Médicos da atenção primária e especializada conhecem e utilizam mecanismos de coordenação
Dados Bibliográficos
| ID | 16780301 |
|---|---|
| Autores | Lisiane Da Silva Mendes (0000-0001-6053-8484, Universidade Federal da Bahia), Lívia dos Santos Mendes, Patty Fidelis Almeida (0000-0003-1676-3574, Universidade Federal Fluminense), Patty Fidelis De Almeida |
| Ano | 2020 |
| Volume | 54 |
| Páginas | 121 |
| Data de publicação | 2020-12-16 |
| Peer Reviewed | Sim |
| Open Access | Sim |
| Tipo | ARTICLE |
| Periódico | Revista de Saúde Pública (JOURNAL) |
| Identificadores do periódico | ISSN: 0034-8910 • E-ISSN: 0034-8910 |
| Editora | Universidade de Sao Paulo, Agencia USP de Gestao da Informacao Academica (AGUIA) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.11606/s1518-8787.2020054002475 |
| PMID | 33237128 |
| OpenAlex | W3101031274 |
| Idioma | PT |
| Citações recebidas | 9 |
| Referências citadas | 11 |
OBJETIVOS: Analisar se médicos da atenção primária à saúde e da atenção especializada conhecem e utilizam mecanismos de coordenação do cuidado entre níveis assistenciais. MÉTODOS: Estudo transversal, do tipo inquérito, com aplicação do instrumento COORDENA-BR a médicos da atenção primária e da atenção especializada da rede pública de um município de médio porte, no período de junho a outubro de 2019. Foi abordado o conhecimento, frequência de envio e recebimento, finalidade, características e dificuldades para a utilização dos mecanismos de feedback ou adaptação mútua e de padronização para promoção de coordenação do cuidado entre níveis assistenciais. RESULTADOS: Instrumentos de feedback como formulários de referência e contrarreferência, resumo de alta hospitalar e WhatsApp são amplamente conhecidos por profissionais dos dois níveis, s em d iferenças s ignificativas. S essões c línicas e protocolos s ão p ouco r econhecidos, sobretudo na atenção especializada, o que pressupõe baixa utilização de mecanismos de padronização para obtenção de maior coordenação do cuidado entre níveis assistenciais. Apesar do elevado reconhecimento e facilidade de uso, instrumentos de feedback tradicionais como guias de referência e contrarreferência não são amplamente utilizados. Menor frequência de médicos conhecia os protocolos, principalmente na atenção especializada, e destacaram dificuldades para sua aplicação, como insuficiência de exames e indisponibilidade de insumos na rede. As sessões clínicas eram pouco conhecidas e tinham baixa frequência de participação. Pressão assistencial, baixa institucionalização e falta de tempo foram barreiras identificadas para a incorporação dos mecanismos de coordenação do cuidado ao processo de trabalho na atenção primária e especializada, além daquelas relacionadas à oferta de serviços na rede. CONCLUSÃO: Argumenta-se que a fragmentação do sistema e dos cuidados poderá ser enfrentada na complementariedade de medidas que possibilitem conhecer, desenvolver habilidades profissionais, institucionalizar e promover condições organizacionais para a efetiva utilização de mecanismos de coordenação em toda rede de atenção à saúde
Humanities · Health, Nursing, Elderly Care · Healthcare Systems and Technology · Medicine · Philosophy · Primary Care and Health Outcomes · Gerontology
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| Obras citantes distintas | 9 |
|---|---|
| Citações por ano | 1,8 |
| Intervalo de citações | 2021 - 2025 (5) |
| Velocidade de citação | recent |
| Altamente citado | Não |
| Tipos de citação | Neutras: 9 |