Manuel Nunes Dias
Dados Biográficos
| ID | 736337 |
|---|---|
| NOME | Manuel Nunes Dias |
| PRENOMES | Manuel Nunes |
| SOBRENOME | Dias |
| ASSINATURA | DIAS M N |
| AFILIAÇÕES | Universidade de São Paulo |
| ORCID | 0000-0002-2749-1925 |
| VERIFICADO | Sim |
| TOTAL DE OBRAS | 32 |
| TOTAL DE CITAÇÕES | 39 |
| OBRAS COMO AUTOR | 32 |
| OBRAS COMO EDITOR | 0 |
| PRIMEIRO ANO DE PUBLICAÇÃO | 1953 |
| ANO MAIS RECENTE DE PUBLICAÇÃO | 2026 |
| ÍNDICE H | 3 |
Semeando Em Solo Fértil
This article aims to understand African philosophies by taking as its starting point the disputes surrounding their legitimacy as a philosophical field. To this end, it analyzes the critique of academic Eurocentrism and of Western criteria for the validation of knowledge that have historically marginalized African philosophical productions. Subsequently, in order to affirm the existence of African philosophies, the text engages in dialogue with a…
Reconstruindo laços na comunidade escolar como forma de combater a violência e o racismo
Este artigo apresenta recortes de uma pesquisa de campo envolvendo a atuação transdisciplinar e afro-referenciada, articulada com a Teoria Crítica, de estudantes de pós-graduação, profissionais e arte-educadores em uma escola pública situada em uma região periférica de São Paulo, ao longo de três anos, como parte de uma pesquisa mais ampla em outras unidades escolares de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraíba. A proposta de apresentar os diversos âm…
Vida favorecida colorida
Com base em nossas experiências de docência compartilhada em sala de aula com professores e estudantes do 7o ano em uma escola municipal, destacamos as afinidades entre as narrativas de videoclipes de rappers do próprio território das comunidades do entorno e as vivências dos jovens, de maneira a potencializar reflexões críticas e uma escrita sensível às mazelas que os atingem como sujeitos. Ao propor videoclipes, como "De onde eu venho" (Edi Roc…
Fomento Ultramarino e Mercantilismo
E' claro que não cabe aqui, nas estreitas balizas dêste capítulo, um estudo sério, em profundidade, sôbre a administração que se se-guiu à morte de D . José I . A nosso intento - é preciso dizê-lo -basta, tão sômente, focar o arraigado espírito anti-pombalino do nô-vo govêrno - rainha e ministério - e de certas facções eclesiásticas, bem como da alta nobreza ofendida e das classes populares humilha-das
Companhias versus companhias na competição colonial
A Venezuela nas reformas estruturais do sistema colonial espanhol
O mercantilismo tradicional espanhol, estruturado nas centrais deSevilha e Cadiz e nos Consulados de Lima e México, foi defensivo edissipador. Encegueirado pelo "bulionismo" cometeu o erro "crisohedonista"confundindo riqueza com metais preciosos
"Fontes manuscritas do "Comércio Livre
In the second half of the XVIIIth century the economic relations between Spain and West Indians suffered changes in its structure. It was the "Free Commerce" system that started the changes of the "Unic Port" rule and at the same time made possible the continuity of the Spanish merchantilism. Beside Seville and Cadiz thirty seven other ports began to operate throughout transoceanic routes and so increasing the circulation of mechandises in the Me…
Fomento Ultramarino e Mercantilismo
O controvertido problema da extinção da Companhia não era seomente de estrutura política, mas, sobretudo, de natureza moral e econômica . A polêmica, por isso mesmo, conspurcava a opinião, con-correndo para pervertê-la e depravá-la
Fomento Ultramarino e Mercantilismo
CONTINUAÇÃOSEXTA PARTE. - A EXTINÇÃO DA COMPANHIA. CAPITULO II. - A CONTROVÉRSIA EM TORNO DA COMPANHIA . a) . - Os detratores. Com a morte de D . José I, sucedida em fevereiro de 1777, e conseqüente queda do marquês de Pombal, deveriam desvanecer-se de todo quaisquer esperanças aos administradores da Companhia do Grão-Pará e Maranhão de verem prorrogados os seus largos privilégios do comércio e navegação que há mais de vinte anos vinham exer-cend…
Fomento ultramarino e mercantilismo
SEXTA PARTE. - A EXTINÇÃO DA COMPANHIA.CAPÍTULO III. - A JUNTA LIQUIDATÁRIA DOS FUNDOS DA COMPANHIA.Por ser uma obra do marquês de Pombal, a Companhia do Grão Pará e Maranhão não teve vida longa. Viveu pouco, mas vi-veu intensamente tôdas as emoções
