Maria Da Gloria De Oliveira
Biographic Data
| ID | 995722 |
|---|---|
| NAME | Maria Da Gloria De Oliveira |
| GIVEN NAMES | Maria Da Gloria |
| FAMILY NAME | De Oliveira |
| SIGNATURE | DE OLIVEIRA M G |
| AFFILIATIONS | Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro |
| ORCID | 0000-0002-6041-4649 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 14 |
| TOTAL CITATIONS | 23 |
| AUTHOR COUNT | 14 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2007 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2024 |
| H-INDEX | 3 |
Ficar com os espectros: Políticas de temporalização da história em um presente fugidio
Esta réplica consiste em uma retomada de questões do artigo “Espectros da colonialidade-racialidade e os tempos plurais do mesmo”, em diálogo com os comentários de María Inés Mudrovcic, Arthur Avila, Ana Paula Silva Santana, André da Silva Ramos, Allan Kardec da Silva Pereira e Marcello Assunção, de modo a problematizar o que chamo de “abertura inclusiva” das historiografias na pluralização de seus sujeitos e objetos. Para tanto, abordo a noção d…
Espectros da colonialidade-racialidade e os tempos plurais do mesmo
O artigo propõe uma discussão sobre a historiografia como prática de codificação de passados “outros”, de sincronização de sujeitos subalternos e temporalidades plurais, forjada como um dos arsenais de representação mobilizados nas lutas sociais por reconhecimento, justiça e reparação histórica. A despeito de suas variações contextuais, as demandas coletivas por inclusão e visibilidade despontam como desafios permanentes que evidenciam os efeitos…
Corpos, tempos, lugares das historiografias
As lutas por reconhecimento das identidades coletivas sempre produziram tensões no trabalho de historiadores, sinalizando as implicações éticas e políticas do pensamento histórico, o caráter situado das premissas epistemológicas das práticas acadêmicas e a condição social marcada nos sujeitos que fazem e escrevem história. Os artigos deste dossiê abordam, a partir de perspectivas diversas, as marcas de corporeidade implicadas na operação historio…
Quando será o decolonial? Colonialidade, reparação histórica e politização do tempo: When will the decolonial be? Coloniality, historical repair and politicization of time
O artigo explora o conceito de colonialidade, com o objetivo de demarcar seus aportes possíveis para o problema das políticas do tempo que orientam os modos de elaboração das experiências históricas sob as mais variadas formas de historiografia, bem como as demandas por reconhecimento e reparação histórica. A discussão vincula-se aos impasses entre universalismos e particularismos, deixados em aberto pela crítica aos fundamentos eurocêntricos de …
Ordering time, nationalising the past: "Temporality, historiography and Brazil’s "formation
This article presents an overview of historiography in Brazil from the 1840s to the 1950s and delimits the impasses, tensions and disputes in relation to two concomitant processes: the nationalisation of the past and the institutionalisation of historical research in the country. Our central reasoning is that, over the course of this period, the writing of history demanded multifaceted narrative and interpretative reconfigurations regarding the c…
Os sons do silêncio: Interpelações feministas decoloniais à História da historiografia
O artigo propõe uma reflexão acerca dainvisibilidade das produções de autoria femininana história intelectual, tendo por horizonte alguns desafios postos pela perspectiva feminista decolonial. Como ponto de partida, abordo a separação paradigmática que se manifesta nas variadas formas de silenciamento acerca das contribuições intelectuais das mulheres, por conta da persistência de um modelo de pesquisa com foco predominante no estudo dos repertór…
Quem tem medo da ilusão biográfica? Indivíduo, tempo e histórias de vida
As críticas dirigidas à biografia, desde a denúncia do "ídolo do individual" de uma recém-fundada ciência sociológica, bem como a desqualificação do seu potencial cognitivo sob o argumento da "ilusão biográfica", sempre tiveram por efeito perpetuar tanto uma noção esvaziada e empobrecida de narrativa, quanto da dimensão temporal constitutiva da identidade de um indivíduo. As reflexões que proponho neste artigo desenvolvem-se em dois momentos. No …
Biografia e historia magistra vitae: Sobre a exemplaridade das vidas ilustres no Brasil oitocentista
