Zizek e a violência da linguagem - O caso Charlie Hebdo como adormecimento do espaço simbólico dos sujeitos
Dados Bibliográficos
| ID | 19081010 |
|---|---|
| Autores | Wellington Amancio (0000-0002-8226-7491, autor correspondente), Feliciano José Borralho de Mira |
| Ano | 2015 |
| Volume | 2 |
| Fascículo | 1 |
| Páginas | 105-118 |
| Data de publicação | 2015-03-08 |
| Open Access | Sim |
| Tipo | ARTICLE |
| Periódico | Aufklärung journal of philosophy (JOURNAL) |
| Identificadores do periódico | ISSN: 2318-9428 • E-ISSN: 2358-8470 |
| Editora | Problemata: International Journal of Philosophy (PUBLISHER) |
| DOI | 10.15440/arf.2014.22995 |
| OpenAlex | W4255990027 |
| Idioma | PT |
| Referências citadas | 1 |
Neste paper analisamos o conceito de violência subjetiva e violência objetiva (violência “simbólica” da linguagem) a parti de Žižek (2014), tendo com contexto o caso Chalie Hebdo aqui brevemente investigado a partir de suas charges como instrumento de racionalidade dos instintos. Tal foi desenvolvida por meio dos conceitos de violência aqui apresentados. Como paradigma dessa racionalidade, buscamos inferir o animal político de Aristóteles (1998) em vista da sua similaridade nas representações do homem em Hobbes (2003), a partir dos acontecimentos acima especificados, não tendo a pretensão de fazê-lo na tradição hermenêutica para cada um dois autores – embora o façamos em Žižek (2010, 2014). Pretendemos, por fim, compreender de que modo a violência pode ser exercida através da sexualidade e da política, instâncias, segundo Foucault, (2002), muito policiadas
Epistemology · Human sexuality · Humanities · Instinct · Political science · Politics · Rationality · Sociology · Gender Studies · History · Law · Literature, Culture, and Criticism · Philosophy · Psychoanalysis, Philosophy, and Politics · Psychology · Psychology and Mental Health · Social Psychology
| Altamente citado | Não |
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