O rádio que respira e floresce nas bordas das indústrias midiáticas
Dados Bibliográficos
| ID | 4496873 |
|---|---|
| Autores | Marcelo Kischinhevsky (0000-0002-4838-2162), Sonia Virgínia Moreira (0000-0001-9583-4400) |
| Ano | 2017 |
| Volume | 24 |
| Fascículo | 1 |
| Data de publicação | 2017-08-26 |
| Peer Reviewed | Sim |
| Open Access | Sim |
| Tipo | ARTICLE |
| Periódico | Logos (Lithuania (JOURNAL) |
| Identificadores do periódico | ISSN: 0868-7692 • E-ISSN: 1982-2391 |
| DOI | 10.12957/logos.2017.29582 |
| OpenAlex | W2750204647 |
| Idioma | PT |
A ideia de uma crise do rádio consolidou-se no imaginário coletivo nas últimas décadas, a despeito de não haver ancoragem na realidade. Se muitas rádios tradicionais AM e FM saem do ar, vendidas a igrejas eletrônicas ou novos grupos empresariais (MOREIRA, 1998; RIBEIRO, ABREU e KISCHINHEVSKY, 2011), multiplica-se a oferta de conteúdos no contexto de um rádio expandido (KISCHINHEVSKY, 2016), que transborda para novas plataformas e é consumido nos mais diversos dispositivos. O rádio vai bem, obrigado, embora algumas emissoras de rádio em ondas hertzianas estejam mal das pernas, lamentando-se da concorrência com serviços on-line e da erosão dos habituais índices de audiência, antes medidos em centenas de milhares de ouvintes por minuto
Art · Humanities · Physics · Radio, Podcasts, and Digital Media
| Velocidade de citação | historical |
|---|---|
| Altamente citado | Não |