O artigo discute as relações entre escrita biográfica e historiografia, analisando a noção de exemplaridade subjacente às narrativas das vidas dos brasileiros ilustres, publicadas na Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, no século XIX. No contexto letrado do Brasil imperial, é possível identificar duas modulações significativas nas formas da biografia, a primeira orientada por um sentido moralizante, encomiástico e memorialístic…
Historiografia, memória e ensino de história: Percursos de uma reflexão
Em um de seus últimos trabalhos, Manoel Luiz Salgado Guimarães abordou as tensões e os paradoxos das relações entre a escrita e o ensino da história, entendendo ambas as operações como marcas distintivas de duas dimensões indissociáveis, da construção do conhecimento histórico e do próprio ofício do historiador. No presente artigo, proponho um retorno a textos por ele publicados a partir do final dos anos 1990, através dos quais apontarei alguns …
A história da historiografia brasileira e suas evidências
procedimentos e categorias conceituais que tornam possvel a sua elaborao, bem como das mediaes sociais de sua difuso
Fazer história, escrever a história: Sobre as figurações do historiador no Brasil oitocentista
No Brasil oitocentista, a constituição de um regime historiográfico com pretensões científicas tornaria incontornável a questão das condições para a escrita da história nacional. Uma indagação não menos premente sobre como deveria ser o historiador também perpassava o debate. O objetivo do artigo é analisar as figurações que definiam qualidades e competências específicas para o estudo e a escrita da história, notadamente nas biografias de alguns …
Brasileiros ilustres no tribunal da posteridade: Biografia, memória e experiência da história no Brasil oitocentista
O artigo analisa a escrita de biografias como tarefa integrante do projeto historiográfico do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro ao longo do século XIX, com base nos discursos de Joaquim Manoel de Macedo e nos estudos biográficos de Joaquim Caetano Fernandes Pinheiro. Para os sócios da agremiação, a biografia deveria cumprir os propósitos de fixação da memória dos brasileiros ilustres, compartilhando com a escrita histórica das ambições …
A anotação e a escrita: Sobre a história em capítulos de João Capistrano de Abreu
O artigo pretende discutir os impasses entre as operações de pesquisa e escrita que marcaram os escritos de Capistrano de Abreu, com base em seu trabalho de anotação crítica da História Geral do Brasil, de Francisco Adolfo de Varnhagen, e as relações com a elaboração dos Capítulos de História Colonial
Traçando vidas de brasileiros distintos com escrupulosa exatidão: Biografia, erudição e escrita da história na Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1839-1850)
O artigo pretende refletir acerca da publicação de textos biográficos na Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro entre 1839 e 1850. A hipótese a ser considerada é a de que a biografia dos brasileiros ilustres constituiu-se em um gênero de escrita vinculado ao lugar de sua produção e submetido aos procedimentos e regras de uma operação historiográfica
Quando será o decolonial? Colonialidade, reparação histórica e politização do tempo: When will the decolonial be? Coloniality, historical repair and politicization of time
O artigo explora o conceito de colonialidade, com o objetivo de demarcar seus aportes possíveis para o problema das políticas do tempo que orientam os modos de elaboração das experiências históricas sob as mais variadas formas de historiografia, bem como as demandas por reconhecimento e reparação histórica. A discussão vincula-se aos impasses entre universalismos e particularismos, deixados em aberto pela crítica aos fundamentos eurocêntricos de …
Os sons do silêncio: Interpelações feministas decoloniais à História da historiografia
O artigo propõe uma reflexão acerca dainvisibilidade das produções de autoria femininana história intelectual, tendo por horizonte alguns desafios postos pela perspectiva feminista decolonial. Como ponto de partida, abordo a separação paradigmática que se manifesta nas variadas formas de silenciamento acerca das contribuições intelectuais das mulheres, por conta da persistência de um modelo de pesquisa com foco predominante no estudo dos repertór…
Quem tem medo da ilusão biográfica? Indivíduo, tempo e histórias de vida
As críticas dirigidas à biografia, desde a denúncia do "ídolo do individual" de uma recém-fundada ciência sociológica, bem como a desqualificação do seu potencial cognitivo sob o argumento da "ilusão biográfica", sempre tiveram por efeito perpetuar tanto uma noção esvaziada e empobrecida de narrativa, quanto da dimensão temporal constitutiva da identidade de um indivíduo. As reflexões que proponho neste artigo desenvolvem-se em dois momentos. No …
