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Propércio e a leitura dos sinais divinatórios

Bibliographic Data

ID11129584
AuthorsZelia De Almeida Cardoso (0000-0001-9525-9522, Universidade de São Paulo, corresponding author)
Year1991
Volume4
Issue4
Pages163-181
Publication date1991-12-01
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueClassica - Revista Brasileira de Estudos Clássicos (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 0103-4316 • E-ISSN: 2176-6436
PublisherClassica - Revista Brasileira de Estudos Classicos (PUBLISHER)
DOI10.24277/classica.v4i4.583
OpenAlexW2793976655
LanguagePT
References cited1

A história de Roma, desde os seus primórdios, está vinculada a adivinhações de sinais feitas por áugures e arúspices. O povo aceitava passivamente essas práticas e as julgava legítimas. Os intelectuais, porém, mostram posições bastante pessoais quanto a esse hábito. Enquanto alguns filósofos, como Cícero e Lucrécio, as criticam com base em princípios racionais, os poetas não as encaram de maneira similar. Virgílio e Tibulo, por exemplo, tratam do assunto com naturalidade, parecendo considerar a prática divinatória como parte da tradição cultural romana; Propércio, entretanto, valendo-se de recursos artísticos, ridiculariza a adivinhação sob todos os seus aspectos, tratando-a com jocosidade e irreverência

Humanities · Political science · Classical Antiquity Studies · Philosophy

  • Horace adversaire de Properce

    Leon Herrmann•Revue des Études Anciennes•1933

Highly citedNo

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