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Manuel Nunes Dias

Dados Biográficos

ID736337
NOMEManuel Nunes Dias
PRENOMESManuel Nunes
SOBRENOMEDias
ASSINATURADIAS M N
AFILIAÇÕESUniversidade de São Paulo
ORCID0000-0002-2749-1925
VERIFICADOSim
TOTAL DE OBRAS32
TOTAL DE CITAÇÕES39
OBRAS COMO AUTOR32
OBRAS COMO EDITOR0
PRIMEIRO ANO DE PUBLICAÇÃO1953
ANO MAIS RECENTE DE PUBLICAÇÃO2026
ÍNDICE H3
  • Semeando Em Solo Fértil

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Marina Nunes Dias•ARTICLE•READ – Revista de Estudos…•2026

    This article aims to understand African philosophies by taking as its starting point the disputes surrounding their legitimacy as a philosophical field. To this end, it analyzes the critique of academic Eurocentrism and of Western criteria for the validation of knowledge that have historically marginalized African philosophical productions. Subsequently, in order to affirm the existence of African philosophies, the text engages in dialogue with a…

  • Reconstruindo laços na comunidade escolar como forma de combater a violência e o racismo

    Open Access•Mônica Do Amaral, Manuel Nunes Dias et al.•ARTICLE•Educação e Pesquisa•2025•Referências: 1

    Este artigo apresenta recortes de uma pesquisa de campo envolvendo a atuação transdisciplinar e afro-referenciada, articulada com a Teoria Crítica, de estudantes de pós-graduação, profissionais e arte-educadores em uma escola pública situada em uma região periférica de São Paulo, ao longo de três anos, como parte de uma pesquisa mais ampla em outras unidades escolares de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraíba. A proposta de apresentar os diversos âm…

  • Vida favorecida colorida

    Open Access•Mônica Amaral, Manuel Nunes Dias et al.•ARTICLE•Revista Extraprensa•2022

    Com base em nossas experiências de docência compartilhada em sala de aula com professores e estudantes do 7o ano em uma escola municipal, destacamos as afinidades entre as narrativas de videoclipes de rappers do próprio território das comunidades do entorno e as vivências dos jovens, de maneira a potencializar reflexões críticas e uma escrita sensível às mazelas que os atingem como sujeitos. Ao propor videoclipes, como "De onde eu venho" (Edi Roc…

  • Fomento Ultramarino e Mercantilismo

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•2017

    E' claro que não cabe aqui, nas estreitas balizas dêste capítulo, um estudo sério, em profundidade, sôbre a administração que se se-guiu à morte de D . José I . A nosso intento - é preciso dizê-lo -basta, tão sômente, focar o arraigado espírito anti-pombalino do nô-vo govêrno - rainha e ministério - e de certas facções eclesiásticas, bem como da alta nobreza ofendida e das classes populares humilha-das

  • Companhias versus companhias na competição colonial

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista Portuguesa de História•1976

  • A Venezuela nas reformas estruturais do sistema colonial espanhol

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1975

    O mercantilismo tradicional espanhol, estruturado nas centrais deSevilha e Cadiz e nos Consulados de Lima e México, foi defensivo edissipador. Encegueirado pelo "bulionismo" cometeu o erro "crisohedonista"confundindo riqueza com metais preciosos

  • "Fontes manuscritas do "Comércio Livre

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Anais do Museu Paulista História…•1974

    In the second half of the XVIIIth century the economic relations between Spain and West Indians suffered changes in its structure. It was the "Free Commerce" system that started the changes of the "Unic Port" rule and at the same time made possible the continuity of the Spanish merchantilism. Beside Seville and Cadiz thirty seven other ports began to operate throughout transoceanic routes and so increasing the circulation of mechandises in the Me…

  • Fomento Ultramarino e Mercantilismo

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1970

    O controvertido problema da extinção da Companhia não era seomente de estrutura política, mas, sobretudo, de natureza moral e econômica . A polêmica, por isso mesmo, conspurcava a opinião, con-correndo para pervertê-la e depravá-la