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No Brasil oitocentista, a constituição de um regime historiográfico com pretensões científicas tornaria incontornável a questão das condições para a escrita da história nacional. Uma indagação não menos premente sobre como deveria ser o historiador também perpassava o debate. O objetivo do artigo é analisar as figurações que definiam qualidades e competências específicas para o estudo e a escrita da história, notadamente nas biografias de alguns …
Espectros da colonialidade-racialidade e os tempos plurais do mesmo
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Corpos, tempos, lugares das historiografias
As lutas por reconhecimento das identidades coletivas sempre produziram tensões no trabalho de historiadores, sinalizando as implicações éticas e políticas do pensamento histórico, o caráter situado das premissas epistemológicas das práticas acadêmicas e a condição social marcada nos sujeitos que fazem e escrevem história. Os artigos deste dossiê abordam, a partir de perspectivas diversas, as marcas de corporeidade implicadas na operação historio…
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O artigo discute as relações entre escrita biográfica e historiografia, analisando a noção de exemplaridade subjacente às narrativas das vidas dos brasileiros ilustres, publicadas na Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, no século XIX. No contexto letrado do Brasil imperial, é possível identificar duas modulações significativas nas formas da biografia, a primeira orientada por um sentido moralizante, encomiástico e memorialístic…
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O artigo analisa a escrita de biografias como tarefa integrante do projeto historiográfico do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro ao longo do século XIX, com base nos discursos de Joaquim Manoel de Macedo e nos estudos biográficos de Joaquim Caetano Fernandes Pinheiro. Para os sócios da agremiação, a biografia deveria cumprir os propósitos de fixação da memória dos brasileiros ilustres, compartilhando com a escrita histórica das ambições …
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O artigo pretende refletir acerca da publicação de textos biográficos na Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro entre 1839 e 1850. A hipótese a ser considerada é a de que a biografia dos brasileiros ilustres constituiu-se em um gênero de escrita vinculado ao lugar de sua produção e submetido aos procedimentos e regras de uma operação historiográfica
Traçando vidas de brasileiros distintos com escrupulosa exatidão: Biografia, erudição e escrita da história na Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1839-1850)
O artigo pretende refletir acerca da publicação de textos biográficos na Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro entre 1839 e 1850. A hipótese a ser considerada é a de que a biografia dos brasileiros ilustres constituiu-se em um gênero de escrita vinculado ao lugar de sua produção e submetido aos procedimentos e regras de uma operação historiográfica
A anotação e a escrita: Sobre a história em capítulos de João Capistrano de Abreu
O artigo pretende discutir os impasses entre as operações de pesquisa e escrita que marcaram os escritos de Capistrano de Abreu, com base em seu trabalho de anotação crítica da História Geral do Brasil, de Francisco Adolfo de Varnhagen, e as relações com a elaboração dos Capítulos de História Colonial
Fazer história, escrever a história: Sobre as figurações do historiador no Brasil oitocentista
No Brasil oitocentista, a constituição de um regime historiográfico com pretensões científicas tornaria incontornável a questão das condições para a escrita da história nacional. Uma indagação não menos premente sobre como deveria ser o historiador também perpassava o debate. O objetivo do artigo é analisar as figurações que definiam qualidades e competências específicas para o estudo e a escrita da história, notadamente nas biografias de alguns …
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O artigo analisa a escrita de biografias como tarefa integrante do projeto historiográfico do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro ao longo do século XIX, com base nos discursos de Joaquim Manoel de Macedo e nos estudos biográficos de Joaquim Caetano Fernandes Pinheiro. Para os sócios da agremiação, a biografia deveria cumprir os propósitos de fixação da memória dos brasileiros ilustres, compartilhando com a escrita histórica das ambições …
