Dispositivo ontológico
Leituras Agambenianas da filosofia da técnica em Heidegger
Dados Bibliográficos
| ID | 22119175 |
|---|---|
| Autores | Marcus Vinicius De Souza Nunes (0000-0002-7340-4642, Universidade do Estado de Santa Catarina, autor correspondente) |
| Ano | 2022 |
| Volume | 9 |
| Páginas | 129-149 |
| Data de publicação | 2022-05-04 |
| Open Access | Sim |
| Tipo | ARTICLE |
| Periódico | Profanações (JOURNAL) |
| Identificadores do periódico | ISSN: 2358-6125 • E-ISSN: 2358-6125 |
| Editora | Universidade do Contestado - UnC (PUBLISHER) |
| DOI | 10.24302/prof.v9.4213 |
| OpenAlex | W4228997224 |
| Idioma | IT |
A noção de técnica desempenha um importante papel na filosofia de Martin Heidegger. Já em Ser e Tempo, sob a categoria da instrumentalidade, a técnica aparece como uma espécie de destino do ser. Este artigo apresenta uma leitura de A questão da técnica do filósofo alemão na perspectiva da arqueologia da ontologia de Giorgio Agamben. A pesquisa mostrará que reconhecer a noção de Ge-Stell heideggeriana como integrante do campo semântico do dispositivo de Agamben indica a possibilidade de localizar a história também teológica de desenvolvimento da técnica. Além disso, será possível evidenciar que o conceito de Heidegger não dá conta de um anterior desenvolvimento da noção de instrumentalidade que já aparece na obra de Tomás de Aquino e que se tornará importante para Agamben entender a técnica como a operação do corpo vivo pelos dispositivos de subjetivação. Palavras-chave: Ontologia. Ge-Stell. Metafísica. Tecnologia. Instrumentalidade
Humanities · Cultural, Media, and Literary Studies · Memory, Trauma, and Testimony · Philosophy · Psychology and Mental Health
| Altamente citado | Não |
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