Sônia Fátima Schwendler
Dados Biográficos
| ID | 337140 |
|---|---|
| NOME | Sônia Fátima Schwendler |
| PRENOMES | Sônia Fátima |
| SOBRENOME | Schwendler |
| ASSINATURA | SCHWENDLER S F |
| AFILIAÇÕES | Universidade Federal do Paraná |
| ORCID | 0000-0002-7098-3239 |
| VERIFICADO | Sim |
| TOTAL DE OBRAS | 11 |
| TOTAL DE CITAÇÕES | 21 |
| TOTAL COMO AUTOR | 11 |
| TOTAL COMO EDITOR | 0 |
| PRIMEIRO ANO DE PUBLICAÇÃO | 2014 |
| ANO MAIS RECENTE DE PUBLICAÇÃO | 2025 |
| ÍNDICE H | 3 |
Agência feminista descolonial
Las experiencias agroecológicas de las mujeres Sin Tierra emergen de la valorización de los patios productivos. La educación agroecológica ocurre a través de la valorización de conocimientos empíricos mediados con conocimientos ecológicos modernos, construidos en el diálogo de saberes. La inclusión de las mujeres en programas de compras públicas ha permitido mayor autonomía económica, capacidad de agencia y ampliación de subjetividad activa. Con …
Popular Peasant Feminism in La Via Campesina in Latin America
Popular peasant feminism was pioneered by Latin American rural women organized by the Coordinadora Latinoamericana de Organizaciones del Campo (Latin American Coordinator of Rural Organizations) member organization of the international peasant movement La Via Campesina (the Peasant Way-LVC). These organizations have moved forward on gender issues to incorporate a socialist-feminist agenda despite the challenge this agenda faces with regard to the…
Life stories of Sem Terra women
In this article, we analyse the sexual division of labour in the agroecological work of women living in Agrarian Reform territories in Paraná. Research data point to women's increased autonomy, 'agency' and active subjectivity. However, we identified the persistence of patriarchal sexual divisions of labour. This leads to longer working days and exhaustion of women's bodies. In addition, we identified reduced socio-political organization and migr…
Histórias de vida de mulheres Sem Terra
Neste artigo, analisamos a divisão sexual do trabalho no trabalho agroecológico de mulheres que vivem em territórios de Reforma Agrária do Paraná. Os dados de campo apontam para o aumento da autonomia, 'agência' e subjetividade ativa das mulheres. Entretanto, identificamos persistências de divisões sexuais do trabalho patriarcais. Esse quadro conduz à ampliação de jornadas de trabalho e esgotamento do corpo das mulheres. Além disso, identificamos…
Diversidade de gênero e educação nas áreas rurais do Brasil
O artigo focaliza a diversidade de gênero e busca preencher uma marcante lacuna no tratamento dessa temática no campo, no Brasil, por meio de oficinas desenvolvidas com adolescentes em escolas de assentamentos de Reforma Agrária no Paraná (2015-2017). A pesquisa constatou, no campo, uma apropriação diferenciada e não linear da projeção da temática da diversidade de gênero pela mídia televisiva no contexto da legalização do casamento homossexual n…
Gênero e sexualidade no contexto da escola do campo
O presente estudo aborda as temáticas de gênero e sexualidade como dimensões da formação humana no âmbito escolar. A partir de pesquisa empírica numa escola de assentamento em área de Reforma Agrária no estado do Paraná, examinou-se de que modo às questões de gênero e sexualidade são compreendidas e trabalhadas como dimensões da formação humana, numa perspectiva emancipadora, de educação omnilateral, no contexto da Educação do Campo. Tendo como r…
A divisão sexual do trabalho no campo sob a perspectiva da juventude camponesa
A partir de narrativas juvenis, neste artigo analisa-se a divisão sexual do trabalho em áreas rurais, com foco nas tensões produzidas pelas diferenças geracionais. Os dados, obtidos a partir da metodologia da história de vida em quatro etapas de oficinas pedagógicas (2015-2016) realizadas com 150 jovens de duas escolas de assentamentos de reforma agrária no Paraná, revelam os impactos do trabalho genderizado no processo de socialização da juventu…
Relações de trabalho, gênero e geração das jovens camponesas em assentamentos de reforma agrária
O presente artigo analisa a inserção das jovens camponesas no trabalho do campo tendo como foco a questão de gênero e geração. Para esta análise, toma-se por referência pesquisa realizada em assentamento de reforma agrária no Estado do Paraná, com jovens entre 14 e 20 anos. Por meio da metodologia da história de vida e do grupo focal buscou-se compreender a trajetória de vida da juventude camponesa, em especial das jovens, e as relações de gênero…
