Útero estéril e sepultura
A participação de Sara nas promessas feitas a Abraão
Bibliographic Data
| ID | 11138608 |
|---|---|
| Authors | Elizangela Chaves Dias (0000-0002-6160-4161, corresponding author) |
| Year | 2018 |
| Issue | 90 |
| Pages | 69 |
| Publication date | 2018-01-24 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista de Cultura Teológica (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0104-0529 • E-ISSN: 2317-4307 |
| Publisher | Pontifical Catholic University of Sao Paulo (PUC-SP) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.23925/rct.i90.35776 |
| OpenAlex | W2793604007 |
| Language | FR |
| References cited | 1 |
Este artigo tem o objetivo de apresentar a relação entre o útero estéril e a gruta sepulcral de Sara, bem como o significado de sua participação no ciclo ancestral de Abraão e Sara. Antes de anunciar a morte de Sara em Gn 23,1-20, a voz do narrador evoca na mente do ouvinte-leitor a “vida de Sara” (v.1) como um convite a olhar para trás e constatar que seu sepulcro, assim como seu útero estéril, não é espaço de morte, mas espaço de ressignificação da vida e da história na geração dos herdeiros da promessa-aliança. Se o útero estéril de Sara foi elemento chave para entrada de Israel na história, seu túmulo foi igualmente, a porta de acesso de Israel na posse da terra de Canaã. Ela é a primeira ancestral de Israel a ser introduzida no ventre da terra prometida, abrindo, assim, espaço para que os demais patriarcas e matriarcas da promessa com ela se reúnam (cf. Gn 25,7-11; 35,28-29; 49,29-32; 50,1-14)
| Highly cited | No |
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