Marcos Antônio Zibordi
Dados Biográficos
| ID | 1007904 |
|---|---|
| NOME | Marcos Antônio Zibordi |
| PRENOMES | Marcos Antônio |
| SOBRENOME | Zibordi |
| ASSINATURA | ZIBORDI M A |
| AFILIAÇÕES | Centro Universitario FIAM FAAM |
| ORCID | 0000-0003-4818-2117 |
| VERIFICADO | Sim |
| TOTAL DE OBRAS | 8 |
| TOTAL DE CITAÇÕES | 1 |
| TOTAL COMO AUTOR | 8 |
| TOTAL COMO EDITOR | 0 |
| PRIMEIRO ANO DE PUBLICAÇÃO | 2005 |
| ANO MAIS RECENTE DE PUBLICAÇÃO | 2024 |
| ÍNDICE H | 1 |
Na prática a teoria é outra
O artigo apresenta resultados parciais de pesquisa sobre a presença, em obras jornalísticas, das quatro características do “novo jornalismo”, definidas por Tom Wolfe (2005). Verificamos empiricamente se existe a presença de atributos que seriam literários em livros-reportagem mais citados por teóricos estadunidenses e, sobretudo, brasileiros. Estamos constatando que a narração não ocorre alternando cenas, os narradores não são personagens, os diá…
Em busca das características de Tom Wolfe em textos do Novo Jornalismo
Este artigo apresenta resultados finais e inéditos de pesquisa de pós-doutorado que verificou a presumível presença, em livros-reportagem, das quatro características do “novo jornalismo” que, segundo Tom Wolfe (2005), caracterizariam tais obras. Verificamos, empiricamente, que elas não estão identificados: a narração não ocorre alternando cenas; os narradores não são personagens; os diálogos são raros; e os detalhes significativos, quando existem…
O livro-reportagem construído com imagens
Propomos possibilidades de construção do livro-reportagem como narrativa na qual as imagens são predominantes. Discutimos a teoria do jornalismo (WOLFE, LIMA) cotejada com o romance brasileiro O mez da grippe (XAVIER, 1998), estruturado a partir de recortes de jornais, fotografias e outros recursos visuais. Como resultado, acreditamos poder sustentar a concepção do que chamamos de livro-reportagem visual, capaz de fomentar autoria jornalística es…
Contraponto ao reducionismo “grafite versus pichação” em São Paulo, capital
Pretende-se problematizar a propalada divisão entre grafites e pichações em São Paulo, capital, maior cidade brasileira, onde existiriam duas manifestações visuais diferentes, com praticantes exclusivos, sendo o grafite sempre colorido, autorizado pelo dono do suporte e positivo para a paisagem, enquanto à pichação caberia poluir a cidade com letras pretas, crípticas e indecifráveis, atitude criminalizável. Pretendemos demonstrar, ao contrário, c…
Autoria coletiva nas reportagens em quadrinhos de Joe Sacco
O objetivo deste artigo é descrever e discutir a noção de “autoria coletiva” (Medina) nos quadrinhos jornalísticos de Joe Sacco publicados no Brasil. Para compreender a estruturação dessas narrativas, aplicamos os conceitos de narrador como ente distinto do autor e explicitamos a relação entre protagonistas e o narrador-personagem, estratégica voz que emerge em momentos decisivos para demarcar sua autoria. A alternância de vozes tem origem no pro…
Quase impublicável
A retomada do debate sobre grafites e pichações na capital paulista em 2017 abre a oportunidade de resenhar obras fundamentais da bibliografia pertinente segundo as quais o ato de pichar não é mero vandalismo, pois reverbera, por exemplo, procedimentos de construção da mensagem poética ao modo dos concretistas paulistanos e guarda íntima relação com a arquitetura da metrópole, como as dimensões similares das letras e a altura dos andares dos préd…
Hip hop paulistano, narrativa de narrativas culturais
adeptos do hip hop
Machado Redivivo Ou Ai Se Ele Soubesse O Que Fizeram Com Capitu
Exame do conjunto dos romances que estabelece o jogo intertextual com Machado de Assis, concluindo que os escritores buscaram diálogo com o cânone sem estatura para o confronto, exceção feita a Haroldo Maranhão. Abstract Examining of novels which plays an intertextual game with Machado de Assis, it concludes that the writers (excepting Harold Maranhão) tried unsuccessfully a dialogue with the canon
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