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Marcela Stockler Coelho De Souza

Dados Biográficos

ID239491
NOMEMarcela Stockler Coelho De Souza
PRENOMESMarcela Stockler Coelho
SOBRENOMEDe Souza
ASSINATURADE SOUZA M S C
AFILIAÇÕESUniversidade de Brasília
VERIFICADONão
TOTAL DE OBRAS6
TOTAL DE CITAÇÕES20
TOTAL COMO AUTOR6
TOTAL COMO EDITOR0
PRIMEIRO ANO DE PUBLICAÇÃO2010
ANO MAIS RECENTE DE PUBLICAÇÃO2021
ÍNDICE H3
  • Dois pequenos problemas com a lei terra intangível para os Kisêdjê

    Open Access•Marcela Stockler Coelho De Souza•ARTICLE•Revista de Antropologia da UFSCar•2021•Citada por: 6•Referências: 6

    A mobilidade (nomadismo ou semi-nomadismo) de povos jê setentrionais, e o caráter oral das tradições em que se registram sua história e seu envolvimento na paisagem, são dois traços salientes da territorialidade indígena que não encontram acolhimento no regime jurídico desenhado para o reconhecimento de terras indígenas no Brasil. Um dos objetivos deste artigo é evidenciar essa incompatibilidade. Mas os Kisêjdê não desconhe- cem essa dificuldade,…

  • A Vida Dos Lugares Entre Os Kïsêdjê

    Open Access•Marcela Stockler Coelho De Souza•ARTICLE•Espaço Ameríndio•2018•Citada por: 6•Referências: 6

    Este artigo trata da toponímia kiïsêdjê (povo indígena de língua jê também conhecido como Suyá) por meio da suspensão de duas assunções: a de que os lugares sejam produtos de processos, seja de construção, seja de representação; e a de que nomeá-los seja um modo dessa construção. O que tento mostrar é que os lugares a que se referem os topônimos são constituídos a partir de relações, que se poderia dizer intersubjetivas ou interpessoais, entre hu…

  • Contradisciplina

    Open Access•Marcela Stockler Coelho De Souza•ARTICLE•Revista de Antropologia•2017

    Tomando como motivo uma sequência de imagens – portas, árvores, fractais, rios e bacias –, este texto procura apontar e comentar alguns dos desafios e implicações para a antropologia em geral – e para a antropologia brasileira em particular – da presença, em nossos estimados espaços de produção dita teórica, de pessoas indígenas e outras, previamente admitidas não como sujeitos, mas como sujeitados, objetos de teorização. O contexto da reflexão é…

  • Irritante Duplicidade

    Open Access•Marcela Stockler Coelho De Souza•BOOK•Revista de Antropologia da UFSCar•2017•Citada por: 2

    Esta nota examina enunciados kisêdjê (povo jê do Xingu) sobre a "mistura" de sangues e culturas para abordar os desafios de mensurar a continuidade e mudança em experiências indígenas contemporâneas. Conceitos de contramestiçagem e antimestiçagem são explorados como alternativas para evitar dilemas comuns em análises sobre mestiçagem, desde que não sejam recapturados pela lógica da mestiçagem, com sua alternância entre fusão e segregação e a nega…

  • A pintura esquecida e o desenho roubado

    Open Access•Marcela Stockler Coelho De Souza•ARTICLE•Revista de Antropologia•2012•Citada por: 4•Referências: 2

    Este artigo trata da experiência do povo K'sêdjê (Suyá) com umcontrato de cessão de direitos sobre grafismos para um fabricante de sandálias,incluindo a utilização de um padrão de pintura corporal feminina parafins publicitários. Dois aspectos desta experiência vão reter a atenção: primeiro,a dificuldade posta pelo fato de que os padrões de pintura corporalfeminina então utilizados pelos K'sêdjê eram todos parte do repertório gráficoalto-xinguano…

  • A cultura invisível

    Open Access•Marcela Stockler Coelho De Souza•ARTICLE•Anuário Antropológico•2010•Citada por: 2•Referências: 8

    A cultura (imaterial) indígena vive apenas em suas materializações, visíveis ou invisíveis. Dar a ver, revelar - assim como ocultar - essa 'cultura' é parte da vida ('social') indígena - é toda ela, se esta vida deve ser vivida em termos de conhecimentos, práticas, discursos, interpretações, expectativas e significados específicos cuja relativa coerência os antropólogos constroem como cultura. Pois é por meio dos efeitos produzidos por essas reve…

  • Dois pequenos problemas com a lei terra intangível para os Kisêdjê

    Open Access•Marcela Stockler Coelho De Souza•ARTICLE•Revista de Antropologia da UFSCar•2021•Citada por: 6•Referências: 6

    A mobilidade (nomadismo ou semi-nomadismo) de povos jê setentrionais, e o caráter oral das tradições em que se registram sua história e seu envolvimento na paisagem, são dois traços salientes da territorialidade indígena que não encontram acolhimento no regime jurídico desenhado para o reconhecimento de terras indígenas no Brasil. Um dos objetivos deste artigo é evidenciar essa incompatibilidade. Mas os Kisêjdê não desconhe- cem essa dificuldade,…

  • A Vida Dos Lugares Entre Os Kïsêdjê

    Open Access•Marcela Stockler Coelho De Souza•ARTICLE•Espaço Ameríndio•2018•Citada por: 6•Referências: 6

    Este artigo trata da toponímia kiïsêdjê (povo indígena de língua jê também conhecido como Suyá) por meio da suspensão de duas assunções: a de que os lugares sejam produtos de processos, seja de construção, seja de representação; e a de que nomeá-los seja um modo dessa construção. O que tento mostrar é que os lugares a que se referem os topônimos são constituídos a partir de relações, que se poderia dizer intersubjetivas ou interpessoais, entre hu…

