Origem, trajetória e atuação política conjunta das entidades médicas nacionais brasileiras de 1999 a 2015
Dados Bibliográficos
| ID | 4480195 |
|---|---|
| Autores | Henrique Sant’anna Dias (0000-0003-3419-2496, Escola Nacional de Saúde Pública), Luciana Dias De Lima (0000-0002-0640-8387, Escola Nacional de Saúde Pública), Márcia Teixeira (0000-0002-9502-0789, Escola Nacional de Saúde Pública) |
| Ano | 2022 |
| Volume | 32 |
| Fascículo | 1 |
| Data de publicação | 2022-01-01 |
| Peer Reviewed | Sim |
| Open Access | Sim |
| Tipo | ARTICLE |
| Periódico | Physis Revista de Saúde Coletiva (JOURNAL) |
| Identificadores do periódico | ISSN: 0103-7331 • E-ISSN: 1809-4481 |
| Editora | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/s0103-73312022320109 |
| OpenAlex | W4226021811 |
| SCIELO_PID | S0103-73312022000100607 |
| Idioma | PT |
| Referências citadas | 17 |
O artigo aborda a atuação política conjunta de entidades médicas nacionais brasileiras de 1999 a 2015, destacando elementos de sua origem, trajetória e configuração institucional. Foram analisados temas, bandeiras de luta, posicionamentos e estratégias na agenda dessas organizações. O estudo envolveu revisão bibliográfica e análise documental, ancoradas no institucionalismo histórico. Os resultados indicam processos de surgimento inter-relacionados, mais evidentes entre a Associação Médica Brasileira e o Conselho Federal de Medicina, repercutindo nas trajetórias e configurações institucionais. Observaram-se conexões entre aspectos históricos, institucionais e a atuação política das entidades. A ênfase na unidade representativa contribuiu para a conformação de uma agenda conjunta influenciada pela parceria entre as entidades, com incorporação posterior da Federação Nacional dos Médicos. Sua atuação foi voltada para o Legislativo, e simultaneamente para os setores público e privado de saúde, com crescimento de posicionamentos contrários às políticas de saúde do governo federal. A ação política se desenvolveu sem alterações de arranjo representativo trino, composto por conselho, associação e sindicato, favorecendo a definição de acordos em espaços intermediários de representação. A agenda corporativa dúbia e a defesa do exercício liberal influenciam a atuação contraditória das entidades médicas brasileiras, com desdobramentos no apoio político e incorporação desses profissionais ao SUS
Humanities · Political science · Education and Public Policy · Health, Nursing, Elderly Care · Philosophy · Public Administration · Public Health in Brazil
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| Velocidade de citação | historical |
|---|---|
| Altamente citado | Não |