Jennifer Paola Pisso Concha
Dados Biográficos
| ID | 3471817 |
|---|---|
| NOME | Jennifer Paola Pisso Concha |
| PRENOMES | Jennifer Paola Pisso |
| SOBRENOME | Concha |
| ASSINATURA | CONCHA J P P |
| AFILIAÇÕES | Universidade Federal de Pelotas |
| ORCID | 0000-0003-3389-2044 |
| VERIFICADO | Sim |
| TOTAL DE OBRAS | 4 |
| TOTAL DE CITAÇÕES | 0 |
| OBRAS COMO AUTOR | 4 |
| OBRAS COMO EDITOR | 0 |
| PRIMEIRO ANO DE PUBLICAÇÃO | 2021 |
| ANO MAIS RECENTE DE PUBLICAÇÃO | 2025 |
| ÍNDICE H | 0 |
"A palavra que caminha"
O artigo mapeia as memórias evocadas sobre o território de Jambaló pela comunidade indígena Nasa da Colômbia, através da “palavra que caminha” (história oral) e (re)visita a força do lugar a partir da conexão ancestral com a “Mãe Terra”, estabelecendo pontos de referências geo-espaciais e elementos identitários da cultura Nasa. A pesquisa, de natureza etnográfica, fundamenta-se na Semiótica Social; propõe-se, assim, uma memória cartográfica que a…
Metodologias e subjetividades
Prácticas decoloniales del indígena Misak en el ciberespacio
Compreender o indígena Misak no ciberespaço, com base em diferentes produtos hipermídia, permite analisar o imaginário social construído dessa comunidade sob perspectiva híbrida (território físico e território digital). O trabalho também revela as práticas decoloniais Misak que são visíveis e prolongadas na WEB. A metodologia é netnográfica e suporta-se no jornalismo de dados, permitindo desvelar que a “aldeia virtual Misak” é uma das muitas rede…
Da oralidade à voz hipermédia
Da oralidade à voz hipermedia’ através de um estudo de caso intitulado ‘Força M’ enxerga para aqueles narradores que ao longo dos anos tem sido marginalizados ou considerados subalternos. Portanto, a pesquisa foca em uma comunidade indígena (os Misak no departamento de Cauca, Colômbia) e o indivíduo da periferia (Marcos Almeida, o Maragato, na Restinga, Porto Alegre, Brasil), com o intuito de não só contribuir no processamento de materiais orais …
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Prácticas decoloniales del indígena Misak en el ciberespacio
Compreender o indígena Misak no ciberespaço, com base em diferentes produtos hipermídia, permite analisar o imaginário social construído dessa comunidade sob perspectiva híbrida (território físico e território digital). O trabalho também revela as práticas decoloniais Misak que são visíveis e prolongadas na WEB. A metodologia é netnográfica e suporta-se no jornalismo de dados, permitindo desvelar que a “aldeia virtual Misak” é uma das muitas rede…
Da oralidade à voz hipermédia
Da oralidade à voz hipermedia’ através de um estudo de caso intitulado ‘Força M’ enxerga para aqueles narradores que ao longo dos anos tem sido marginalizados ou considerados subalternos. Portanto, a pesquisa foca em uma comunidade indígena (os Misak no departamento de Cauca, Colômbia) e o indivíduo da periferia (Marcos Almeida, o Maragato, na Restinga, Porto Alegre, Brasil), com o intuito de não só contribuir no processamento de materiais orais …
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O artigo mapeia as memórias evocadas sobre o território de Jambaló pela comunidade indígena Nasa da Colômbia, através da “palavra que caminha” (história oral) e (re)visita a força do lugar a partir da conexão ancestral com a “Mãe Terra”, estabelecendo pontos de referências geo-espaciais e elementos identitários da cultura Nasa. A pesquisa, de natureza etnográfica, fundamenta-se na Semiótica Social; propõe-se, assim, uma memória cartográfica que a…
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