Os limites da autodeterminação da gestante em face dos direitos do nascituro
Bibliographic Data
| ID | 11146284 |
|---|---|
| Authors | Giorge Andre Lando (0000-0002-4376-265X), Francidalma Soares Sousa Carvalho Filha (0000-0001-5197-4671, Universidade Estadual do Maranhão) |
| Year | 2014 |
| Issue | 43 |
| Pages | 40-54 |
| Publication date | 2014-05-19 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista do Direito (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0104-9496 • E-ISSN: 1982-9957 |
| Publisher | APESC - Associacao Pro-Ensino em Santa Cruz do Sul (PUBLISHER) |
| DOI | 10.17058/rdunisc.v0i43.5167 |
| OpenAlex | W1957007818 |
| Language | PT |
Objetivo: analisar a literatura acerca dos limites da autodeterminação da gestante diante dos direitos do nascituro. Métodos: revisão de literatura, incluindo a Constituição Federal, os Códigos Civil e Penal e a Lei do Planejamento Familiar, padronização e sistematização de informações essenciais ao objeto de estudo. Resultados: a mulher tem autodeterminação corporal, garantida por lei e pelas políticas de Saúde vigentes, que inclui os direitos reprodutivos e de planejamento familiar. Contudo, a autodeterminação sofre limitações, especialmente no período da gestação em virtude do direito à vida e saúde do nascituro. Logo, a mulher não deve se utilizar de métodos contraceptivos ilícitos como o abortamento, a histerectomia e a ooforectomia. Considerações Finais: o nascituro tem personalidade jurídica. Isto significa que desde a concepção, lhe são assegurados os mesmos direitos fundamentais também garantidos a uma pessoa nascida - direito à vida e à saúde. Quanto à gestante, sua autonomia não representa um poder absoluto e ilimitado, pois sua liberdade de escolha tem extensão até o início dos direitos do nascituro
Humanities · Political science · Breastfeeding Practices and Influences · Global Development and Urbanization · Philosophy · Women's cancer prevention and management
| Highly cited | No |
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