O que comem os orixás nos terreiros de candomblé de nação Ketu de Salvador, Bahia
Uma perspectiva etnoarqueológica
Dados Bibliográficos
| ID | 20076932 |
|---|---|
| Autores | Ademir Ribeiro (0000-0002-2877-6770), Ademir Ribeiro Junior, Tania Andrade Lima (0000-0002-0500-6028) |
| Ano | 2018 |
| Páginas | 301-331 |
| Data de publicação | 2018-01-01 |
| Peer Reviewed | Sim |
| Open Access | Não |
| Tipo | CHAPTER |
| Periódico | Mesas luso-brasileiras: alimentação, saúde & cultura. vol. I (SOURCE_BOOK) |
| Editora | Imprensa da Universidade de Coimbra (PUBLISHER • PT) |
| DOI | 10.14195/978-989-26-1721-3_13 |
| OpenAlex | W2913575463 |
| ISBN | 9789892617213 |
| Idioma | PT |
| Referências citadas | 1 |
Mais que o simples ato de nutrir-se, podemos entender a alimentação, do ponto de vista da arqueologia, como uma atividade primordial das sociedades humanas, na qual tanto a sua materialidade quanto as suas práticas se revestem de simbolismos e significados, que ao mesmo tempo refletem e transformam os indivíduos e as estruturas sociais.Esse caráter simbólico e ativo da alimentação é visível nas linhagens dos terreiros de candomblé mais antigos da nação Ketu de Salvador e seus descendentes.Esses terreiros são templos religiosos de matriz cultural africana onde são celebrados principalmente os deuses originários do panteão iorubá, da Nigéria e do Benim.A partir de pesquisa bibliográfica, de observações participantes de cerimônias religiosas públicas e privadas e de entrevistas com informantes que detêm o conhecimento tradicional sobre a alimentação nos terreiros de candomblé, pretendemos: a) apresentar sucintamente o levantamento das pesquisas realizadas no Brasil relacionadas à alimentação da população de origem africana escravizada e das comunidades afro-brasileiras; b) relacionar o legado cultural intangível
Political science · Anthropological Studies and Insights · Indigenous Health and Education · Philosophy · Urban and sociocultural dynamics
| Velocidade de citação | historical |
|---|---|
| Altamente citado | Não |