Necrobiopoder
Quem pode habitar o Estado-nação
Dados Bibliográficos
| ID | 2489553 |
|---|---|
| Autores | Berenice Bento (0000-0001-5839-0097, Universidade de Brasília, autor correspondente) |
| Ano | 2018 |
| Fascículo | 53 |
| Data de publicação | 2018-06-11 |
| Peer Reviewed | Sim |
| Open Access | Sim |
| Tipo | ARTICLE |
| Periódico | Cadernos Pagu (JOURNAL) |
| Identificadores do periódico | ISSN: 0104-8333 • E-ISSN: 1809-4449 |
| Editora | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/18094449201800530005 |
| OpenAlex | W2808668613 |
| SCIELO_PID | S0104-83332018000200405 |
| Idioma | EN |
| Citações recebidas | 38 |
Nos estudos sobre pessoas trans, travestis, população negra, mulheres, entre outras, o Estado aparece como agente fundamental que distribui de forma não igualitária o reconhecimento de humanidade. Há um núcleo de referência bibliográfica compartilhado por este campo de pesquisa. O conceito de biopoder de Michael Foucault, como técnica de governo que tem como objetivo 'fazer viver, deixar morrer', é recorrente. Quando as pesquisas se referem à violência do Estado, geralmente se aciona a noção de 'soberania', também de Foucault, em contraposição à de governabilidade (conjunto de técnicas voltadas para o cuidado da vida). Mais recentemente o conceito de necropoder de Achille Mbembe passou a compor este corpus conceitual. Este artigo sugere outro conceito: necrobiopoder. Necropoder e biopoder são termos indissociáveis para se pensar a relação do Estado com os grupos humanos que habitaram e habitam os marcos do Estado-nação. Vida vivível e vida matável, para utilizar os termos de Giorgio Agamben, são formas de gestão da população e não podem ser postas em uma perspectiva cronológica, em que o necropoder (ou poder soberano) teria sido ultrapassado pelo biopoder
Humanities · Sociology · Philosophy · Sex work and related issues
As mulheres sob ataque
Corpos encaliçados de prisão
Lutar, amar e sofrer entre as Mães pela Diversidade
Um currículo que verte sangue
A Subserviência Do Estado Ao Capital
Necrobiopolítica da Covid-19 no Brasil
O eu e o outro e o que conta como humano
Transnecropolítica e abjeção
Covid-19 e o novo anormal
Cartografias de vida-e-morte em territórios pandêmicos
Filosofia em zona de confronto
Talvez porque na vida é como uma viagem
“Ela é boa de cuspir, maldita Geni!”
As políticas públicas e os corpos subalternizados em tempos de pandemia
Racismo digital e gestão populacional
Experiências Bixas-Pretas na Geografia
Transgeneridade forcluída
“O homem é o sujeito, ela é o outro”
Por uma ética pós-utópica
O desenvolvimento da identidade de gênero e a construção de si de mulheres transgênero durante a juventude
Espaço público e gestão da segurança urbana
Transgender and gender nonconforming people’s vulnerability to food insecurity
Os Desafios Para as Mulheres Das Comunidades Tradicionais Pesqueiras Dos Maretórios Em Meio Ao Processo De Instalação Da Indústria Offshore No Litoral Oeste Do Ceará
Enfleshed sovereignty
NecropolÃtica, polÃticas pÃoblicas interseccionales y ciudadanÃa trans
Reimaginando os contornos de gênero
Necropolítica como gestão do luto
A carne mais barata do mercado
Semicidadania induzida
Educações menores em HIV/aids
Unidade E Coesão Nacionais
Sistema Prisional e Segurança Pública
Raça e Política de Assistência Social
O urbano nas margens do campo
Sex work abolitionism and hegemonic feminisms
Direitos humanos e saúde
Racismo ambiental e saúde
Quem tem medo de Judith Butler? A cruzada moral contra os direitos humanos no Brasil
| Obras citantes distintas | 38 |
|---|---|
| Citações por ano | 4,75 |
| Intervalo de citações | 2018 - 2026 (9) |
| Velocidade de citação | current |
| Altamente citado | Não |
| Tipos de citação | Neutras: 32 |