Fomento Ultramarino e Mercantilismo
CONTINUAÇÃONas vésperas de 1755, ano do estabelecimento da Companhia pombalina, o Estado do Grão-Pará e Maranhão era terra semi-morta. Afigura-se-nos que o grau de abandono em que se achava o alto-norte do Brasil já ficou convenientemente demonstrado
Fomento Ultramarino e Mercantilismo
O mecanismo da circulação mercantil atlântica dos produtos de origem européia nada tinha de baralhado . A organização do tráfico oceânico à distância era simples . A Junta da Administração da Com-panhia, com sede em Lisboa, mantinha escritórios comerciais nas importantes praças de trânsito e de consumo da Europa - no Mar do Norte, no Báltico e no Mediterrâneo
Fomento Ultramarino e Mercantilismo
CONTINUAÇÃO
Os acionistas e o capital social da Companhia do Grão Pará e Maranhão. (Os dois momentos
Os estatutos da Companhia Geral do Grao Para e Maranhao, articulados em 55 paragrafos, datados de Lisboa a 6 de Junho de 1755, foram aprovados por alvara de D. Jose I dado no dia subsequente. Organizou-se a empresa ultramarina no âmbito do Direito Privado e representou, na epoca em que foi fundada, um arrojo temerario. Nao se tracou nenhum contrato social. Pela primeira vez un grupo de comerciantes, operando no reino e na colonia, propunha a Coro…
Fomento ultramarino e mercantilismo
QUARTA PARTE . - O GIRO MERCANTIL. CAPITULO II. - CARREGAMENTOS, MERCADOS E MERCADORES .c) . - As carregações de mão-de-obra africana.A introdução de mão-de-obra africana no Estado do Grão-Pará e Maranhão era a razão principal da existência da Companhia . O tráfico de escravos seria encarado pela emprêsa pombalina como um negócio vital, porque, suposta a liberdade do índio, seriam os negros africanos que cultivariam os gêneros tropicais que os na…
Fomento ultramarino e mercantilismo
CONTINUAÇÃO
Fomento Ultramarino e Mercantilismo
TERCEIRA PARTE - A ADMINISTRAÇÃO DA COMPANHIA
Colonização da Amazônia (1755-1778)
Uma campanha de mobilização nacional para a ocupação efetiva da Amazônia foi recentemente iniciada pelo nosso Ministério do Interior
Fomento Ultramarino e Mercantilismo
CONTINUAÇÃO
Fomento Ultramarino e Mercantilismo
CONTINUAÇÃO
Fomento ultramarino e mercantilismo
CONTINUAÇÃO - CAPÍTULO II No comêço da administração de Francisco Xavier de Men-donça Furtado, governador e capitão-general do Estado do Grão-Pará e Maranhão, a Amazônia ainda enfrentava os seus pro-blemas de ligação com o mundo europeu
A tonelagem da frota da companhia geral do Grão-Pará e Maranhão
Questão vital para a manutenção e crescimento orgânico da Companhia era o transporte. O problema foi pôsto pela Junta da Administração na ordem do dia em caráter de urgência. A vida da gigantesca emprêsa projetada dependia, verdadeiramente, da solução encontrada para semelhante proposição, sem dúvida substancial
A Junta liquidatária dos fundos das Companhias do Grão Pará e Maranhão, Pernambuco e Paraíba
As frotas do cacau da Amazônia (1756-1777)
No comêço da segunda metade do século XVIII, início da administração de Francisco Xavier de Mendonça Furtado, governador e capitão-general do Estado do Grão-Pará e Maranhão, a Amazônia - cêrca de dois terços da área total do Brasil -ainda enfrentava o problema de ligação com o mundo europeu. A obra de revelação econômica do enorme espaço tropical não poderia ser executada a contento com uma estrutura •orgânica inadequada, deficiência de mão-de-ob…
Os portugueses no Índico Africano no século XVII
No comêço do século XVI, com a organização da rota atlân-tica das especiarias asiáticas pelos portuguêses, cristãos e mou-ros disputaram, numa luta de morte, os campos auríferos do Monomotapa . As minas dos sertões de Sofala eram, então, uma das prêsas mais cobiçadas das grandes potências. Na ânsia de possuirem o precioso metal amarelo, capitães e mercadores manuelinos tomaram contacto com a terra enigmática do Ín-dico africano, reconhecendo, atr…
Arab Seafaring in the Indian Ocean in ancient and early Medieval Times
