Estado e acumulação de capital na saúde brasileira sob a ótica da Teoria Marxista da Dependência
Dados Bibliográficos
| ID | 5166201 |
|---|---|
| Autores | Paulo Henrique De Almeida Rodrigues (0000-0002-3159-6711, Universidade do Estado do Rio de Janeiro), Arthur Lobo Costa Mattos (0000-0002-5022-1245, Universidade do Estado do Rio de Janeiro), Nercilene Monteiro (0000-0002-1785-7022, Fundação Oswaldo Cruz), Roberta D F C Silva (0000-0003-2416-0810, Universidade Federal do Rio Grande do Sul), Valentina Sofía Suárez Baldo (0000-0002-0895-7582, Universidade do Estado do Rio de Janeiro) |
| Ano | 2023 |
| Volume | 39 |
| Fascículo | 12 |
| Páginas | e00082923-e00082923 |
| Data de publicação | 2023-01-01 |
| Peer Reviewed | Sim |
| Open Access | Sim |
| Tipo | ARTICLE |
| Periódico | Cadernos de Saude Publica (JOURNAL) |
| Identificadores do periódico | ISSN: 0102-311X • E-ISSN: 1678-4464 |
| Editora | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/0102-311xpt082923 |
| PMID | 38198364 |
| OpenAlex | W4390682168 |
| SCIELO_PID | S0102-311X2023001203002 |
| Idioma | PT |
| Citações recebidas | 1 |
| Referências citadas | 18 |
O setor de saúde constitui um dos maiores campos de desenvolvimento econômico, social, científico e tecnológico do Brasil e tem sido arena de disputa entre os interesses capitalistas, que entendem a saúde como bem de mercado, e os defensores do acesso universal, que a entendem como bem essencial. No Brasil, a Constituição Federal de 1988 determinou que a saúde é direito de todos e dever do Estado, e, desde então, o país avança com a política pública, mas sofre recuos e bloqueios pela condição de país de economia periférica, historicamente subordinado aos interesses dos países centrais, que o veem como um amplo mercado consumidor. Esses interesses externos, associados à burguesia interna, têm obtido vantagens do Estado brasileiro desde a década de 1960, quando a formação de grupos empresariais se expandiu, dominando diversos segmentos da saúde, sobretudo a partir de políticas neoliberais dos anos de 1990. Esses aspectos são muito explorados nas publicações do campo da Saúde Coletiva, mas este texto busca uma nova abordagem, utilizando a Teoria Marxista da Dependência como referência para analisar, ainda que de forma preliminar, a situação de dependência política, econômica e tecnológica que tem distanciado a política de saúde dos ideais de um sistema público e universal, defendido na Reforma Sanitária brasileira
Humanities · Political science · Employment and Welfare Studies · Health Systems, Economic Evaluations, Quality of Life · Health, Nursing, Elderly Care · Philosophy
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O governo Dilma frente ao "tripé macroeconômico" e à direita liberal e dependente
Brasil anos 2000
Aportes De Ruy Mauro Marini Ao Debate Sobre O Estado Nos Países Dependentes
| Obras citantes distintas | 1 |
|---|---|
| Citações por ano | 0,5 |
| Intervalo de citações | 2024 - 2024 (1) |
| Velocidade de citação | recent |
| Altamente citado | Não |
| Tipos de citação | Neutras: 1 |