A prosa em 3a pessoa dos intelectuais presos, torturados, exilados
Bibliographic Data
| ID | 11633205 |
|---|---|
| Authors | Rogério Silva De Mattos (0000-0001-5190-4999, corresponding author), Rogério Mattos |
| Year | 2023 |
| Volume | 30 |
| Pages | e2023304-e2023304 |
| Publication date | 2023-12-31 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Anos 90 (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0104-236X • E-ISSN: 1983-201X |
| Publisher | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.22456/1983-201x.129635 |
| OpenAlex | W4405059796 |
| Language | PT |
A vaga memorialística e de revisão historiográfica da década passada, que teve como um dos centros a Comissão Nacional da Verdade, seguiu, em linhas gerais, a sede intelectual por fontes de memória, traço característico das inquietações nacionais e da busca por reparação histórica desde o pós-Segunda Guerra. Beatriz Sarlo aponta que prisioneiros políticos da época das ditaduras no Cone Sul também se exprimiam em 3a pessoa, prescindindo assim da autoridade que a prosa testemunhal passou a ter. Mais ainda, ao não colocar o relato não pessoal como a referência para a elaboração e fixação de memórias, os estudos de intelectuais perseguidos por governos de exceção ajudam a esclarecer a dinâmica da vida que tiveram, seus traços biográficos, apesar de não se referirem a si próprios nestes lugares. Resgatar a vida e o posicionamento político e intelectual de um personagem brasileiro como Ruy Mauro Marini se vincula a um trabalho de memória e a uma revisão historiográfica, em nítida contraposição aos vencedores da história, ou seja, o CEBRAP de Fernando Henrique Cardoso
Art · Humanities · Judaism · Theology · Yiddish · Brazilian cultural history and politics · Philosophy
| Highly cited | No |
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