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A natureza dos sincategoremas segundo Pedro Hispano

Dados Bibliográficos

ID4320176
AutoresGuilherme Wyllie (0000-0001-8041-7380, Universidade Federal Fluminense, autor correspondente)
Ano2019
Volume42
Fascículospe
Páginas333-352
Data de publicação2019-01-01
Peer ReviewedSim
Open AccessSim
TipoARTICLE
PeriódicoTrans/Form/Ação (JOURNAL)
Identificadores do periódicoISSN: 0101-3173 • E-ISSN: 1980-539X
EditoraFapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER)
DOI10.1590/0101-3173.2019.v42esp.17.p333
OpenAlexW3012137166
SCIELO_PIDS0101-31732019000500333
IdiomaPT
Referências citadas24

Pedro Hispano define os sincategoremas como expressões que revelam de que maneira os sujeitos e os predicados estão de fato relacionados nas proposições, contribuindo assim para o estabelecer o que elas significam e fixar as condições de verdade e as formas lógicas correspondentes. Entre as expressões que ele julga serem sincategoremáticas, 'não', 'e', 'ou', 'se', 'todo' e 'necessário' se destacam atualmente como constantes lógicas. Todavia, opondo-se a grande parte dos lógicos contemporâneos para quem tais expressões possuem um significado fixo na medida em que integram as formas lógicas das respectivas proposições, Pedro Hispano admite que seu significado pode ser modificado quando a expressões do mesmo tipo credita a capacidade de atuarem em determinados contextos como categoremas. Além disso, ao defender que as expressões ora em questão explicitam as formas lógicas das proposições mediante a articulação dos categoremas a elas associados, ele também demonstra divergir dos principais critérios de demarcação das constantes lógicas atualmente vigentes que não preveem a atribuição de tal comportamento a expressões desse tipo. Portanto, não resta dúvida de que a teoria de Pedro Hispano sobre os sincategoremas enriquece a nossa compreensão ainda insuficiente da natureza das constantes lógicas e contribui para a resolução do problema da demarcação de tais expressões

Humanities · Classical Philosophy and Thought · Medieval and Classical Philosophy · Philosophy · Seventeenth-Century Political and Philosophical Thought

  • What are logical notions?

    Alfred Tarski, John Corcoran•History and Philosophy of Logic•1986

  • The Runabout Inference-Ticket

    A N Prior•Analysis•1960

  • What is a Logical Constant?

    Christopher Peacocke, Inc The Journal Of Philosophy•The Journal of Philosophy•1976

  • Semantics and Mental Language

    Open Access•Claude Panaccio•The Cambridge companion to Ockham•1999

  • The Idea of a Logical Constant

    Timothy Mccarthy, Tim McCarthy•The Journal of Philosophy•1981

  • What is Logic?

    Ian Hacking•The Journal of Philosophy•1979

  • The Cambridge History of Later Medieval Philosophy

    Open Access•Norman Kretzmann, Anthony Kenny et al.•The Cambridge history of later…•1982

  • Encyclopedia of Medieval Philosophy

    Open Access•Henrik Lagerlund•Encyclopedia of medieval philosophy•2011

  • Priscien, Boèce, les Glosulae in Priscianum, Abélard

    Open Access•Irène Rosier-Catach•Histoire Épistémologie Langage•2003

  • The logic of categorematic and syncategorematic infinity

    Open Access•Sara L Uckelman•Synthese•2015

  • Logical Forms

    T S Champlin, Mark Sainsbury•The Philosophical Quarterly•1992

  • The concept of logical consequence

    John Etchemendy•The concept of logical consequence•1999

  • On The Sense and Reference of A Logical Constant

    Harold Hodes, Harold T Hodes•The Philosophical Quarterly•2004

Velocidade de citaçãohistorical
Altamente citadoNão
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