  • A pintura esquecida e o desenho roubado

    Open Access•Marcela Stockler Coelho De Souza•ARTICLE•Revista de Antropologia•2012•Citada por: 4•Referências: 2

    Este artigo trata da experiência do povo K'sêdjê (Suyá) com umcontrato de cessão de direitos sobre grafismos para um fabricante de sandálias,incluindo a utilização de um padrão de pintura corporal feminina parafins publicitários. Dois aspectos desta experiência vão reter a atenção: primeiro,a dificuldade posta pelo fato de que os padrões de pintura corporalfeminina então utilizados pelos K'sêdjê eram todos parte do repertório gráficoalto-xinguano…

  • Irritante Duplicidade

    Open Access•Marcela Stockler Coelho De Souza•BOOK•Revista de Antropologia da UFSCar•2017•Citada por: 2

    Esta nota examina enunciados kisêdjê (povo jê do Xingu) sobre a "mistura" de sangues e culturas para abordar os desafios de mensurar a continuidade e mudança em experiências indígenas contemporâneas. Conceitos de contramestiçagem e antimestiçagem são explorados como alternativas para evitar dilemas comuns em análises sobre mestiçagem, desde que não sejam recapturados pela lógica da mestiçagem, com sua alternância entre fusão e segregação e a nega…

  • A cultura invisível

    Open Access•Marcela Stockler Coelho De Souza•ARTICLE•Anuário Antropológico•2010•Citada por: 2•Referências: 8

    A cultura (imaterial) indígena vive apenas em suas materializações, visíveis ou invisíveis. Dar a ver, revelar - assim como ocultar - essa 'cultura' é parte da vida ('social') indígena - é toda ela, se esta vida deve ser vivida em termos de conhecimentos, práticas, discursos, interpretações, expectativas e significados específicos cuja relativa coerência os antropólogos constroem como cultura. Pois é por meio dos efeitos produzidos por essas reve…

  • A cultura invisível

    Open Access•Marcela Stockler Coelho De Souza•ARTICLE•Anuário Antropológico•2010•Citada por: 2•Referências: 8

    A cultura (imaterial) indígena vive apenas em suas materializações, visíveis ou invisíveis. Dar a ver, revelar - assim como ocultar - essa 'cultura' é parte da vida ('social') indígena - é toda ela, se esta vida deve ser vivida em termos de conhecimentos, práticas, discursos, interpretações, expectativas e significados específicos cuja relativa coerência os antropólogos constroem como cultura. Pois é por meio dos efeitos produzidos por essas reve…

  • A pintura esquecida e o desenho roubado

    Open Access•Marcela Stockler Coelho De Souza•ARTICLE•Revista de Antropologia•2012•Citada por: 4•Referências: 2

    Este artigo trata da experiência do povo K'sêdjê (Suyá) com umcontrato de cessão de direitos sobre grafismos para um fabricante de sandálias,incluindo a utilização de um padrão de pintura corporal feminina parafins publicitários. Dois aspectos desta experiência vão reter a atenção: primeiro,a dificuldade posta pelo fato de que os padrões de pintura corporalfeminina então utilizados pelos K'sêdjê eram todos parte do repertório gráficoalto-xinguano…

  • Contradisciplina

    Open Access•Marcela Stockler Coelho De Souza•ARTICLE•Revista de Antropologia•2017

    Tomando como motivo uma sequência de imagens – portas, árvores, fractais, rios e bacias –, este texto procura apontar e comentar alguns dos desafios e implicações para a antropologia em geral – e para a antropologia brasileira em particular – da presença, em nossos estimados espaços de produção dita teórica, de pessoas indígenas e outras, previamente admitidas não como sujeitos, mas como sujeitados, objetos de teorização. O contexto da reflexão é…

  • Irritante Duplicidade

    Open Access•Marcela Stockler Coelho De Souza•BOOK•Revista de Antropologia da UFSCar•2017•Citada por: 2

    Esta nota examina enunciados kisêdjê (povo jê do Xingu) sobre a "mistura" de sangues e culturas para abordar os desafios de mensurar a continuidade e mudança em experiências indígenas contemporâneas. Conceitos de contramestiçagem e antimestiçagem são explorados como alternativas para evitar dilemas comuns em análises sobre mestiçagem, desde que não sejam recapturados pela lógica da mestiçagem, com sua alternância entre fusão e segregação e a nega…

  • A Vida Dos Lugares Entre Os Kïsêdjê

    Open Access•Marcela Stockler Coelho De Souza•ARTICLE•Espaço Ameríndio•2018•Citada por: 6•Referências: 6

    Este artigo trata da toponímia kiïsêdjê (povo indígena de língua jê também conhecido como Suyá) por meio da suspensão de duas assunções: a de que os lugares sejam produtos de processos, seja de construção, seja de representação; e a de que nomeá-los seja um modo dessa construção. O que tento mostrar é que os lugares a que se referem os topônimos são constituídos a partir de relações, que se poderia dizer intersubjetivas ou interpessoais, entre hu…

  • Dois pequenos problemas com a lei terra intangível para os Kisêdjê

    Open Access•Marcela Stockler Coelho De Souza•ARTICLE•Revista de Antropologia da UFSCar•2021•Citada por: 6•Referências: 6

    A mobilidade (nomadismo ou semi-nomadismo) de povos jê setentrionais, e o caráter oral das tradições em que se registram sua história e seu envolvimento na paisagem, são dois traços salientes da territorialidade indígena que não encontram acolhimento no regime jurídico desenhado para o reconhecimento de terras indígenas no Brasil. Um dos objetivos deste artigo é evidenciar essa incompatibilidade. Mas os Kisêjdê não desconhe- cem essa dificuldade,…

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