Violência entre usuárias de unidades de saúde
Prevalência, perspectiva e conduta de gestores e profissionais
Bibliographic Data
| ID | 10723329 |
|---|---|
| Authors | Maria José Duarte Osis (0000-0003-3625-1525, Centro de Pesquisa em Saúde Reprodutiva de Campinas, Brasil), Graciana Alves Duarte (0000-0003-3979-3944, Centro de Pesquisa em Saúde Reprodutiva de Campinas, Brasil), Anibal Faúndes (0000-0003-4178-6030, Centro de Pesquisa em Saúde Reprodutiva de Campinas, Brasil) |
| Year | 2012 |
| Volume | 46 |
| Issue | 2 |
| Pages | 351-358 |
| Publication date | 2012-04-01 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista de Saúde Pública (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0034-8910 • E-ISSN: 0034-8910 |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/s0034-89102012005000019 |
| PMID | 22358072 |
| OpenAlex | W2121989623 |
| SciELO | S0034-89102012000200018 |
| Language | PT |
| Citations received | 16 |
| References cited | 20 |
OBJETIVO: Estimar a prevalência de violência em mulheres usuárias da atenção primária em saúde, se essas situações eram detectadas e como eram tratadas pelos profissionais desses serviços. MÉTODOS: Estudo descritivo, de corte transversal, com 14 coordenadores municipais de saúde da mulher, 2.379 usuárias de unidades básicas de saúde, 75 gestores e 375 profissionais, em 15 municípios do estado de São Paulo, realizado entre agosto de 2008 e maio de 2009. Os dados foram coletados por questionários estruturados e realizou-se análise descritiva. RESULTADOS: Protocolo de atendimento específico para as mulheres em situação de violência foi mencionado em cinco municípios. A maioria dos coordenadores disse que situações de violência entre as usuárias eram detectadas, embora 74% dissessem que isso não era investigado rotineiramente, o que foi confirmado por 72,3% dos profissionais. Entre as mulheres, 76,5% referiram ter sofrido algum tipo de violência ao longo da vida e 56,4% relataram violência por parceiro íntimo; cerca de 30% mencionaram pelo menos um episódio nos últimos 12 meses; 6,5% disseram ter procurado ajuda em Unidade Básica de Saúde. CONCLUSÕES: Relevante proporção de usuárias vivenciava violência em seu cotidiano, especialmente por parceiros íntimos. Maior parte das mulheres não era identificada ou abordada nesses serviços e não recebia ajuda. Gestores e profissionais de saúde, embora percebessem a magnitude do problema, não consideravam a atenção básica preparada para atender essas mulheres. Evidenciou-se a ausência de rede intersetorial de cuidados para atender mulheres em situação de violência
Descriptive research · Descriptive statistics · Domestic violence · Environmental health · Family medicine · Health care · Health professionals · Medical emergency · Poison control · Political science · Population · Primary care · Primary health care · Sociology · Suicide prevention · Elder Abuse and Neglect · Intimate Partner and Family Violence · Medicine · Nursing · Psychology · Workplace Violence and Bullying
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| Citations per year | 1.45 |
|---|---|
| Citation span | 2015 - 2025 (11) |
| Highly cited | No |