Estratégias de promoção da saúde de mulheres negras
Interseccionalidade E Bem Viver
Dados Bibliográficos
| ID | 5837644 |
|---|---|
| Autores | Clélia Rosane Dos Santos Prestes (autor correspondente) |
| Ano | 2018 |
| Data de publicação | 2018-11-23 |
| Peer Reviewed | Sim |
| Open Access | Sim |
| Tipo | THESIS |
| Editora | Universidade de São Paulo. Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais (PUBLISHER) |
| DOI | 10.11606/t.47.2018.tde-14112018-184832 |
| OpenAlex | W2906956602 |
| Idioma | PT |
| Citações recebidas | 1 |
| Referências citadas | 14 |
nos bancos de dados adotados (ASSIA, BVS, ERIC, LILACS, MEDLINE, Psynet, Sociological Abstracts e Web of Science).Para a coleta de experiências reconhecidas no campo do movimento negro e de mulheres negras, realizamos entrevistas com 6 informanteschave, selecionadxs por suas experiências na realização de estratégias reconhecidas nesse campo.São integrantes desses movimentos, membros de práticas tradicionais de comunidades negras ou psicólogxs.Para o procedimento de avaliação dos resultados descritos, utilizamos a técnica de análise de conteúdo, organizada em categorias que discutem (1) os referenciais (epistemológicos, teóricos, técnicos, políticos) e os modos de fazer, (2) os pontos altos das estratégias e (3) o lugar das mulheres negras nas mesmas.A discussão foi orientada por uma abordagem psicossocial da saúde em diálogo com uma perspectiva feminista negra.Nas considerações finais, defendemos a tese de que a promoção da saúde de mulheres negras, pela perspectiva dos direitos humanos e do feminismo negro, demanda o uso da interseccionalidade como método de análise e de ação, orientada no sentido do bem viver.Ao pensarmos a interseccionalidade com foco para a saúde e o bem viver, a ferramenta analítica que, geralmente, é utilizada para a análise de eixos de opressão, foi adotada como referencial também para analisar eixos de potência.A interseccionalidade, como ferramenta de análise, permitiu-nos dispor da complexa concepção de que a saúde de mulheres negras tem relação direta com uma multidimensionalidade de forças, a partir de sua raça, gênero, classe, território, orientação sexual, geração, capacidades físicas e mentais, entre outros.Ainda como categoria analítica, a interseccionalidade e a noção de bem viver contribuíram para sofisticarmos a compreensão da saúde, concebendo-a como o equilíbrio harmonioso entre demandas e recursos, na encruzilhada entre aspectos pessoais (orgânicos, psíquicos, energéticos, interpessoais, entre outros), coletivos, sociais, ecológicos e espirituais, no sentido de uma saúde integral.Como método de intervenção, a interseccionalidade orienta para uma estratégia de promoção da saúde formada por uma encruzilhada onde se conectam diferentes fontes de conhecimento (como o campo científico, o campo do movimento negro e de mulheres negras, entre outros), com especial consideração pelas experiências pessoais e coletivas
Humanities · Sociology · Food Security and Health in Diverse Populations · Homelessness and Social Issues · Philosophy · Racial and Ethnic Identity Research
The biobehavioral Women’s Health CoOp in Pretoria, South Africa
Rise Up!”
I believe that being a lesbian is not a curse”
Negotiating Caribbean Identities
Scenes of Subjection
Sisters of the Yam
Resilience across Cultures
Scoping studies
Mortalidade materna de mulheres negras no Brasil
WhenIFellInLoveWithMyself
Feminist Theory
Mulheres negras
Racial Discrimination and Resilience in African American Young Adults
Resiliency and Optimism
| Obras citantes distintas | 1 |
|---|---|
| Citações por ano | 0,25 |
| Intervalo de citações | 2022 - 2022 (1) |
| Velocidade de citação | historical |
| Altamente citado | Não |
| Tipos de citação | Neutras: 1 |