Dar a ver o indizível
As capulanas no norte de Moçambique
Dados Bibliográficos
| ID | 2298114 |
|---|---|
| Autores | Helena Santos Assunção (0000-0003-3788-413X, Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro, autor correspondente) |
| Ano | 2023 |
| Volume | 66 |
| Páginas | e188052 |
| Data de publicação | 2023-05-13 |
| Open Access | Sim |
| Tipo | ARTICLE |
| Periódico | Revista de Antropologia (JOURNAL) |
| Identificadores do periódico | ISSN: 0034-7701 • E-ISSN: 1678-9857 |
| Editora | Universidade de Sao Paulo, Agencia USP de Gestao da Informacao Academica (AGUIA) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.11606/1678-9857.ra.2022.188052 |
| OpenAlex | W4381250144 |
| Idioma | PT |
| Referências citadas | 5 |
Este texto reflete teoricamente sobre as capulanas na região norte de Moçambique, e é baseado em trabalho de campo realizado nas cidades de Nampula e Ilha de Moçambique em 2015 e 2017. A partir de um diálogo com as proposições teóricas de Alfred Gell e Bruno Latour, proponho pensar como fazer capulanas não se restringe à produção, mas passa, principalmente, pela circulação e suas múltiplas formas de uso. Reflito, também, no que as capulanas fazem-fazer, e, sobretudo, no que fazem não-fazer. Ao cobrir os corpos e transmitir mensagens acerca de temas sensíveis como a doença, a morte ou a menstruação, elas permitem manter a esfera do invisível e do indizível, e, assim, "guardam segredo
| Altamente citado | Não |
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