Contributos para a auto-regulação do bebé no Paradigma Face-to-Face Still-Face
Dados Bibliográficos
| ID | 14825554 |
|---|---|
| Autores | Íris Seixas (Polytechnic Institute of Porto, autor correspondente), Miguel Barbosa (0000-0002-0670-0425), Marina Fuertes (0000-0001-7061-5092) |
| Ano | 2017 |
| Volume | 35 |
| Fascículo | 4 |
| Páginas | 469-485 |
| Data de publicação | 2017-12-26 |
| Peer Reviewed | Sim |
| Open Access | Sim |
| Tipo | ARTICLE |
| Periódico | Análise Psicológica (JOURNAL) |
| Identificadores do periódico | ISSN: 0870-8231 • E-ISSN: 1646-6020 |
| Editora | ISPA - Instituto Universitario (PUBLISHER) |
| DOI | 10.14417/ap.1280 |
| OpenAlex | W2772282491 |
| Idioma | PT |
| Citações recebidas | 6 |
| Referências citadas | 13 |
Logo após o nascimento o recém-nascido apresenta comportamentos instintivos de auto-regulação, sendo capaz de controlar as suas respostas motoras e vegetativas isolando-se de estímulos perturbadores, organizando-se face ao stress e iniciando ou terminando a interação com os pais. Estes comportamentos evoluem ao longo do primeiro ano de vida. A partir dos 3 meses estes comportamentos parecem organizar-se em estilos comportamentais e ter um peso moderado na qualidade da vinculação mãe-filho(a). No intuito de estudar os processos de auto-regulação do bebé e o papel materno na interação, observámos 98 bebés (46 meninas, 51 primíparos, nascidos com mais de 36 semanas de gestação) e as suas mães, na situação experimental Still-Face aos 3 e aos 9 meses. O comportamento dos bebés foi classificado ou descrito quanto à sua forma de organização comportamental (e.g., capacidade de recuperação após o episódio do Still-Face) e o comportamento materno quanto à qualidade do envolvimento e ao nível de intrusividade. Os resultados indicam diferenças individuais na auto-regulação do bebé, das quais descrevemos e apresentamos 3 padrões de organização de resposta com diferentes estilos comportamentais associados. Estas formas de auto-regulação apresentam uma elevada associação com as respostas maternas, género do bebé e paridade. Os dados deste estudo suportam a tese de que a auto-regulação infantil resulta da capacidade da mobilização dos recursos do bebé e da resposta que recebe para apoiar os seus esforços
Humanities · Child and Adolescent Psychosocial and Emotional Development · Infant Development and Preterm Care · Infant Health and Development · Philosophy · Psychology
Face-to-Face Still-Face
Interactive behaviors between mothers and their prematurely born infants in the face-to-face Still-Face Paradigm
The challenges of stillness
A self‐comfort oriented pattern of regulatory behavior and avoidant attachment are more likely among infants born moderate‐to‐late preterm
Predicting Patterns of Regulatory Behavior in the Still‐Face Paradigm at 3 Months
Predicting attachment in Portuguese infants born very or extremely preterm
The Infant's Response to Entrapment between Contradictory Messages in Face-to-Face Interaction
Infant Stress and Parent Responsiveness
The many faces of the Still-Face Paradigm
Developing Mechanisms of Temperamental Effortful Control
The Still Face
Predictors of infant positive, negative and self-direct coping during face to face still-face in a Portuguese preterm sample
Infants' Vagal Regulation in the Still-Face Paradigm Is Related to Dyadic Coordination of Mother-Infant Interaction
Infant response to the still-face situation at 3 and 6 months
Mother-infant face-to-face interaction
Infant affect and affect regulation during the still-face paradigm with mothers and fathers
Gender differences in emotional expressivity and self-regulation during early infancy
Infants, mothers, and dyadic contributions to stability and prediction of social stress response at 6 months
Regulation of distress and negative emotions
| Obras citantes distintas | 6 |
|---|---|
| Citações por ano | 0,86 |
| Intervalo de citações | 2019 - 2025 (7) |
| Velocidade de citação | recent |
| Altamente citado | Não |
| Tipos de citação | Neutras: 6 |