Coringa, mídia e bionecropolítica
Dados Bibliográficos
| ID | 4496910 |
|---|---|
| Autores | Luiz Felipe Zago (0000-0003-4453-5982) |
| Ano | 2020 |
| Volume | 27 |
| Fascículo | 2 |
| Data de publicação | 2020-11-27 |
| Peer Reviewed | Sim |
| Open Access | Sim |
| Tipo | ARTICLE |
| Periódico | Logos (Lithuania (JOURNAL) |
| Identificadores do periódico | ISSN: 0868-7692 • E-ISSN: 1982-2391 |
| DOI | 10.12957/logos.2020.53111 |
| OpenAlex | W3110571139 |
| Idioma | ES |
Toma-se o filme Coringa, de 2019, que narra a transformação de Arthur Fleck em Coringa. O objetivo é mostrar a presença midiática na narrativa, na qual os meios de comunicação atuam de formas decisivas para o personagem fazer-se Coringa. Cenas do filme foram localizadas, descritas, e diálogos foram transcritos, nos quais a materialidade dos meios de comunicação aparece como elemento narrativo. Articulou-se essas cenas aos conceitos de biopolítica e necropolítica. Três formas de relação entre Arthur e a mídia aparecem: desejo de participar da TV para ser reconhecido em sua história como bom filho e bom comediante; reconhecimento de si como "palhaço assassino", não como criminoso, mas como herói; e uso da mídia para relatar sua indignação e, também, para publicizar a prática de morte
Brazilian cultural history and politics · Cultural, Media, and Literary Studies · Philosophy · Urban and sociocultural dynamics
| Velocidade de citação | historical |
|---|---|
| Altamente citado | Não |