HOURANI (Georg Fadlo). - Arab Seafaring in the Indian Ocean in ancient and early Medieval Times. New Hersey, 1951, 122 páginas(Primeiro Parágrafo do Artigo)A navegação árabe no Oceano Índico na Antiguidade e Alta Idade Média: trabalho árduo por reclamar longa e paciente pesquisa arquivistica e erudita reflexão, dada a quase total inexistência de monografias preliminares, e o avultado obstáculo da leitura dos manuscritos árabes
Os acionistas e o capital social da Companhia do Grão Pará e Maranhão. (Os dois momentos
Os estatutos da Companhia Geral do Grao Para e Maranhao, articulados em 55 paragrafos, datados de Lisboa a 6 de Junho de 1755, foram aprovados por alvara de D. Jose I dado no dia subsequente. Organizou-se a empresa ultramarina no âmbito do Direito Privado e representou, na epoca em que foi fundada, um arrojo temerario. Nao se tracou nenhum contrato social. Pela primeira vez un grupo de comerciantes, operando no reino e na colonia, propunha a Coro…
Fomento ultramarino e mercantilismo
CONTINUAÇÃO - CAPÍTULO II No comêço da administração de Francisco Xavier de Men-donça Furtado, governador e capitão-general do Estado do Grão-Pará e Maranhão, a Amazônia ainda enfrentava os seus pro-blemas de ligação com o mundo europeu
Fomento Ultramarino e Mercantilismo
CONTINUAÇÃOSEXTA PARTE. - A EXTINÇÃO DA COMPANHIA. CAPITULO II. - A CONTROVÉRSIA EM TORNO DA COMPANHIA . a) . - Os detratores. Com a morte de D . José I, sucedida em fevereiro de 1777, e conseqüente queda do marquês de Pombal, deveriam desvanecer-se de todo quaisquer esperanças aos administradores da Companhia do Grão-Pará e Maranhão de verem prorrogados os seus largos privilégios do comércio e navegação que há mais de vinte anos vinham exer-cend…
As frotas do cacau da Amazônia (1756-1777)
No comêço da segunda metade do século XVIII, início da administração de Francisco Xavier de Mendonça Furtado, governador e capitão-general do Estado do Grão-Pará e Maranhão, a Amazônia - cêrca de dois terços da área total do Brasil -ainda enfrentava o problema de ligação com o mundo europeu. A obra de revelação econômica do enorme espaço tropical não poderia ser executada a contento com uma estrutura •orgânica inadequada, deficiência de mão-de-ob…
Alguns arquivos portuguêses que importam ao Brasil
Arab Seafaring in the Indian Ocean in ancient and early Medieval Times
HOURANI (Georg Fadlo). - Arab Seafaring in the Indian Ocean in ancient and early Medieval Times. New Hersey, 1951, 122 páginas(Primeiro Parágrafo do Artigo)A navegação árabe no Oceano Índico na Antiguidade e Alta Idade Média: trabalho árduo por reclamar longa e paciente pesquisa arquivistica e erudita reflexão, dada a quase total inexistência de monografias preliminares, e o avultado obstáculo da leitura dos manuscritos árabes
Notícias da cultura industrial da guaxima no Brasil nos fins do século XVIII
Os campos de ouro do Monomotapa no século XVI
Literatura de viagem. Um livro de Mário Graciotti sobre Portugal
IV Colóquio Internacional de Estudos Luso-Brasileiros
Como estava programado, as sessões do IV Colóquio Internacional de Estudos Luso-Brasileiros decorreram de 10 a 21 de agôsto último, na Faculdade de Odontologia da Universidade da Bahia, na cidade de Salvador
A organização da rota atlântica do ouro da mina e os mecanismos dos resgates
Estabelecidas as bases firmes de um comércio regular com os reinos negros da Senegâmbia e com as comunidades bérbe-res do Saara atlântico, Portugal mobilizou-se para completar a "captura" do ouro sudanês com a organização atlântica da rota da Mina
Os portugueses no Índico Africano no século XVII
No comêço do século XVI, com a organização da rota atlân-tica das especiarias asiáticas pelos portuguêses, cristãos e mou-ros disputaram, numa luta de morte, os campos auríferos do Monomotapa . As minas dos sertões de Sofala eram, então, uma das prêsas mais cobiçadas das grandes potências. Na ânsia de possuirem o precioso metal amarelo, capitães e mercadores manuelinos tomaram contacto com a terra enigmática do Ín-dico africano, reconhecendo, atr…
A Junta liquidatária dos fundos das Companhias do Grão Pará e Maranhão, Pernambuco e Paraíba
As frotas do cacau da Amazônia (1756-1777)
