Alforria, paternalismo e etnicidade em Porto Alegre, 1800-1835
Datos Bibliográficos
| ID | 11633127 |
|---|---|
| Autores | Gabriel Aladrén (0000-0003-4560-6850, autor de correspondencia) |
| Año | 2008 |
| Volumen | 15 |
| Número | 27 |
| Páginas | 125-160 |
| Fecha de publicación | 2008-07-01 |
| Peer Reviewed | Sí |
| Open Access | Sí |
| Tipo | ARTICLE |
| Revista | Anos 90 (JOURNAL) |
| Identificadores de la revista | ISSN: 0104-236X • E-ISSN: 1983-201X |
| Editorial | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.22456/1983-201x.6742 |
| OpenAlex | W1499018997 |
| Idioma | PT |
| Referencias citadas | 3 |
Este artigo dedica-se a analisar os padrões de alforria em Porto Alegre, nas três primeiras décadas do século XIX. Os escravos, na região pesquisada, estavam presentes em praticamente todas as atividades produtivas. Nesse contexto, a prática da manumissão difundiu-se e ensejou a formação de um importante contingente populacional de libertos. As possibilidades de conquista da alforria eram distintas para os escravos africanos e os nascidos no Brasil. Os primeiros alforriavam-se, sobretudo, através da compra de sua liberdade, possibilitada pela formação de pecúlio, quer individualmente, quer com o auxílio de parentes, amigos e aliados. Os nascidos no Brasil dominavam amplamente as alforrias que não envolviam contrapartida monetária. Verificou-se que essa predominância assentava-se na relação, regulada pela política de domínio paternalista, de maior proximidade entre esses cativos e seus senhores. Entretanto, essa proximidade não significava a ausência de conflitos e tensões
Art · Humanities · Political science · Colonialism, slavery, and trade · Global Maritime and Colonial Histories · History of Colonial Brazil
| Velocidad de citación | historical |
|---|---|
| Altamente citado | No |