Transcriação e crítica literária
Haroldo de Campos e o papel epistêmico do ícone
Dados Bibliográficos
| ID | 16920140 |
|---|---|
| Autores | Ana Lázara Fernandes (0000-0003-3598-2916, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro), Juliana Queiroz (0000-0001-6978-4446) |
| Ano | 2022 |
| Volume | 42 |
| Fascículo | 01 |
| Páginas | 1-22 |
| Data de publicação | 2022-11-10 |
| Peer Reviewed | Sim |
| Open Access | Sim |
| Tipo | ARTICLE |
| Periódico | Cadernos de Tradução (JOURNAL) |
| Identificadores do periódico | ISSN: 1414-526X • E-ISSN: 2175-7968 |
| Editora | Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.5007/2175-7968.2022.e85828 |
| OpenAlex | W4308865429 |
| Idioma | PT |
| Referências citadas | 3 |
Que papel o fenômeno da tradução criativa, tradução icônica, ou transcriação, pode ter entre diversas formas de crítica? Vamos examinar esta questão no escopo da divisão sugerida por Umberto Eco, e sua relação com a tese de Haroldo de Campos de "tradução como crítica" – "se a tradução é uma forma privilegiada de leitura crítica, será através dela que se poderão conduzir outros poetas, amadores e estudantes de literatura à penetração no âmago do texto artístico, nos seus mecanismos e engrenagens mais íntimos". Exploramos essa tese através da noção operacional do ícone, e de ícone diagramático, desenvolvida por C. S. Peirce, e do exame da transcriação do poema "The Expiration", de John Donne, por Augusto de Campos. Em nossa abordagem, a transcriação é um ícone de relações. Ela revela, através de uma operação tipicamente diagramática, um sistema multinível de restrições. Nossa abordagem sugere uma perspectiva epistêmica para o ícone, desconsiderada por Haroldo, capaz de re-situar sua tese em um cenário teórico ainda inexplorado
Art · Humanities · Physics · Philosophy · Translation Studies and Practices
| Velocidade de citação | historical |
|---|---|
| Altamente citado | Não |