No comêço da segunda metade do século XVIII, início da administração de Francisco Xavier de Mendonça Furtado, governador e capitão-general do Estado do Grão-Pará e Maranhão, a Amazônia - cêrca de dois terços da área total do Brasil -ainda enfrentava o problema de ligação com o mundo europeu. A obra de revelação econômica do enorme espaço tropical não poderia ser executada a contento com uma estrutura •orgânica inadequada, deficiência de mão-de-ob…
A tonelagem da frota da companhia geral do Grão-Pará e Maranhão
Questão vital para a manutenção e crescimento orgânico da Companhia era o transporte. O problema foi pôsto pela Junta da Administração na ordem do dia em caráter de urgência. A vida da gigantesca emprêsa projetada dependia, verdadeiramente, da solução encontrada para semelhante proposição, sem dúvida substancial
Fomento Ultramarino e Mercantilismo
CONTINUAÇÃO
Fomento Ultramarino e Mercantilismo
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Fomento ultramarino e mercantilismo
CONTINUAÇÃO - CAPÍTULO II No comêço da administração de Francisco Xavier de Men-donça Furtado, governador e capitão-general do Estado do Grão-Pará e Maranhão, a Amazônia ainda enfrentava os seus pro-blemas de ligação com o mundo europeu
Fomento Ultramarino e Mercantilismo
TERCEIRA PARTE - A ADMINISTRAÇÃO DA COMPANHIA
Colonização da Amazônia (1755-1778)
Uma campanha de mobilização nacional para a ocupação efetiva da Amazônia foi recentemente iniciada pelo nosso Ministério do Interior
Os acionistas e o capital social da Companhia do Grão Pará e Maranhão. (Os dois momentos
Os estatutos da Companhia Geral do Grao Para e Maranhao, articulados em 55 paragrafos, datados de Lisboa a 6 de Junho de 1755, foram aprovados por alvara de D. Jose I dado no dia subsequente. Organizou-se a empresa ultramarina no âmbito do Direito Privado e representou, na epoca em que foi fundada, um arrojo temerario. Nao se tracou nenhum contrato social. Pela primeira vez un grupo de comerciantes, operando no reino e na colonia, propunha a Coro…
Fomento ultramarino e mercantilismo
QUARTA PARTE . - O GIRO MERCANTIL. CAPITULO II. - CARREGAMENTOS, MERCADOS E MERCADORES .c) . - As carregações de mão-de-obra africana.A introdução de mão-de-obra africana no Estado do Grão-Pará e Maranhão era a razão principal da existência da Companhia . O tráfico de escravos seria encarado pela emprêsa pombalina como um negócio vital, porque, suposta a liberdade do índio, seriam os negros africanos que cultivariam os gêneros tropicais que os na…
Fomento ultramarino e mercantilismo
CONTINUAÇÃO
Fomento Ultramarino e Mercantilismo
CONTINUAÇÃONas vésperas de 1755, ano do estabelecimento da Companhia pombalina, o Estado do Grão-Pará e Maranhão era terra semi-morta. Afigura-se-nos que o grau de abandono em que se achava o alto-norte do Brasil já ficou convenientemente demonstrado
Fomento Ultramarino e Mercantilismo
O mecanismo da circulação mercantil atlântica dos produtos de origem européia nada tinha de baralhado . A organização do tráfico oceânico à distância era simples . A Junta da Administração da Com-panhia, com sede em Lisboa, mantinha escritórios comerciais nas importantes praças de trânsito e de consumo da Europa - no Mar do Norte, no Báltico e no Mediterrâneo
Fomento Ultramarino e Mercantilismo
CONTINUAÇÃO
Fomento Ultramarino e Mercantilismo
O controvertido problema da extinção da Companhia não era seomente de estrutura política, mas, sobretudo, de natureza moral e econômica . A polêmica, por isso mesmo, conspurcava a opinião, con-correndo para pervertê-la e depravá-la
Fomento Ultramarino e Mercantilismo
CONTINUAÇÃOSEXTA PARTE. - A EXTINÇÃO DA COMPANHIA. CAPITULO II. - A CONTROVÉRSIA EM TORNO DA COMPANHIA . a) . - Os detratores. Com a morte de D . José I, sucedida em fevereiro de 1777, e conseqüente queda do marquês de Pombal, deveriam desvanecer-se de todo quaisquer esperanças aos administradores da Companhia do Grão-Pará e Maranhão de verem prorrogados os seus largos privilégios do comércio e navegação que há mais de vinte anos vinham exer-cend…
Fomento ultramarino e mercantilismo
SEXTA PARTE. - A EXTINÇÃO DA COMPANHIA.CAPÍTULO III. - A JUNTA LIQUIDATÁRIA DOS FUNDOS DA COMPANHIA.Por ser uma obra do marquês de Pombal, a Companhia do Grão Pará e Maranhão não teve vida longa. Viveu pouco, mas vi-veu intensamente tôdas as emoções
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