Maria Luiza Süssekind
Dados Biográficos
| ID | 891533 |
|---|---|
| NOME | Maria Luiza Süssekind |
| PRENOMES | Maria Luiza |
| SOBRENOME | Süssekind |
| ASSINATURA | SÜSSEKIND M L |
| AFILIAÇÕES | Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro |
| ORCID | 0000-0002-7296-615X |
| VERIFICADO | Sim |
| TOTAL DE OBRAS | 12 |
| TOTAL DE CITAÇÕES | 7 |
| TOTAL COMO AUTOR | 12 |
| TOTAL COMO EDITOR | 0 |
| PRIMEIRO ANO DE PUBLICAÇÃO | 2014 |
| ANO MAIS RECENTE DE PUBLICAÇÃO | 2024 |
| ÍNDICE H | 1 |
Três tardes (Ou contar histórias é enfrentar genocídios)
Este artigo examina o movimento dos estudos dos cotidianos, apontando inspirações teóricas e apostas políticas, teóricas e metodológicas. Argumenta que os estudos dos cotidianos em educação alimentam e se nutrem em outros deslocamentos na academia na contemporaneidade, como a decolonialidade, os estudos feministas e pós-estruturais. Conclui que os relatos e os estudos dos cotidianos são armas contra o genocídio
Educação emancipatória, juventude e reforma do ensino médio
A entrevista traz à discussão aspectos importantes da atual reforma do ensino médio e como ela impacta a juventude brasileira. Indica-se uma mudança de perspectiva nos processos democráticos de construção de políticas educacionais que atinge, na verdade, todos os segmentos da educação. Aborda-se a questão acerca dos projetos de nação propostos e pensados por especialistas oriundos de grupos empresariais que tomaram lugar e espaço desde 2016 em de…
A produção de inexistências na pandemia
As políticas monocultoras (SANTOS, 2018) são preguiçosas no conhecer da diferença, assim produzem não-existências. A pandemia da COVID-19, transforma a crise mundial de saúde, em mecanismo que aprofunda as desigualdades vividas por alguns grupos no país tratada por esse governo a partir da mesma razão da não-existência. Das muitas desigualdades, focamos na educação de meninas negras e a partir do relatório A educação de meninas negras em tempos d…
Ecologia de saberes, para adiar o fim da escola
This article was written during the Coronavirus pandemic period and displaces notions of the world and the end of the world, with support from Deszö Kosztolányi and Julio Cortázar's tales and the perspectives of expansion and invention of the present in the dialogue with the theoretic framework of Michel de Certeau, Boaventura de Sousa Santos and Ailton Krenak. In this sense, strong anti-capitalist criticism is weaved, and it is argued that the c…
Alfinetar
O artigo parte da reclamação feita por uma pessoa, estudante do curso de Pedagogia/Licenciaturas numa universidade pública, na prova final, na qual alega sentir-se 'alfinetada' em seu modo de pensar e existir pelas conversas realizadas durante as aulas. O 'alfinetar' é capturado e usado como bússola para percorrermos os debates que aconteceram nas aulas. Nesse manuscrito, os fios dessas redes de conhecimentos e teorias curriculares exibem nós de …
Pendurando roupas nos varais”
As reformas curriculares de 2016, 2017, 2018 e 2019 ameaçam a democraticidade da escola pública, pois criam desigualdade, mesmo ao anunciar o direito à educação e ao aprendizado para todos. O argumento proposto é que professores e estudantes são criadores de conhecimento, tecendo redes de saberes científicos, experienciais e outros em conversas que acontecem nas salas de aulas, embora essas políticas venham aumentando o controle do trabalho docen…
Entrevista com Boaventura de Sousa Santos para Anped/Brasil
Conferencista convidado para a abertura da 39a Reunião Nacional da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd), Boaventura de Sousa Santos, português, nascido em 15 de novembro de 1940, é professor catedrático da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, Distinguished Legal Scholar da Faculdade de Direito da Universidade de Wisconsin-Madison e Global Legal Scholar da Universidade de Warwick. É também diretor do Cen…
Não Existe Pecado Do Lado De Baixo Do Equador”
Este ensaio apresenta desdobramentos e conclusões sobre a comunicação oral intitulada “BNCC E FORMAÇÃO DE PROFESSORXS: DESDOBRAMENTOS”, que apresentamos no VII Encontro de Educadores/UFMA em que defendemos que currículos podem ser conversas complicadas de William F. Pinar, que, quase independentemente das disciplinas e planejamentos, versam sobre cosmopolitismos, historicidades, subjetividades, alegorias e silêncios. Argumentamos que a proposta d…
Não Existe Pecado Do Lado De Baixo Do Equador”
Este ensaio apresenta desdobramentos e conclusões sobre a comunicação oral intitulada “BNCC E FORMAÇÃO DE PROFESSO RXS: DES DOBRAME NTOS ”, que apresentamos no VII Encontro de Educadores/UFMA em que defendemos que currículos podem ser conversas complicadas de William F. Pinar, que, quase independentemente das disciplinas e planejamentos, versam sobre cosmopolitismos, historicidades, subjetividades, alegorias e silêncios. Argumentamos que a propos…
Das teorias críticas às críticas das teorias
O desenvolvimento do campo de estudos em Currículo no Brasil é marcado pela influência das teorias críticas que, mesmo quando deixam de ser majoritárias, permanece grande e talvez mesmo hegemônica, fazendo com que autores de outras tendências e matizes dialoguem com ela compulsoriamente, mesmo que de modo subliminar. Nossa hipótese de compreensão desse fenômeno vincula-se à importância intrínseca do debate para a constituição do campo do Currícul…
Narrativas Como Travessias Curriculares
Apostando em inventar no trabalho de campo para dar conta das pesquisa s multilocalizadas na formação de professores em que habitamos diversos espaçostempos por meio de nossas redes de conhecimentos e subjetividades trabalhamos com metodologias inventadas a partir do fazer com e criadas nos contextos das pesquisas nosdoscom os cotidianos, como os muitos usos das narrativas e conversas. Tomamos os currículos como conversas complicadas que se desdo…
Taking Advantage of the Paradigmatic Crisis
This article presents an epistemological overview of abyssal thinking and its impact on the field of education, particularly in relation to teachers' work, as it is done and understood. It argues that the clearest expression of abyssal thinking is the hegemony of science which explains two school phenomena: the historical subalternisation of the knowledge of experience and the contemporary global bias toward evaluating education based on evidence…
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