  • Fomento Ultramarino e Mercantilismo

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1970•Citada por: 2

    CONTINUAÇÃOSEXTA PARTE. - A EXTINÇÃO DA COMPANHIA. CAPITULO II. - A CONTROVÉRSIA EM TORNO DA COMPANHIA . a) . - Os detratores. Com a morte de D . José I, sucedida em fevereiro de 1777, e conseqüente queda do marquês de Pombal, deveriam desvanecer-se de todo quaisquer esperanças aos administradores da Companhia do Grão-Pará e Maranhão de verem prorrogados os seus largos privilégios do comércio e navegação que há mais de vinte anos vinham exer-cend…

  • Fomento ultramarino e mercantilismo

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1970

    SEXTA PARTE. - A EXTINÇÃO DA COMPANHIA.CAPÍTULO III. - A JUNTA LIQUIDATÁRIA DOS FUNDOS DA COMPANHIA.Por ser uma obra do marquês de Pombal, a Companhia do Grão Pará e Maranhão não teve vida longa. Viveu pouco, mas vi-veu intensamente tôdas as emoções

  • Fomento Ultramarino e Mercantilismo

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1969

    CONTINUAÇÃONas vésperas de 1755, ano do estabelecimento da Companhia pombalina, o Estado do Grão-Pará e Maranhão era terra semi-morta. Afigura-se-nos que o grau de abandono em que se achava o alto-norte do Brasil já ficou convenientemente demonstrado

  • Fomento Ultramarino e Mercantilismo

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1969

    O mecanismo da circulação mercantil atlântica dos produtos de origem européia nada tinha de baralhado . A organização do tráfico oceânico à distância era simples . A Junta da Administração da Com-panhia, com sede em Lisboa, mantinha escritórios comerciais nas importantes praças de trânsito e de consumo da Europa - no Mar do Norte, no Báltico e no Mediterrâneo

  • Fomento Ultramarino e Mercantilismo

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1969

    CONTINUAÇÃO

  • Os acionistas e o capital social da Companhia do Grão Pará e Maranhão. (Os dois momentos

    Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Cahiers du monde hispanique et…•1968•Citada por: 3

    Os estatutos da Companhia Geral do Grao Para e Maranhao, articulados em 55 paragrafos, datados de Lisboa a 6 de Junho de 1755, foram aprovados por alvara de D. Jose I dado no dia subsequente. Organizou-se a empresa ultramarina no âmbito do Direito Privado e representou, na epoca em que foi fundada, um arrojo temerario. Nao se tracou nenhum contrato social. Pela primeira vez un grupo de comerciantes, operando no reino e na colonia, propunha a Coro…

  • Fomento ultramarino e mercantilismo

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1968

    QUARTA PARTE . - O GIRO MERCANTIL. CAPITULO II. - CARREGAMENTOS, MERCADOS E MERCADORES .c) . - As carregações de mão-de-obra africana.A introdução de mão-de-obra africana no Estado do Grão-Pará e Maranhão era a razão principal da existência da Companhia . O tráfico de escravos seria encarado pela emprêsa pombalina como um negócio vital, porque, suposta a liberdade do índio, seriam os negros africanos que cultivariam os gêneros tropicais que os na…

  • Fomento ultramarino e mercantilismo

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1968

    CONTINUAÇÃO

  • Fomento Ultramarino e Mercantilismo

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1967

    TERCEIRA PARTE - A ADMINISTRAÇÃO DA COMPANHIA

  • Colonização da Amazônia (1755-1778)

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1967

    Uma campanha de mobilização nacional para a ocupação efetiva da Amazônia foi recentemente iniciada pelo nosso Ministério do Interior

  • Fomento Ultramarino e Mercantilismo

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1966

    CONTINUAÇÃO

  • Fomento Ultramarino e Mercantilismo

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1966

    CONTINUAÇÃO

  • Fomento ultramarino e mercantilismo

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1966•Citada por: 3

    CONTINUAÇÃO - CAPÍTULO II No comêço da administração de Francisco Xavier de Men-donça Furtado, governador e capitão-general do Estado do Grão-Pará e Maranhão, a Amazônia ainda enfrentava os seus pro-blemas de ligação com o mundo europeu

