Encruzilhadas da música
Temporalidades e territorialidades no álbum visual Bom Mesmo É Estar Debaixo D'Água
Dados Bibliográficos
| ID | 4496767 |
|---|---|
| Autores | Thiago Emanoel Ferreira (0000-0003-0657-645X), Daniel Oliveira De Farias |
| Ano | 2022 |
| Volume | 28 |
| Fascículo | 3 |
| Páginas | 69 |
| Data de publicação | 2022-02-22 |
| Peer Reviewed | Sim |
| Open Access | Sim |
| Tipo | ARTICLE |
| Periódico | Logos (Lithuania (JOURNAL) |
| Identificadores do periódico | ISSN: 0868-7692 • E-ISSN: 1982-2391 |
| DOI | 10.12957/logos.2021.62593 |
| OpenAlex | W4407102468 |
| Idioma | PT |
Propomos, neste artigo, tomar a encruzilhada enquanto gesto metodológico, político, epistemológico e de análise de processos e produtos comunicacionais relacionados à música. A encruzilhada permite que analisemos temporalidades e territorialidades de modo distinto às concepções dominantes modernas de tempo e território, ao enfatizar as multiplicidades e demandar a articulação e rearticulação de saberes não conformados pela colonialidade. Para isso, realizamos um breve exercício analítico colocando o álbum visual Bom Mesmo É Estar Debaixo D'Água da cantora e compositora baiana Luedji Luna na encruza, invocando temporalidades e territorialidades em diálogo com o produto. Ao convocar a encruzilhada, colocamos ainda as nossas subjetividades enquanto autores no ebó, problematizando o fazer científico estabelecido na modernidade
Art · Humanities · Cultural, Media, and Literary Studies · Urban and sociocultural dynamics
| Velocidade de citação | historical |
|---|---|
| Altamente citado | Não |