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Ser ou não ser pescadora artesanal? Trabalho feminino, reconhecimento e representação social entre marisqueiras da Bacia de Campos, RJ

Dados Bibliográficos

ID2298065
AutoresLilian Sagio Cezar (0000-0001-8737-9946, State University of Norte Fluminense), Rafaella Theis (0000-0003-0323-5043, Universidade Federal do Paraná)
Ano2020
Volume63
Fascículo3
Data de publicação2020-12-17
Peer ReviewedSim
Open AccessSim
TipoARTICLE
PeriódicoRevista de Antropologia (JOURNAL)
Identificadores do periódicoISSN: 0034-7701 • E-ISSN: 1678-9857
EditoraUniversidade de São Paulo. Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais (PUBLISHER)
DOI10.11606/1678-9857.ra.2020.178848
OpenAlexW3115268285
IdiomaPT
Citações recebidas4
Referências citadas4

O presente texto descreve e analisa, a partir de uma perspectiva de gênero, as relações de trabalho das mulheres na pesca artesanal de Campos dos Goytacazes, RJ, tendo como foco o processo de participação e representação feminina no Grupo Gestor da Pesca Artesanal. A partir de pesquisa qualitativa e entrevistas narrativas, analisamos a recusa e interdição ao uso da identidade laboral de pescadora por meio do agenciamento das categorias nativas marisqueira(s), fundo(s) de quintal(is) e dona(s) de fundo de quintal. Esses dados descritivos foram cotejados e tensionados à teoria de divisão sexual do trabalho e à categoria analítica de gênero para compreender possíveis desigualdades e formas de (in)visibilização do trabalho feminino na pesca artesanal local. Este artigo é resultado de pesquisa financiada pelo Projeto de Educação Ambiental (PEA) Pescarte, que é uma medida de mitigação exigida pelo Licenciamento Ambiental Federal, conduzido pelo IBAMA

Art · Humanities · Sociology · Environmental Sustainability and Education · Rural Development and Agriculture

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Obras citantes distintas4
Citações por ano0,67
Intervalo de citações2020 - 2024 (5)
Velocidade de citaçãorecent
Altamente citadoNão
Tipos de citaçãoNeutras: 4
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