Memórias (pós)coloniais em dois atos
Diálogos e distopias entre pais e filhos em Caderno de memórias coloniais, de Isabela Figueiredo
Dados Bibliográficos
| ID | 4968640 |
|---|---|
| Autores | Vanessa Massoni Da Rocha (0000-0003-2940-7931, Universidade Federal Fluminense, autor correspondente) |
| Ano | 2022 |
| Volume | 24 |
| Fascículo | 1 |
| Páginas | 252-270 |
| Data de publicação | 2022-04-01 |
| Open Access | Sim |
| Tipo | ARTICLE |
| Periódico | Alea Estudos Neolatinos (JOURNAL) |
| Identificadores do periódico | ISSN: 1517-106X • E-ISSN: 1807-0299 |
| Editora | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/1517-106x/202224114 |
| OpenAlex | W4280629126 |
| SciELO | S1517-106X2022000100252 |
| Idioma | PT |
| Referências citadas | 2 |
Este artigo estuda a representação dos anos finais da colonização portuguesa em Lourenço Marques (atualmente Maputo, capital de Moçambique) na obra literária Caderno de memórias coloniais (2009), da escritora Isabela Figueiredo. Trata-se de analisar a escrita colonial a partir da perspectiva de duas gerações distintas: o pai colonialista e a filha progressista. O romance acolhe os embaralhamentos promissores das escritas de si e dos paratextos, jogando luz nas interfaces entre a escrita individual e a memória coletiva portuguesa de um trauma nacional. Em sua tessitura romanesca, Figueiredo busca fugir dos perigos da história única (ADICHIE) e escreve, como ensina Walter Benjamin, uma história a contrapelo
Art · Humanities · Cultural, Media, and Literary Studies · Literature, Culture, and Criticism · Migration, Racism, and Human Rights
| Altamente citado | Não |
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