Vítor Manuel Neto
Dados Biográficos
| ID | 4133828 |
|---|---|
| NOME | Vítor Manuel Neto |
| PRENOMES | Vítor |
| SOBRENOME | Manuel Neto |
| ASSINATURA | MANUEL V |
| AFILIAÇÕES | University of Coimbra |
| ORCID | 0000-0002-1713-9901 |
| VERIFICADO | Sim |
| TOTAL DE OBRAS | 18 |
| TOTAL DE CITAÇÕES | 0 |
| TOTAL COMO AUTOR | 18 |
| TOTAL COMO EDITOR | 0 |
| PRIMEIRO ANO DE PUBLICAÇÃO | 1985 |
| ANO MAIS RECENTE DE PUBLICAÇÃO | 2020 |
| ÍNDICE H | 0 |
Natália Correia e a Pide
Para além da sua criação literária, Natália Correia notabilizou-se pelas suas atividades políticas e culturais durante o Estado Novo. Nos finais da década de 40, iniciou uma intervenção cívica no país vindo a participar nas organizações de oposição ao regime vigente através da subscrição de manifestos e de outros documentos políticos ao lado de outros intelectuais antifascistas. Desde cedo, que participou no Movimento de Unidade Democrática (MUD)…
A construção do Estado Novo vista pelos editoriais do jornal Diário da Manhã
O artigo propõe-se analisar o processo de construção do Estado Novo nos anos 30 a partir da leitura dos Editoriais do jornal Diário da Manhã. Assim, contextualiza-se o aparecimento do periódico em 1931 e articula-se este facto com a emergência da União Nacional fundada em 1930 e com os seus Estatutos aprovados em 1932. Mostra-se como o DM era o orgão oficial do «partido político» do regime ditatorial e aborda-se a ideologia Estado-Novista por ele…
[Recensão a] Pereira, Halpern Pereira, A Primeira República Portuguesa. Na fronteira do liberalismo e da democracia
https://doi.org/10.14195/2183-8925_36_18
[Review] Pereira, Miriam Halpern, A Primeira República Portuguesa. Na fronteira do liberalismo e da democracia
In brief, if one is not yet familiar with Iberian magic and folklore, the book at issue is about one hundred pages too short; the author has left out many points which are fundamental for the accurate interpretation of her sources.Otherwise though, a wealth of rare and precious information can be extracted from this work
José Relvas
José Relvas foi sobretudo um político e diplomata republicano que desempenhou funções importantes durante a vigência do regime. Ministro das Finanças do Governo Provisório realizou a reforma monetária que levou à criação do escudo como moeda do país. Embaixador em Madrid durante as incursões monárquicas, desenvolveu uma atividade significativa no campo das relações entre os dois países. Deputado e senador abandonou provisoriamente a política em 1…
O atentado de Serajevo e as origens da Grande Guerra
Na sequencia do assassinato por jovens servios bosnios do arquiduque Francisco Fernando e de sua esposa, em 28 de Junho de 1914, as tensoes politicas e ideologicas aumentaram na zona balcânica e, por extensao, em toda a Europa. Na verdade, desde ha muito que se desenhava uma guerra imperialista entre as potencias europeias. Pelo seu significado politico e historico, aquele acontecimento tragico, em Serajevo, funcionou como pretexto para o desenca…
A sociabilidade cultural durante a 1a República
Res_por:Durante a Ia Republica a sociabilidade cultural manifestava-se, em Coimbra, especialmente nos espectaculos de cinema mude», no teatro, nos clubes recreativos e culturais, nos cafes e nas conferencias. Apesar de ser uma pequena cidade de provincia, habitada por uma populacao maioritariamente analfabeta, nao deixava de revelar uma actividade cultural relativamente intensa especialmente devido a existencia de dois teatros onde acorria a pequ…
A Laicidade do Estado em Portugal
O processo de laicização do Estado foi longo e não se pode cingir à mera publicação da lei de Afonso Costa que separou o política da religião em 20 de Abril de 1911. O Estado católico começou a ser contestado nas últimas décadas do século XIX por republicanos, socialistas e anarquistas que pugnavam pela neutralidade do poder político em matéria de religião. Após a implantação da República assistiu-se a um movimento de laicização semelhante, em ce…
Minorias e limites da tolerância em Portugal (sécs. XIX/XX)
M INORIAS E LIM ITES DA TOLERÂNCIA EM PORTUGAL (SÉCS
Miguel Bombarda e Manuel Fernandes Santana
O nacionalismo católico em Jacinto Cândido
[Recensão a] António Teixeira Fernandes, Relações entre a Igreja e o Estado no Estado Novo e no pós 25 de Abril de 1974
