O texto se limita? Discussão baseada em Gérard Genette e João do Rio
Dados Bibliográficos
| ID | 4530668 |
|---|---|
| Autores | Tiago De Holanda Padilha Vieira (0000-0002-6737-503X, Universidade Federal de Minas Gerais, autor correspondente) |
| Ano | 2017 |
| Volume | 22 |
| Fascículo | 3 |
| Páginas | 171 |
| Data de publicação | 2017-10-27 |
| Peer Reviewed | Sim |
| Open Access | Sim |
| Tipo | ARTICLE |
| Periódico | Em Tese (JOURNAL) |
| Identificadores do periódico | ISSN: 1415-594X • E-ISSN: 1982-0739 |
| Editora | Faculdade de Letras da UFMG (PUBLISHER) |
| DOI | 10.17851/1982-0739.22.3.171-182 |
| OpenAlex | W2781667903 |
| Idioma | PT |
O conceito de "paratexto" apresentado por Gérard Genette pressupõe que o texto literário delimita um território inequívoco e, idealmente, inviolável. Essa concepção de texto é análoga à noção de livro enquanto "fortaleza", enquanto totalidade autossuficiente cujos significados estariam contidos em si mesma, como descreve Michel Melot. Porém, os elementos que Genette define como "paratextos" também podem se prestar à deslimitação do texto e, pois, do livro, contribuindo para lançá-lo para "fora" de si mesmo, ou melhor, para questionar o pressuposto de que haja "dentro" e "fora". A partir da análise de dois itens paratextuais do livro A alma encantadora das ruas, do cronista João do Rio, pretendemos refletir sobre como pode ocorrer essa indeterminação de demarcações, ainda que haja sempre índices determinantes em qualquer contexto de leitura
Art · Humanities · Linguistics and Education Research · Linguistics and Language Studies · Literature, Culture, and Criticism · Philosophy
| Velocidade de citação | historical |
|---|---|
| Altamente citado | Não |