A ditadura civil-militar e seus impactos no campo
A associação entre Estado, Empresários e Grileiros no processo de expropriação Rural no Maranhão
Dados Bibliográficos
| ID | 4454428 |
|---|---|
| Autores | Lidiane Elizabete Friderichs (0000-0002-1568-456X, Universidade Estadual do Maranhão), Marco P Almeida (0000-0001-8773-7731, Universidade Estadual do Maranhão) |
| Ano | 2025 |
| Volume | 45 |
| Fascículo | 98 |
| Data de publicação | 2025-01-01 |
| Peer Reviewed | Sim |
| Open Access | Sim |
| Tipo | ARTICLE |
| Periódico | Revista Brasileira de História (JOURNAL) |
| Identificadores do periódico | ISSN: 0102-0188 • E-ISSN: 1806-9347 |
| Editora | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/1806-93472025v45n98-03 |
| OpenAlex | W4408032893 |
| SCIELO_PID | S0102-01882025000100402 |
| Idioma | PT |
| Referências citadas | 3 |
A partir do Estatuto da Terra (1964), políticas públicas voltadas à modernização do campo e à utilização da terra para fins empresariais foram adotadas pela ditadura civil-militar, aprofundando a concentração fundiária em um país marcado pelo latifúndio e por conflitos agrários. Esse artigo visa a analisar o dossiê do Serviço Nacional de Informações "Irregularidade administrativa", no qual o governador de Goiás, políticos, empresários e advogados do estado são acusados de grilagem de terras no Maranhão e de serem mandantes de uma chacina responsável pelo assassinato de seis camponeses. Debatemos, a partir desse processo, a rede estruturada entre agentes públicos e privados para facilitar a concentração agrária de um grupo de empresários e políticos de Goiás em detrimento dos camponeses e posseiros que cultivavam aquelas terras há décadas. Também debateremos as consequências dessa expropriação para a população habitante no território grilado e arredores
Humanities · Political science · Brazilian cultural history and politics · Brazilian History and Foreign Policy · Philosophy · Urban Development and Societal Issues
| Velocidade de citação | historical |
|---|---|
| Altamente citado | Não |