Feminismo, identidade e exclusão política em Judith Butler e Nancy Fraser
Dados Bibliográficos
| ID | 3947973 |
|---|---|
| Autores | Ingrid Cyfer (0000-0002-0992-6403, Universidade Federal de São Paulo, autor correspondente) |
| Ano | 2017 |
| Volume | 8 |
| Fascículo | 1 |
| Páginas | 247 |
| Data de publicação | 2017-08-03 |
| Peer Reviewed | Sim |
| Open Access | Sim |
| Tipo | ARTICLE |
| Periódico | Idéias (JOURNAL) |
| Identificadores do periódico | ISSN: 0104-7876 • E-ISSN: 2179-5525 |
| Editora | Universidade Estadual de Campinas (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.20396/ideias.v8i1.8649783 |
| OpenAlex | W2745206444 |
| Idioma | PT |
| Referências citadas | 4 |
O objetivo deste artigo é apontar déficits normativos em Judith Butler, assim como pontos cegos no diagnóstico de Nancy Fraser. Com base em Fraser, sustento que Butler não pode justificar sua crítica à exclusão e nem tampouco diferenciar práticas mais ou menos opressoras em razão de um preconceito pós-estruturalista contra critérios normativos. De outro lado, com base em Butler, argumentarei que a recusa de Fraser em articular psicologia e política lhe deixa sem ferramentas para diagnosticar as ambiguidades da motivação da subordinação, em particular nos casos de injustiça de gênero
| Velocidade de citação | historical |
|---|---|
| Altamente citado | Não |