Passos e descompassos na experiência de discriminação racial por estudantes universitários
Dados Bibliográficos
| ID | 5336006 |
|---|---|
| Autores | Eliany Nazaré Oliveira (0000-0002-6408-7243, State University of Vale do Acaraú), Paulo César De Almeida (0000-0002-2867-802X, Universidade Estadual do Ceará), Paulo Jorge De Almeida Pereira (0000-0001-6416-9591), Paulo Almeida Pereira (0000-0002-3941-8274, Universidade Católica Portuguesa), Pedro Lucas Alves (0000-0002-4185-8682, State University of Vale do Acaraú), Caio San Rodrigues (0000-0001-7423-2515, State University of Vale do Acaraú), Gleisson Ferreira Lima (0000-0002-5465-2675, Universidade Federal do Ceará), Pedro Mülbersted Pereira (0000-0001-5885-1949, Faculdade São Lucas) |
| Ano | 2024 |
| Volume | 10 |
| Fascículo | 3 |
| Páginas | 4511 |
| Data de publicação | 2024-10-11 |
| Peer Reviewed | Sim |
| Open Access | Sim |
| Tipo | ARTICLE |
| Periódico | Saúde em Redes (JOURNAL) |
| Identificadores do periódico | ISSN: 2446-4813 • E-ISSN: 2446-4813 |
| Editora | Associacao Brasileira da Rede Unida (PUBLISHER) |
| DOI | 10.18310/2446-4813.2024v10n3.4511 |
| OpenAlex | W4403350816 |
| Idioma | PT |
Objetivos: Discutir as experiências de discriminação racial sofrida por estudantes universitários. Métodos: Estudo exploratório, descritivo e transversal, com abordagem quantitativa, realizado em 2023, com amostra de 751 estudantes. Utilizaram-se da Escala de Experiências de Discriminação e dos dados sociodemográficos, coletados de forma on-line e presencial. Resultados: A maioria dos estudantes era do sexo feminino (53%). Em relação à disposição positiva para compartilhar as experiências de discriminação com outras pessoas, as mulheres lideraram, com 80,2%. No que tange às vivências de experiências discriminatórias, os homens revelaram maior proporção, com 32,3%, e as mulheres, com 29,2%. Revelou-se que referente à infância, as mulheres apresentaram maior preocupação com o tratamento injusto em razão da raça ou cor da pele (66%). Em relação aos ambientes com alta exposição à discriminação, a escola foi a mais apontada, por 33,4% dos homens e 29,9% das mulheres. Conclusões: Os estudantes pardos e pretos estão mais suscetíveis a vivenciarem experiências de discriminação. Além disso, grande parte dos participantes se mostraram encorajados a buscar formas de combater os atos discriminatórios, descartando o silêncio como resposta
Humanities · Political science · Philosophy · Psychology · Race, Identity, and Education in Brazil
| Velocidade de citação | historical |
|---|---|
| Altamente citado | Não |