[Recensão a] Juan B. Vilar — Intolerância y libertad en la España contemporânea. Los Orígenes del Protestantismo Español Actual
[Recensão a] William J. Callaham, Iglesia, poder y sociedad em España, 1750-1874
A. Aires de Gouveia
Iberismo e municipalismo em J. F. Henriques Nogueira
The religious question in the first Republic
Herculano
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Herculano
The religious question in the first Republic
Iberismo e municipalismo em J. F. Henriques Nogueira
A. Aires de Gouveia
[Recensão a] William J. Callaham, Iglesia, poder y sociedad em España, 1750-1874
[Recensão a] Juan B. Vilar — Intolerância y libertad en la España contemporânea. Los Orígenes del Protestantismo Español Actual
O nacionalismo católico em Jacinto Cândido
[Recensão a] António Teixeira Fernandes, Relações entre a Igreja e o Estado no Estado Novo e no pós 25 de Abril de 1974
Miguel Bombarda e Manuel Fernandes Santana
Minorias e limites da tolerância em Portugal (sécs. XIX/XX)
M INORIAS E LIM ITES DA TOLERÂNCIA EM PORTUGAL (SÉCS
A Laicidade do Estado em Portugal
O processo de laicização do Estado foi longo e não se pode cingir à mera publicação da lei de Afonso Costa que separou o política da religião em 20 de Abril de 1911. O Estado católico começou a ser contestado nas últimas décadas do século XIX por republicanos, socialistas e anarquistas que pugnavam pela neutralidade do poder político em matéria de religião. Após a implantação da República assistiu-se a um movimento de laicização semelhante, em ce…
A sociabilidade cultural durante a 1a República
Res_por:Durante a Ia Republica a sociabilidade cultural manifestava-se, em Coimbra, especialmente nos espectaculos de cinema mude», no teatro, nos clubes recreativos e culturais, nos cafes e nas conferencias. Apesar de ser uma pequena cidade de provincia, habitada por uma populacao maioritariamente analfabeta, nao deixava de revelar uma actividade cultural relativamente intensa especialmente devido a existencia de dois teatros onde acorria a pequ…
O atentado de Serajevo e as origens da Grande Guerra
Na sequencia do assassinato por jovens servios bosnios do arquiduque Francisco Fernando e de sua esposa, em 28 de Junho de 1914, as tensoes politicas e ideologicas aumentaram na zona balcânica e, por extensao, em toda a Europa. Na verdade, desde ha muito que se desenhava uma guerra imperialista entre as potencias europeias. Pelo seu significado politico e historico, aquele acontecimento tragico, em Serajevo, funcionou como pretexto para o desenca…
José Relvas
José Relvas foi sobretudo um político e diplomata republicano que desempenhou funções importantes durante a vigência do regime. Ministro das Finanças do Governo Provisório realizou a reforma monetária que levou à criação do escudo como moeda do país. Embaixador em Madrid durante as incursões monárquicas, desenvolveu uma atividade significativa no campo das relações entre os dois países. Deputado e senador abandonou provisoriamente a política em 1…
[Recensão a] Pereira, Halpern Pereira, A Primeira República Portuguesa. Na fronteira do liberalismo e da democracia
https://doi.org/10.14195/2183-8925_36_18
[Review] Pereira, Miriam Halpern, A Primeira República Portuguesa. Na fronteira do liberalismo e da democracia
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A construção do Estado Novo vista pelos editoriais do jornal Diário da Manhã
O artigo propõe-se analisar o processo de construção do Estado Novo nos anos 30 a partir da leitura dos Editoriais do jornal Diário da Manhã. Assim, contextualiza-se o aparecimento do periódico em 1931 e articula-se este facto com a emergência da União Nacional fundada em 1930 e com os seus Estatutos aprovados em 1932. Mostra-se como o DM era o orgão oficial do «partido político» do regime ditatorial e aborda-se a ideologia Estado-Novista por ele…
Natália Correia e a Pide
Para além da sua criação literária, Natália Correia notabilizou-se pelas suas atividades políticas e culturais durante o Estado Novo. Nos finais da década de 40, iniciou uma intervenção cívica no país vindo a participar nas organizações de oposição ao regime vigente através da subscrição de manifestos e de outros documentos políticos ao lado de outros intelectuais antifascistas. Desde cedo, que participou no Movimento de Unidade Democrática (MUD)…
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