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Espinosa e a liberdade de ensinar

Bibliographic Data

ID11137152
AuthorsFernando Bonadia De Oliveira (0000-0003-4627-3162, Unicamp, Brasil, corresponding author)
Year2010
Volume21
Issue1
Pages197-212
Publication date2010-04-01
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenuePro-Posições (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 0103-7307 • E-ISSN: 1980-6248
PublisherFapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER)
DOI10.1590/s0103-73072010000100013
OpenAlexW2044467162
SCIELO_PIDS0103-73072010000100013
LanguageEN

Este pequeno trabalho pretende interpretar o parágrafo 49 do oitavo capítulo do Tratado político, de Espinosa (1632-1677), que versa sobre as academias fundadas às custas da República. Nesse curto parágrafo, constante de sete linhas, o filósofo holandês afirma que essas academias servem mais para constranger o espírito do que para cultivá-lo e que, ao contrário, em uma República livre, dar-se-á a cada um a licença para ensinar publicamente, às suas custas e com o perigo de sua reputação. Tal fragmento relaciona-se diretamente ao vigésimo capítulo do Tratado teológico-político, outra obra do mesmo filósofo, que aborda a liberdade de pensar e de dizer. Este trabalho, através de uma interpretação do parágrafo 49, evidenciará, finalmente, que a liberdade de ensinar, na república livre pensada por Espinosa, situa-se entre a organização do imperium e a iniciativa do professor

Humanities · Political science · Philosophy · Seventeenth-Century Political and Philosophical Thought

Citation velocityhistorical
Highly citedNo

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