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A Culture of Colors

Representational Identities and Afro-Brazilians in Minas Gerais in the Eighteenth and Nineteenth Centuries

Dados Bibliográficos

ID9307600
AutoresDouglas Cole Libby (0000-0001-9810-4737, autor correspondente), D Libby
Ano2013
Volume50
Fascículo1
Páginas26-52
Data de publicação2013-06-01
Peer ReviewedSim
Open AccessNão
TipoARTICLE
PeriódicoLuso-Brazilian Review (JOURNAL)
Identificadores do periódicoISSN: 0024-7413 • E-ISSN: 1548-9957
EditoraUniversity of Wisconsin Press (PUBLISHER • US)
DOI10.1353/lbr.2013.0007
OpenAlexW2077561648
IdiomaEN
Citações recebidas27
Referências citadas9

Este ensaio examina as representações identitárias referentes à condição legal e à cor dos indivíduos que eram amplamente utilizadas na sociedade escravista do Brasil setecentista e oitocentista. Em princípio, os termos forro(a) e liberto(a) designariam apenas ex-escravos, ou seja, aqueles que tivessem obtido alforria. Não seria uma condição que se passasse para a próxima geração já que esta, do ponto de vista legal, necessariamente nasceria livre. Na realidade, no entanto, a representação de liberto às vezes se associava a tonalidades de pele relacionadas à origem ou à ascendência africana, mesmo quando as pessoas eram nascidas livres. De qualquer forma, a partir da segunda metade do século XVIII, nas Minas Gerais houve uma tendência de declínio no emprego desses termos, sendo que, após a independência do Império, as referências à condição intermediária de forro ou liberto quase desapareceram. As representações de cor e/ou origem demarcavam a população natural da África ou de ascendência africana e foram usadas largamente em Minas durante todo o período escravista. Termos como crioulo, pardo e cabra, além de servirem como marcadores de posição social, também indicavam a naturalidade brasileira e diferentes graus de ascendência africana. Ademais, essas representações de cor e de naturalidade brasileira comumente passavam de geração em geração e, com efeito, continuariam a ser empregadas com bastante frequência na documentação eclesiástica ainda na segunda metade do século XIX. Dessa forma, fica difícil perceber um processo histórico no qual as cores se silenciaram

Art · Humanities · Colonialism, slavery, and trade · Global Maritime and Colonial Histories · History of Colonial Brazil · Philosophy

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  • Minerva, Nineteenth-Century Téjas and Louisiana (US), and Mexico

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  • Cécile Fatiman and Petra Carabalí, Late Eighteenth-Century Haiti and Mid-Nineteenth-Century Cuba

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  • Paula de Eguiluz, Seventeenth-Century Puerto Rico, Cuba, and New Granada (Colombia)

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  • Margarita de Sossa, Sixteenth-Century Puebla de los Ángeles, New Spain (Mexico)

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  • Marion, Eighteenth-Century Natchitoches, Louisiana (US)

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  • Judith and Hannah

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  • María Remedios del Valle, Nineteenth-Century Argentina

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  • Sarah Chauqum, Eighteenth-Century Rhode Island and Connecticut (US)

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  • Hannah Manena McKenney, Late Seventeenth- and Early Eighteenth-Century Bermuda and New Providence (Bahamas)

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Obras citantes distintas27
Citações por ano2,45
Intervalo de citações2015 - 2026 (12)
Velocidade de citaçãocurrent
Altamente citadoNão
Tipos de citaçãoNeutras: 27
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