A história da historiografia brasileira e suas evidências
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O artigo discute as relações entre escrita biográfica e historiografia, analisando a noção de exemplaridade subjacente às narrativas das vidas dos brasileiros ilustres, publicadas na Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, no século XIX. No contexto letrado do Brasil imperial, é possível identificar duas modulações significativas nas formas da biografia, a primeira orientada por um sentido moralizante, encomiástico e memorialístic…
Quem tem medo da ilusão biográfica? Indivíduo, tempo e histórias de vida
As críticas dirigidas à biografia, desde a denúncia do "ídolo do individual" de uma recém-fundada ciência sociológica, bem como a desqualificação do seu potencial cognitivo sob o argumento da "ilusão biográfica", sempre tiveram por efeito perpetuar tanto uma noção esvaziada e empobrecida de narrativa, quanto da dimensão temporal constitutiva da identidade de um indivíduo. As reflexões que proponho neste artigo desenvolvem-se em dois momentos. No …
Ordering time, nationalising the past: "Temporality, historiography and Brazil’s "formation
This article presents an overview of historiography in Brazil from the 1840s to the 1950s and delimits the impasses, tensions and disputes in relation to two concomitant processes: the nationalisation of the past and the institutionalisation of historical research in the country. Our central reasoning is that, over the course of this period, the writing of history demanded multifaceted narrative and interpretative reconfigurations regarding the c…
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O artigo propõe uma reflexão acerca dainvisibilidade das produções de autoria femininana história intelectual, tendo por horizonte alguns desafios postos pela perspectiva feminista decolonial. Como ponto de partida, abordo a separação paradigmática que se manifesta nas variadas formas de silenciamento acerca das contribuições intelectuais das mulheres, por conta da persistência de um modelo de pesquisa com foco predominante no estudo dos repertór…
Quando será o decolonial? Colonialidade, reparação histórica e politização do tempo: When will the decolonial be? Coloniality, historical repair and politicization of time
O artigo explora o conceito de colonialidade, com o objetivo de demarcar seus aportes possíveis para o problema das políticas do tempo que orientam os modos de elaboração das experiências históricas sob as mais variadas formas de historiografia, bem como as demandas por reconhecimento e reparação histórica. A discussão vincula-se aos impasses entre universalismos e particularismos, deixados em aberto pela crítica aos fundamentos eurocêntricos de …
Corpos, tempos, lugares das historiografias
As lutas por reconhecimento das identidades coletivas sempre produziram tensões no trabalho de historiadores, sinalizando as implicações éticas e políticas do pensamento histórico, o caráter situado das premissas epistemológicas das práticas acadêmicas e a condição social marcada nos sujeitos que fazem e escrevem história. Os artigos deste dossiê abordam, a partir de perspectivas diversas, as marcas de corporeidade implicadas na operação historio…
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Esta réplica consiste em uma retomada de questões do artigo “Espectros da colonialidade-racialidade e os tempos plurais do mesmo”, em diálogo com os comentários de María Inés Mudrovcic, Arthur Avila, Ana Paula Silva Santana, André da Silva Ramos, Allan Kardec da Silva Pereira e Marcello Assunção, de modo a problematizar o que chamo de “abertura inclusiva” das historiografias na pluralização de seus sujeitos e objetos. Para tanto, abordo a noção d…
Espectros da colonialidade-racialidade e os tempos plurais do mesmo
O artigo propõe uma discussão sobre a historiografia como prática de codificação de passados “outros”, de sincronização de sujeitos subalternos e temporalidades plurais, forjada como um dos arsenais de representação mobilizados nas lutas sociais por reconhecimento, justiça e reparação histórica. A despeito de suas variações contextuais, as demandas coletivas por inclusão e visibilidade despontam como desafios permanentes que evidenciam os efeitos…
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