Da negação do turismo à defesa do direito ao risco
Os primeiros projetos de lei para práticas de aventura no Brasil e a reação de esportistas
Dados Bibliográficos
| ID | 22100367 |
|---|---|
| Autores | Marília Martins Bandeira (0000-0002-4055-1881, Universidade Federal do Rio Grande do Sul), Dirceu Santos Silva (0000-0002-4557-4118, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), Sílvia Cristina Franco Amaral (0000-0001-7708-7034, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)) |
| Ano | 2021 |
| Volume | 10 |
| Fascículo | 2 |
| Páginas | 160-193 |
| Data de publicação | 2021-04-28 |
| Peer Reviewed | Sim |
| Open Access | Sim |
| Tipo | ARTICLE |
| Periódico | Podium Sport Leisure and Tourism Review (JOURNAL) |
| Identificadores do periódico | ISSN: 2316-932X • E-ISSN: 2316-932X |
| Editora | University Nove de Julho (PUBLISHER) |
| DOI | 10.5585/podium.v10i2.17831 |
| OpenAlex | W3157431337 |
| Idioma | PT |
| Citações recebidas | 1 |
| Referências citadas | 22 |
Objetivo: Analisar a reação de lideranças de entidades esportivas aos primeiros projetos de lei acerca de atividades de aventura no Brasil com relação a ações do turismo.Metodologia: Estudo qualitativo interpretativo de inspiração etnográfica e historiográfica, que teve como método a análise documental, sobretudo de textos governamentais, institucionais e da mídia especializada.Originalidade/relevância: Temática recente e atual, a ocorrência de acidentes em práticas de aventura e sua evitação demanda embasamento para o desenvolvimento do campo e mediação de conflitos entre seus agentes. Este artigo contribui com a originalidade da discussão sobre a tensão entre lideranças de comunidades de esportistas e empresários do turismo acerca das propostas de projetos de lei.Principais Resultados: A regulamentação dos esportes de aventura no Brasil via projetos de lei federais, estaduais e municipais não se materializou, mas gerou amplo debate entre mercado, Estado e sociedade civil durante sua tramitação. Os resultados demonstram que, alguns atletas ou esportistas autônomos de aventura não estiveram de acordo com as políticas públicas propostas no país e buscaram juridicamente a garantia constitucional de acesso gratuito aos ambientes naturais e liberdade de gestão do risco na prática como forma de lazer.Contribuições teóricas metodológicas: Os resultados contribuem teoricamente para demonstrar a complexidade das relações entre as lideranças do esporte e turismo e propostas de políticas públicas para práticas de aventura, e que certos perfis de esportistas não aceitaram a caracterização de atividades de aventura como turismo. Metodologicamente, esse estudo reforça que não se pode tratar documentos oficiais como referências bibliográficas e sim como fontes de dados a serem problematizados
Humanities · Political science · Adventure Sports and Sensation Seeking · Philosophy · Recreation, Leisure, Wilderness Management · Sport and Mega-Event Impacts
Narratives in Social Science Research
Lifestyle sport, public policy and youth engagement
Risk and Culture
Atividades de Aventura na Natureza
Sobre os Profissionais da Aventura
Documents, practices and policy
A formação do cidadão conforme a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988
Onde está o risco? Os seguros no contexto do turismo de aventura
| Obras citantes distintas | 1 |
|---|---|
| Citações por ano | 0,2 |
| Intervalo de citações | 2021 - 2021 (1) |
| Velocidade de citação | historical |
| Altamente citado | Não |