TOTAL WORKS | 10 |
| TOTAL CITATIONS | 0 |
| AUTHOR COUNT | 10 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 1973 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 1997 |
| H-INDEX | 0 |
TRINGALI, Dante. Horacio, poeta da festa
.
Morte
Nada vem do nada, e nada se torna em nada, visto que os princípios dos seres são eternos e imutáveis. Em compensação, tudo o que nasce está destinado a morrer – e também assim o homem e o seu mundo e todos os mundos que houver. O espaço é infinito, a matéria está eternamente em equilíbrio, e tudo muda ao seu tempo. A natureza, de uns seres, constrói outros, e a morte e, assim, fisicamente reconstrução. Para o homem, no entanto, e para sua alma, s…
Horácio contra o epicurismo
Há séculos, tem-se o hábito de dizer que o poeta Horácio foi epicurista no início de sua vida... e no fim de sua vida... Mas não devemos esquecer-nos que as falsas opiniões que todos nós temos do epicurismo nasceram (pelo menos em parte) na poesia de Horácio. Ora, parece-me necessário reler Horácio e examinar bem as ideias que na sua obra têm o ar de serem epicuristas. Ele, ao meu ver, não só foi epicurista como não compreendeu o verdadeiro senti…
Adivinhação, superstição e religião no último século da República (Cícero e Lucrécio)
Confundem-se religião e superstição no último século da República e a religião é poderosa arma nas mãos dos poderosos. O homem se sente fraco e imagina forças sobrenaturais que o protejam, tendência que o estoicismo reforça e o epicurismo combate. Assim, adivinhação e epicurismo são absolutamente incompatíveis. Lucrécio, materialista e coerente, clama contra todas as formas de superstição e contra o comportamento absoluto que dela deriva. Cícero …
Dido e a razão de sua morte
Vida, amor e morte da fenícia Dido. O respeito à memória de Siqueu e a construção da Cidade. A chegada de Eneias e o casamento na gruta; abandono, remorso e morte: o fim. Ora, o novo amor consiste num duplo crime, do qual tem consciência a rainha. Qual é esse duplo crime? Dido mereceu morrer (como pensa)? Não mereceu (como diz o Poeta)? Como se explica a sua atitude em face do herói nos Infernos? Sem dúvida, as figuras femininas são, na Eneida, g…
A verdade lucreciana
Le De rerum natura nous expose la physique de l’univers. Or, i1 y a dans la nature un système, une ratio, c’est-a-dire, des lois contre lesquelles rien ne sert de lutter, nous n’avons aucune prise sur elles. Si les hommes savaient contempler la nature et la comprendre, ils se libéreraient de la terreur et des ténèbres de l’esprit. S’ils ne le savent pas, s’ils ne le peuvent ou ne le veulent pas, ils seront quand-même libérés par la mort, car tout…
O lucreciano De rerum natura e o Hino a Vênus
On se demande toujours pourquoi le matérialiste Lucrèce nous présente Vénus au début de son poème: une Vénus qu’il invoque et qu’il désire comme compagne de sa création littéraire, une Vénus à qui il ne demande pas moins que la paix. Qu’est-ce que cela peut bien signifier pour le Poète d’invoquer une déesse, si l'épicurisme ne suppose aucune sorte de protection divine? On a beau dire qu’il est incoherent, je ne le crois pas. Au contraire, le De r…
Epicuro e a natureza da alma
La Lettre à Hérodote n'est qu'un résumé du point de vue d'Épicure et, encore, du molns à propos de l'âme, quelque peu obscur. Pulsque du Maître nous n'avons que trols lettres et quelques rnaxlmes, il nous a été nécessalre, volre indlspensable, d'avoir recours à la doxographie et surtout, évidement, au lucrétien De rerum natura. Eh blen. L'âme est un corps composé. Elle est la cause de la sensibilité et elle sent avec le corps, qul en est la condi…
Sonetos
A ode ad Septimium, de Horácio
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Sonetos
Epicuro e a natureza da alma
La Lettre à Hérodote n'est qu'un résumé du point de vue d'Épicure et, encore, du molns à propos de l'âme, quelque peu obscur. Pulsque du Maître nous n'avons que trols lettres et quelques rnaxlmes, il nous a été nécessalre, volre indlspensable, d'avoir recours à la doxographie et surtout, évidement, au lucrétien De rerum natura. Eh blen. L'âme est un corps composé. Elle est la cause de la sensibilité et elle sent avec le corps, qul en est la condi…
O lucreciano De rerum natura e o Hino a Vênus
On se demande toujours pourquoi le matérialiste Lucrèce nous présente Vénus au début de son poème: une Vénus qu’il invoque et qu’il désire comme compagne de sa création littéraire, une Vénus à qui il ne demande pas moins que la paix. Qu’est-ce que cela peut bien signifier pour le Poète d’invoquer une déesse, si l'épicurisme ne suppose aucune sorte de protection divine? On a beau dire qu’il est incoherent, je ne le crois pas. Au contraire, le De r…
A verdade lucreciana
Le De rerum natura nous expose la physique de l’univers. Or, i1 y a dans la nature un système, une ratio, c’est-a-dire, des lois contre lesquelles rien ne sert de lutter, nous n’avons aucune prise sur elles. Si les hommes savaient contempler la nature et la comprendre, ils se libéreraient de la terreur et des ténèbres de l’esprit. S’ils ne le savent pas, s’ils ne le peuvent ou ne le veulent pas, ils seront quand-même libérés par la mort, car tout…
Adivinhação, superstição e religião no último século da República (Cícero e Lucrécio)
Confundem-se religião e superstição no último século da República e a religião é poderosa arma nas mãos dos poderosos. O homem se sente fraco e imagina forças sobrenaturais que o protejam, tendência que o estoicismo reforça e o epicurismo combate. Assim, adivinhação e epicurismo são absolutamente incompatíveis. Lucrécio, materialista e coerente, clama contra todas as formas de superstição e contra o comportamento absoluto que dela deriva. Cícero …
Dido e a razão de sua morte
Vida, amor e morte da fenícia Dido. O respeito à memória de Siqueu e a construção da Cidade. A chegada de Eneias e o casamento na gruta; abandono, remorso e morte: o fim. Ora, o novo amor consiste num duplo crime, do qual tem consciência a rainha. Qual é esse duplo crime? Dido mereceu morrer (como pensa)? Não mereceu (como diz o Poeta)? Como se explica a sua atitude em face do herói nos Infernos? Sem dúvida, as figuras femininas são, na Eneida, g…
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Morte
Nada vem do nada, e nada se torna em nada, visto que os princípios dos seres são eternos e imutáveis. Em compensação, tudo o que nasce está destinado a morrer – e também assim o homem e o seu mundo e todos os mundos que houver. O espaço é infinito, a matéria está eternamente em equilíbrio, e tudo muda ao seu tempo. A natureza, de uns seres, constrói outros, e a morte e, assim, fisicamente reconstrução. Para o homem, no entanto, e para sua alma, s…
TRINGALI, Dante. Horacio, poeta da festa
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