O dilema biopolítico
Negacionismo biopolítico e reapropriação biopolítica
Bibliographic Data
| ID | 11144529 |
|---|---|
| Authors | Adamo Bouças Da Veiga (Universidade Federal Fluminense, corresponding author) |
| Year | 2023 |
| Volume | 31 |
| Issue | 52 |
| Pages | 59-88 |
| Publication date | 2023-06-30 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | O que nos faz pensar (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0104-6675 • E-ISSN: 0104-6675 |
| Publisher | O Que Nos Faz Pensar (PUBLISHER) |
| DOI | 10.32334/oqnfp.2023n52a926 |
| OpenAlex | W4396652520 |
| Language | PT |
| References cited | 2 |
O presente trabalho contrasta duas posturas díspares diante da biopolítica contemporânea, com especial foco, porém, não exclusivo, na gestão da pandemia de COVID-19. Identificamos duas posturas ou estratégias díspares neste aspecto que denominaremos reapropriação biopolítica e negacionismo biopolítico. O primeiro será analisado a partir da obra de Paul B. Preciado ao passo que o segundo o será em relação aos textos pandêmicos de Giorgio Agamben. Procedemos pela apresentação do conceito de biopolítica em sua origem foucaultiana e em alguns desdobramentos posteriores. Em seguida, analisaremos a estratégia de resistência de Preciado e Agamben. Por fim, conclui-se que a estratégia proposta por Agamben leva a uma necropolítica suicidária, como demonstra o caso brasileiro, enquanto a postura de Preciado apresenta um horizonte amplo de possíveis e válidas resistências à biopolítica contemporânea
| Highly cited | No |
|---|