  • A tonelagem da frota da companhia geral do Grão-Pará e Maranhão

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1964

    Questão vital para a manutenção e crescimento orgânico da Companhia era o transporte. O problema foi pôsto pela Junta da Administração na ordem do dia em caráter de urgência. A vida da gigantesca emprêsa projetada dependia, verdadeiramente, da solução encontrada para semelhante proposição, sem dúvida substancial

  • A Junta liquidatária dos fundos das Companhias do Grão Pará e Maranhão, Pernambuco e Paraíba

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista Portuguesa de História•1962

  • As frotas do cacau da Amazônia (1756-1777)

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1962•Citada por: 2

    No comêço da segunda metade do século XVIII, início da administração de Francisco Xavier de Mendonça Furtado, governador e capitão-general do Estado do Grão-Pará e Maranhão, a Amazônia - cêrca de dois terços da área total do Brasil -ainda enfrentava o problema de ligação com o mundo europeu. A obra de revelação econômica do enorme espaço tropical não poderia ser executada a contento com uma estrutura •orgânica inadequada, deficiência de mão-de-ob…

  • Os portugueses no Índico Africano no século XVII

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1961

    No comêço do século XVI, com a organização da rota atlân-tica das especiarias asiáticas pelos portuguêses, cristãos e mou-ros disputaram, numa luta de morte, os campos auríferos do Monomotapa . As minas dos sertões de Sofala eram, então, uma das prêsas mais cobiçadas das grandes potências. Na ânsia de possuirem o precioso metal amarelo, capitães e mercadores manuelinos tomaram contacto com a terra enigmática do Ín-dico africano, reconhecendo, atr…

Próximo
  • Arab Seafaring in the Indian Ocean in ancient and early Medieval Times

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1954•Citada por: 29

    HOURANI (Georg Fadlo). - Arab Seafaring in the Indian Ocean in ancient and early Medieval Times. New Hersey, 1951, 122 páginas(Primeiro Parágrafo do Artigo)A navegação árabe no Oceano Índico na Antiguidade e Alta Idade Média: trabalho árduo por reclamar longa e paciente pesquisa arquivistica e erudita reflexão, dada a quase total inexistência de monografias preliminares, e o avultado obstáculo da leitura dos manuscritos árabes

  • Os acionistas e o capital social da Companhia do Grão Pará e Maranhão. (Os dois momentos

    Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Cahiers du monde hispanique et…•1968•Citada por: 3

    Os estatutos da Companhia Geral do Grao Para e Maranhao, articulados em 55 paragrafos, datados de Lisboa a 6 de Junho de 1755, foram aprovados por alvara de D. Jose I dado no dia subsequente. Organizou-se a empresa ultramarina no âmbito do Direito Privado e representou, na epoca em que foi fundada, um arrojo temerario. Nao se tracou nenhum contrato social. Pela primeira vez un grupo de comerciantes, operando no reino e na colonia, propunha a Coro…

  • Fomento ultramarino e mercantilismo

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1966•Citada por: 3

    CONTINUAÇÃO - CAPÍTULO II No comêço da administração de Francisco Xavier de Men-donça Furtado, governador e capitão-general do Estado do Grão-Pará e Maranhão, a Amazônia ainda enfrentava os seus pro-blemas de ligação com o mundo europeu

  • Fomento Ultramarino e Mercantilismo

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1970•Citada por: 2

    CONTINUAÇÃOSEXTA PARTE. - A EXTINÇÃO DA COMPANHIA. CAPITULO II. - A CONTROVÉRSIA EM TORNO DA COMPANHIA . a) . - Os detratores. Com a morte de D . José I, sucedida em fevereiro de 1777, e conseqüente queda do marquês de Pombal, deveriam desvanecer-se de todo quaisquer esperanças aos administradores da Companhia do Grão-Pará e Maranhão de verem prorrogados os seus largos privilégios do comércio e navegação que há mais de vinte anos vinham exer-cend…

  • As frotas do cacau da Amazônia (1756-1777)

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1962•Citada por: 2

    No comêço da segunda metade do século XVIII, início da administração de Francisco Xavier de Mendonça Furtado, governador e capitão-general do Estado do Grão-Pará e Maranhão, a Amazônia - cêrca de dois terços da área total do Brasil -ainda enfrentava o problema de ligação com o mundo europeu. A obra de revelação econômica do enorme espaço tropical não poderia ser executada a contento com uma estrutura •orgânica inadequada, deficiência de mão-de-ob…

