Violência de gênero contra trabalhadoras de enfermagem em hospital geral de São Paulo (SP)
Dados Bibliográficos
| ID | 9259853 |
|---|---|
| Autores | Ane Rodrigues de Oliveira (Universidade Federal do Triângulo Mineiro), Ana Flávia Pires Lucas D’oliveira (0000-0003-1456-4184, Universidade de São Paulo) |
| Ano | 2008 |
| Volume | 42 |
| Fascículo | 5 |
| Páginas | 868-876 |
| Data de publicação | 2008-10-01 |
| Peer Reviewed | Sim |
| Open Access | Sim |
| Tipo | ARTICLE |
| Periódico | Revista de Saúde Pública (JOURNAL) |
| Identificadores do periódico | ISSN: 0034-8910 • E-ISSN: 0034-8910 |
| Editora | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/s0034-89102008000500012 |
| PMID | 18833386 |
| OpenAlex | W2032164649 |
| SCIELO_PID | S0034-89102008000500012 |
| Idioma | PT |
| Citações recebidas | 8 |
| Referências citadas | 15 |
OBJETIVO: Estimar a ocorrência de violência psicológica, física e sexual em profissionais de enfermagem. MÉTODOS: Estudo transversal com amostra de 179 profissionais (50 enfermeiras e 129 auxiliares/técnicas de enfermagem) de um hospital geral do município de São Paulo, SP, entre 2005 e 2006. Utilizou-se questionário aplicado face a face por entrevistadoras treinadas. A violência foi abordada em suas formas psicológica, física e sexual para agressores homens e mulheres, agrupados em: parceiros íntimos, familiares e outros agressores como conhecidos e estranhos. Procedeu-se a uma análise descritiva, calculando-se as freqüências dos tipos de violência com intervalo de confiança de 95%. RESULTADOS: A violência por parceiro íntimo foi a mais freqüente (63,7%; IC 95%:55,7;70,4) seguida pela violência perpetrada por outros (pacientes/acompanhantes, colegas de trabalho da área da saúde, estranhos, chefia de enfermagem e conhecidos; 45,8%; IC 95%: 38,3;53,4). A violência por familiares ocupou o terceiro lugar (41,3%; IC 95%: 34,0;48,9) e foi cometida, principalmente, por pai, irmãos (homens), tios e primos. Em geral, poucas profissionais de enfermagem que sofreram violência buscaram ajuda: 29,7% para a violência por parceiro íntimo; 20,3% para a violência por outros e 29,3% para a violência por familiares. Não perceberam o vivido como violento, 31,9% das entrevistadas. CONCLUSÕES: As taxas de violência de gênero entre mulheres profissionais de saúde foram significativas, principalmente para a violência cometida por parceiros íntimos e familiares. Entretanto, a busca de ajuda frente aos agravos sofridos foi baixa, considerando ser um grupo de escolaridade significativa
Art · Humanities · Intimate Partner and Family Violence · Occupational Health and Burnout · Psychology · Workplace Violence and Bullying
Frequency of self-reported sexual aggression and victimization in Brazil
You can’t swim well if there is a weight dragging you down”
Atenção integral à saúde de mulheres em situação de violência de gênero
Healthcare Professionals’ Own Experiences of Domestic Violence and Abuse
Análise da relação entre violência doméstica contra a mulher e tabagismo no Brasil
Violence against women, Espírito Santo, Brazil
Representações sociais da violência contra a mulher na perspectiva da enfermagem
Percepções dos profissionais de uma rede intersetorial sobre o atendimento a mulheres em situação de violência
Violence against women
Health consequences of intimate partner violence
Prevalence of intimate partner violence
The prevalence of domestic violence among obstetric nurses
Prevalência da violência contra a mulher por parceiro íntimo em regiões do Brasil
Violência contra mulheres
Risk factors for domestic violence
Women enjoy punishment
| Obras citantes distintas | 8 |
|---|---|
| Citações por ano | 0,47 |
| Intervalo de citações | 2009 - 2025 (17) |
| Velocidade de citação | recent |
| Altamente citado | Não |
| Tipos de citação | Neutras: 7 |