A luta pela terra na perspectiva feminista
Dados Bibliográficos
| ID | 3085404 |
|---|---|
| Autores | Ana Elisa Cruz Corrêa (0000-0002-7236-8600, Universidade Federal de Minas Gerais), Kesia Rayanne Almeida Oliveira (0000-0002-2373-0677, Universidade Federal de Minas Gerais) |
| Ano | 2025 |
| Volume | 33 |
| Fascículo | 1 |
| Data de publicação | 2025-01-01 |
| Open Access | Sim |
| Tipo | ARTICLE |
| Periódico | Revista Estudos Feministas (JOURNAL) |
| Identificadores do periódico | ISSN: 0104-026X • E-ISSN: 1806-9584 |
| Editora | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/1806-9584-2025v33n196490 |
| OpenAlex | W4408723312 |
| SciELO | S0104-026X2025000100212 |
| Idioma | EN |
Neste artigo, apresentamos uma problematização sobre a participação política das mulheres no Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), tratando de seus papéis na disputa pela terra. Dessa atuação, decorrem tentativas de construir novas relações de gênero no cotidiano dos acampamentos e assentamentos. O objetivo é entender qual a relação dessa luta social com a luta feminista, refletindo sobre os caminhos pelos quais o MST tem trabalhado essas questões no interior da organização desde os anos 2000, por meio da consolidação de uma instância organizativa interna denominada "Setor de Gênero". Buscamos compreender os limites enfrentados na criação desse setor e em sua posterior atuação, identificando os desafios para ampliar e qualificar o protagonismo das mulheres no interior da organização e na luta cotidiana pela terra
| Altamente citado | Não |
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