Ensino de filosofia e cidadania nas ''sociedades de controle
Resistência E Linhas De Fuga
Dados Bibliográficos
| ID | 5797152 |
|---|---|
| Autores | Sílvio Gallo (0000-0003-2221-5160, Unicamp, Brasil), Renata Lima Aspis (Unicamp, Brasil) |
| Ano | 2010 |
| Volume | 21 |
| Fascículo | 1 |
| Páginas | 89-105 |
| Data de publicação | 2010-04-01 |
| Peer Reviewed | Sim |
| Open Access | Sim |
| Tipo | ARTICLE |
| Periódico | Pro-Posições (JOURNAL) |
| Identificadores do periódico | ISSN: 0103-7307 • E-ISSN: 1980-6248 |
| Editora | University of Campinas (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.1590/s0103-73072010000100007 |
| OpenAlex | W1987433211 |
| SCIELO_PID | S0103-73072010000100007 |
| Idioma | EN |
| Citações recebidas | 3 |
Este artigo tem por objetivo problematizar as relações entre ensino de filosofia e cidadania na sociedade contemporânea. Assume a caracterização de Lipovestky dos ''tempos hipermodernos'', baseados na hiperbolização dos três eixos da modernidade: o mercado, o indivíduo e a eficiência técnica. A forma política predominante é aquela que Deleuze denominou de ''sociedades de controle'', operando segundo a lógica da biopolítica, desvendada por Foucault. Recorre a Rancière para mostrar que, nessas sociedades, vivemos mais no âmbito da polícia, como administração do social, do que da política, como acontecimento de uma ruptura. Interroga-se: em que consiste a cidadania? Em afirmar essa sociedade de controle ou em opor resistências a ela, traçando linhas de fuga? Para pensar um ensino de filosofia que seja a prática do pensamento autônomo e criativo, o artigo escolhe a segunda opção, propondo um ensino de filosofia que enxameie saídas, que crie armas de resistências e criação
Political theory and Gramsci · Social and Economic Solidarity · Social and Political Issues
| Obras citantes distintas | 3 |
|---|---|
| Citações por ano | 0,33 |
| Intervalo de citações | 2017 - 2019 (3) |
| Velocidade de citação | historical |
| Altamente citado | Não |
| Tipos de citação | Neutras: 3 |