Teatro do Oprimido e projeto emancipatório
Mutações, Fragilidades E Combates
Dados Bibliográficos
| ID | 4191237 |
|---|---|
| Autores | Inês Barbosa (0000-0002-7809-8410, Universidade do Minho, Brazil), Fernando Ilídio Ferreira (0000-0002-8608-6700, Universidade do Minho, Brazil) |
| Ano | 2017 |
| Volume | 32 |
| Fascículo | 2 |
| Páginas | 439-463 |
| Data de publicação | 2017-08-01 |
| Peer Reviewed | Sim |
| Open Access | Sim |
| Tipo | ARTICLE |
| Periódico | Sociedade e Estado (JOURNAL) |
| Identificadores do periódico | ISSN: 0102-6992 • E-ISSN: 1980-5462 |
| Editora | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/s0102-69922017.3202008 |
| OpenAlex | W2764265294 |
| SCIELO_PID | S0102-69922017000200439 |
| Idioma | PT |
| Citações recebidas | 3 |
| Referências citadas | 4 |
Este artigo explora a hipótese de que a multiplicação acelerada do Teatro do Oprimido (TO), criado por Augusto Boal no início dos anos 1970, tem sofrido apropriações que põem em causa o seu projeto emancipatório. Baseia-se numa investigação participativa iniciada há quatro anos, no contexto das ações e mobilizações coletivas - manifestações, greves, protestos - contra as políticas de austeridade impostas pelo governo português e mandatadas pelas instâncias europeias, em resposta à crise económica e financeira. Os dados empíricos, depoimentos em entrevistas e debates, foram analisados em torno de um conjunto de categorias que enunciam e discutem as mutações, as fragilidades e os combates do TO na atualidade. A análise evidencia a necessidade de uma reinvenção e reapropriação da metodologia, em particular em períodos de crise como os que hoje atravessamos
Humanities · Political science · Sociology · Philosophy · Social and Political Issues · Urban and sociocultural dynamics · Youth, Politics, and Society
| Obras citantes distintas | 3 |
|---|---|
| Citações por ano | 0,38 |
| Intervalo de citações | 2018 - 2026 (9) |
| Velocidade de citação | current |
| Altamente citado | Não |
| Tipos de citação | Neutras: 3 |