A participação em conflito na Assembleia Constituinte
Confrontos Discursivos E Racionalidade Dos Atores
Dados Bibliográficos
| ID | 4296579 |
|---|---|
| Autores | Marie-Hélène Sa Vilas Boas (0000-0003-0968-3007, Université Côte d'Azur, autor correspondente) |
| Ano | 2018 |
| Volume | 44 |
| Fascículo | 2 |
| Páginas | 247 |
| Data de publicação | 2018-08-20 |
| Peer Reviewed | Sim |
| Open Access | Sim |
| Tipo | ARTICLE |
| Periódico | Estudos Ibero-Americanos (JOURNAL) |
| Identificadores do periódico | ISSN: 0101-4064 • E-ISSN: 1980-864X |
| Editora | Edipucrs (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.15448/1980-864x.2018.2.28524 |
| OpenAlex | W2888517634 |
| Idioma | PT |
| Referências citadas | 5 |
A Constituição de 1988 é muitas vezes apresentada como a expressão de um projeto político novo, oriundo do renascimento da ação coletiva no final dos anos 1970, que consagra a participação cidadã. Este artigo analisa como os mecanismos de participação dos cidadãos foram pensados, defendidos ou refutados na Assembleia Constituinte, tomando em conta a racionalidade dos atores que defenderam ou se opuseram a esse tema. A partir do estudo dos debates em volta dos direitos políticos e da saúde, o artigo mostra que a interpretação segundo a qual o projeto participativo foi principalmente defendido por "novos atores" deve ser nuançada. O reconhecimento constitucional da participação resulta de um compromisso entre projetos políticos opostos, processo durante o qual os representantes do regime militar tiveram um papel paradoxal
Art · Humanities · Political science · Brazilian cultural history and politics · Brazilian Legal Issues · Social and Political Issues
| Velocidade de citação | historical |
|---|---|
| Altamente citado | Não |