Qual a importância de uma época? Anacronismo e história
Bibliographic Data
| ID | 11633383 |
|---|---|
| Authors | André Fabiano Voigt (0000-0001-8054-5366, Universidade Federal de Uberlândia, corresponding author) |
| Year | 2018 |
| Volume | 24 |
| Issue | 46 |
| Publication date | 2018-01-19 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Anos 90 (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0104-236X • E-ISSN: 1983-201X |
| Publisher | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.22456/1983-201x.74086 |
| OpenAlex | W2792984176 |
| Language | PT |
| Citations received | 1 |
O presente artigo procura, em uma análise retroativa a autores como Immanuel Kant, Georg W. F. Hegel e Karl Marx, estabelecer as divergências e convergências entre estes autores em torno de um fio condutor: qual é a relação que o ser humano tem com o tempo, o espaço e a prática da liberdade? Qual a importância, portanto, de uma “época” para a análise histórica? Percebe-se que, apesar de Hegel e Marx seguirem elementos importantes do pensamento kantiano, ambos convergem em um princípio que se distingue da análise de Kant: a noção de que alguns grupos ou indivíduos teriam uma visão/compreensão (Einsicht) melhor da situação de todos. Neste sentido, entendemos que a sequência entre a crítica kantiana e o pensamento contemporâneo está principalmente na obra de autores que pensaram a crítica do filósofo de Königsberg como “atitude crítica” diante do pressuposto da autoridade. Entre esses autores, encontram-se Michel Foucault e Jacques Rancière, que defendem a característica eminentemente anacrônica do trabalho do historiador, sem a pressuposição da superioridade de um indivíduo ou grupo sobre os demais
Epistemology · Hegelianism · Humanities · Brazilian cultural history and politics · Critical Theory and Philosophy · Literature, Culture, and Criticism · Philosophy
| Citations per year | 0.25 |
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| Citation span | 2022 - 2022 (1) |
| Highly cited | No |