  • Alguns arquivos portuguêses que importam ao Brasil

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1953

  • Arab Seafaring in the Indian Ocean in ancient and early Medieval Times

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1954•Citada por: 29

    HOURANI (Georg Fadlo). - Arab Seafaring in the Indian Ocean in ancient and early Medieval Times. New Hersey, 1951, 122 páginas(Primeiro Parágrafo do Artigo)A navegação árabe no Oceano Índico na Antiguidade e Alta Idade Média: trabalho árduo por reclamar longa e paciente pesquisa arquivistica e erudita reflexão, dada a quase total inexistência de monografias preliminares, e o avultado obstáculo da leitura dos manuscritos árabes

  • Notícias da cultura industrial da guaxima no Brasil nos fins do século XVIII

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1955

  • Os campos de ouro do Monomotapa no século XVI

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1958

  • Literatura de viagem. Um livro de Mário Graciotti sobre Portugal

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1959

  • IV Colóquio Internacional de Estudos Luso-Brasileiros

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1959

    Como estava programado, as sessões do IV Colóquio Internacional de Estudos Luso-Brasileiros decorreram de 10 a 21 de agôsto último, na Faculdade de Odontologia da Universidade da Bahia, na cidade de Salvador

  • A organização da rota atlântica do ouro da mina e os mecanismos dos resgates

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1960

    Estabelecidas as bases firmes de um comércio regular com os reinos negros da Senegâmbia e com as comunidades bérbe-res do Saara atlântico, Portugal mobilizou-se para completar a "captura" do ouro sudanês com a organização atlântica da rota da Mina

  • Os portugueses no Índico Africano no século XVII

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1961

    No comêço do século XVI, com a organização da rota atlân-tica das especiarias asiáticas pelos portuguêses, cristãos e mou-ros disputaram, numa luta de morte, os campos auríferos do Monomotapa . As minas dos sertões de Sofala eram, então, uma das prêsas mais cobiçadas das grandes potências. Na ânsia de possuirem o precioso metal amarelo, capitães e mercadores manuelinos tomaram contacto com a terra enigmática do Ín-dico africano, reconhecendo, atr…

  • A Junta liquidatária dos fundos das Companhias do Grão Pará e Maranhão, Pernambuco e Paraíba

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista Portuguesa de História•1962

  • As frotas do cacau da Amazônia (1756-1777)

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1962•Citada por: 2

    No comêço da segunda metade do século XVIII, início da administração de Francisco Xavier de Mendonça Furtado, governador e capitão-general do Estado do Grão-Pará e Maranhão, a Amazônia - cêrca de dois terços da área total do Brasil -ainda enfrentava o problema de ligação com o mundo europeu. A obra de revelação econômica do enorme espaço tropical não poderia ser executada a contento com uma estrutura •orgânica inadequada, deficiência de mão-de-ob…

  • A tonelagem da frota da companhia geral do Grão-Pará e Maranhão

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1964

    Questão vital para a manutenção e crescimento orgânico da Companhia era o transporte. O problema foi pôsto pela Junta da Administração na ordem do dia em caráter de urgência. A vida da gigantesca emprêsa projetada dependia, verdadeiramente, da solução encontrada para semelhante proposição, sem dúvida substancial

  • Fomento Ultramarino e Mercantilismo

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1966

    CONTINUAÇÃO

  • Fomento Ultramarino e Mercantilismo

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1966

    CONTINUAÇÃO

  • Fomento ultramarino e mercantilismo

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1966•Citada por: 3

    CONTINUAÇÃO - CAPÍTULO II No comêço da administração de Francisco Xavier de Men-donça Furtado, governador e capitão-general do Estado do Grão-Pará e Maranhão, a Amazônia ainda enfrentava os seus pro-blemas de ligação com o mundo europeu

  • Fomento Ultramarino e Mercantilismo

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1967

    TERCEIRA PARTE - A ADMINISTRAÇÃO DA COMPANHIA

  • Colonização da Amazônia (1755-1778)

