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Intertextualidade e influência de Liszt e Berlioz no epílogo coral da Sinfonia, Opus 6 de Miguéz

Dados Bibliográficos

ID22174125
AutoresVitor Alves Giovannitti (Universidade de São Paulo), Rodolfo Coelho De Souza, R Moreira de Souza (Universidade de São Paulo)
Ano2025
Volume10
Fascículo2
Data de publicação2025-12-25
Open AccessSim
TipoARTICLE
PeriódicoMusica Theorica (JOURNAL)
Identificadores do periódicoISSN: 2525-5541 • E-ISSN: 2525-5541
EditoraAssociacao Brasileira de Teoria e Analise Musical (TeMA) (PUBLISHER)
DOI10.52930/mt.v10i2.354
OpenAlexW7117301382
IdiomaPT

Diversos historiadores e analistas reconheceram a influência de Liszt sobre os poemas sinfônicos da fase madura de Leopoldo Miguéz. Este artigo busca demonstrar a existência dessa influência já na fase anterior, como a que aparece na relação intertextual entre o epílogo coral do quarto movimento (Andante mistico assai sostenuto) da Sinfonia em Si bemol maior, Op. 6 (1882), de Miguéz e a segunda seção (epílogo coral) do terceiro movimento da Sinfonia Fausto (1854), de Franz Liszt, intitulado Mefistofeles. Além de Liszt, mostramos também a influência de Hector Berlioz na poética de Miguéz da mesma obra, tanto pelo uso da fanfarra, quanto pelo modo de uso do coro com a orquestra no terceiro movimento da Sinfonia Fúnebre e Triunfal, Op. 15 (1840), intitulado Apotheose

Intertextuality · Linguistics and Language Studies · Musicology and Musical Analysis · Schopenhauer and Stefan Zweig

Altamente citadoNão

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