An education in gender and agroecology in Brazil’s Landless Rural Workers’ Movement
This article explores the implications of a blended agroecology and gender education within Brazil’s Landless Rural Workers’ Movement (MST). The discussion is first situated within MST’s struggle for land and for peasant families’ livelihoods, generally, and under neoliberalism, specifically. Central to the struggle against neoliberalism have been critical educational models that evolved towards agroecology and a gender-equality-oriented pedagogy…
O processo pedagógico da luta de gênero na luta pela terra
O presente artigo analisa o processo pedagógico da luta de gênero que ocorre dentro da luta pela terra a partir do protagonismo das mulheres trabalhadoras do campo. Com base na literatura da temática da educação, gênero e movimentos sociais e, a partir de extensa pesquisa de campo desenvolvida no Sul do Brasil com mulheres e homens do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e com o Movimento de Mulheres Camponesas (MMC), este estudo ev…
International Women’s Day in the Brazilian Countryside
This paper examines new forms of political protest and resistance carried out by Brazilian peasant women during the celebration of International Women’s Day. Since 2006, the Brazilian women of La Via Campesina (International Peasant Movement) have taken radical action in order to reclaim 8 March as an international day of struggle by women workers and to question the political, cultural and economic model of development. Their efforts to break th…
An education in gender and agroecology in Brazil’s Landless Rural Workers’ Movement
This article explores the implications of a blended agroecology and gender education within Brazil’s Landless Rural Workers’ Movement (MST). The discussion is first situated within MST’s struggle for land and for peasant families’ livelihoods, generally, and under neoliberalism, specifically. Central to the struggle against neoliberalism have been critical educational models that evolved towards agroecology and a gender-equality-oriented pedagogy…
O processo pedagógico da luta de gênero na luta pela terra
O presente artigo analisa o processo pedagógico da luta de gênero que ocorre dentro da luta pela terra a partir do protagonismo das mulheres trabalhadoras do campo. Com base na literatura da temática da educação, gênero e movimentos sociais e, a partir de extensa pesquisa de campo desenvolvida no Sul do Brasil com mulheres e homens do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e com o Movimento de Mulheres Camponesas (MMC), este estudo ev…
A divisão sexual do trabalho no campo sob a perspectiva da juventude camponesa
A partir de narrativas juvenis, neste artigo analisa-se a divisão sexual do trabalho em áreas rurais, com foco nas tensões produzidas pelas diferenças geracionais. Os dados, obtidos a partir da metodologia da história de vida em quatro etapas de oficinas pedagógicas (2015-2016) realizadas com 150 jovens de duas escolas de assentamentos de reforma agrária no Paraná, revelam os impactos do trabalho genderizado no processo de socialização da juventu…
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In this article, we analyse the sexual division of labour in the agroecological work of women living in Agrarian Reform territories in Paraná. Research data point to women's increased autonomy, 'agency' and active subjectivity. However, we identified the persistence of patriarchal sexual divisions of labour. This leads to longer working days and exhaustion of women's bodies. In addition, we identified reduced socio-political organization and migr…
Histórias de vida de mulheres Sem Terra
Neste artigo, analisamos a divisão sexual do trabalho no trabalho agroecológico de mulheres que vivem em territórios de Reforma Agrária do Paraná. Os dados de campo apontam para o aumento da autonomia, 'agência' e subjetividade ativa das mulheres. Entretanto, identificamos persistências de divisões sexuais do trabalho patriarcais. Esse quadro conduz à ampliação de jornadas de trabalho e esgotamento do corpo das mulheres. Além disso, identificamos…
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Gênero e sexualidade no contexto da escola do campo
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