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1967

    Uma campanha de mobilização nacional para a ocupação efetiva da Amazônia foi recentemente iniciada pelo nosso Ministério do Interior

  • Os acionistas e o capital social da Companhia do Grão Pará e Maranhão. (Os dois momentos

    Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Cahiers du monde hispanique et…•1968•Citada por: 3

    Os estatutos da Companhia Geral do Grao Para e Maranhao, articulados em 55 paragrafos, datados de Lisboa a 6 de Junho de 1755, foram aprovados por alvara de D. Jose I dado no dia subsequente. Organizou-se a empresa ultramarina no âmbito do Direito Privado e representou, na epoca em que foi fundada, um arrojo temerario. Nao se tracou nenhum contrato social. Pela primeira vez un grupo de comerciantes, operando no reino e na colonia, propunha a Coro…

  • Fomento ultramarino e mercantilismo

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1968

    QUARTA PARTE . - O GIRO MERCANTIL. CAPITULO II. - CARREGAMENTOS, MERCADOS E MERCADORES .c) . - As carregações de mão-de-obra africana.A introdução de mão-de-obra africana no Estado do Grão-Pará e Maranhão era a razão principal da existência da Companhia . O tráfico de escravos seria encarado pela emprêsa pombalina como um negócio vital, porque, suposta a liberdade do índio, seriam os negros africanos que cultivariam os gêneros tropicais que os na…

  • Fomento ultramarino e mercantilismo

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1968

    CONTINUAÇÃO

  • Fomento Ultramarino e Mercantilismo

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1969

    CONTINUAÇÃONas vésperas de 1755, ano do estabelecimento da Companhia pombalina, o Estado do Grão-Pará e Maranhão era terra semi-morta. Afigura-se-nos que o grau de abandono em que se achava o alto-norte do Brasil já ficou convenientemente demonstrado

  • Fomento Ultramarino e Mercantilismo

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1969

    O mecanismo da circulação mercantil atlântica dos produtos de origem européia nada tinha de baralhado . A organização do tráfico oceânico à distância era simples . A Junta da Administração da Com-panhia, com sede em Lisboa, mantinha escritórios comerciais nas importantes praças de trânsito e de consumo da Europa - no Mar do Norte, no Báltico e no Mediterrâneo

  • Fomento Ultramarino e Mercantilismo

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1969

    CONTINUAÇÃO

  • Fomento Ultramarino e Mercantilismo

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1970

    O controvertido problema da extinção da Companhia não era seomente de estrutura política, mas, sobretudo, de natureza moral e econômica . A polêmica, por isso mesmo, conspurcava a opinião, con-correndo para pervertê-la e depravá-la

  • Fomento Ultramarino e Mercantilismo

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1970•Citada por: 2

    CONTINUAÇÃOSEXTA PARTE. - A EXTINÇÃO DA COMPANHIA. CAPITULO II. - A CONTROVÉRSIA EM TORNO DA COMPANHIA . a) . - Os detratores. Com a morte de D . José I, sucedida em fevereiro de 1777, e conseqüente queda do marquês de Pombal, deveriam desvanecer-se de todo quaisquer esperanças aos administradores da Companhia do Grão-Pará e Maranhão de verem prorrogados os seus largos privilégios do comércio e navegação que há mais de vinte anos vinham exer-cend…

  • Fomento ultramarino e mercantilismo

    Open Access•Manuel Nunes Dias, Manuel Νuñes Dias•ARTICLE•Revista de História•1970

    SEXTA PARTE. - A EXTINÇÃO DA COMPANHIA.CAPÍTULO III. - A JUNTA LIQUIDATÁRIA DOS FUNDOS DA COMPANHIA.Por ser uma obra do marquês de Pombal, a Companhia do Grão Pará e Maranhão não teve vida longa. Viveu pouco, mas vi-veu intensamente tôdas as emoções

Humanities (24 obras) · History of Colonial Brazil (20 obras) · Art (19 obras) · Colonialism, slavery, and trade (18 obras) · Philosophy (11 obras) · Philosophy (11 obras) · Brazilian History and Foreign Policy (10 obras) · Physics (4 obras) · Political science (4 obras) · Geography (3 obras)

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