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Para além da pulsão de morte

Absurdo e revolta em Albert Camus

Dados Bibliográficos

ID22016249
AutoresThiago A Costa (0000-0002-1274-0431, Universidade Federal de Pelotas), Erika Barbosa (0000-0002-5695-3746, Universidade Federal de Pelotas)
Ano2020
Volume11
Fascículo2
Páginas454-468
Data de publicação2020-08-28
Open AccessSim
TipoARTICLE
PeriódicoVoluntas Revista Internacional de Filosofia (JOURNAL)
Identificadores do periódicoISSN: 2179-3786 • E-ISSN: 1573-7888
EditoraUniversidade Federal de Santa Maria (PUBLISHER • BR)
DOI10.5902/2179378647242
OpenAlexW3082124589
IdiomaPT

O objetivo desse artigo é discutir a possibilidade de uma morte feliz, e consequentemente, uma vida feliz a partir da interpretação dos pilares filosóficos de Albert Camus, a saber: o absurdo e a revolta. Enquanto o absurdo diz respeito ao confronto da irracionalidade do mundo com o desejo de clareza e racionalidade que se encontra no homem, a revolta está vinculada ao desejo inconsciente de uma moral que denominamos de moral antiteísta ou moral de atitude por mover-se consciente no âmbito das ações concretas, nascidas do sentimento da absurdidade do mundo frente à morte e o sofrimento. Testaremos, ao final, a viabilidade dessa moral antiteísta promover uma morte feliz para quem sofre e uma vida feliz, apesar de todo sofrimento, para aquele que se depara com a morte do outro. Para isso, utilizaremos como fios condutores as obras de Albert Camus: O Mito de Sísifo e A peste

Humanities · Brazilian cultural history and politics · Literature, Culture, and Criticism · Philosophy · Psychology and Mental Health

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